«As redes sociais deram voz aos imbecis», afirma Umberto Eco Segundo ele, «foram um fenómeno que nos permitiu ter acesso a conteúdos que, de outra forma, seriam muito difíceis de ter conhecimento. Mas… nem tudo são rosas e, a verdade, é que muitas pessoas não estão “educadas” para saberem estar na Internet, no geral, e nas redes sociais em particular. As redes sociais dão o direito à palavra a uma “legião de imbecis” que, antes destas plataformas, apenas falavam nos bares, depois de uma taça de vinho, sem prejudicar a colectividade. Normalmente, eles [os imbecis] eram imediatamente calados, mas agora têm o mesmo direito à palavra que um Prémio Nobel. Antes das redes sociais, a televisão já havia colocado o “idiota da aldeia” num patamar em que este se sentia superior. O drama da Internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a detentor da verdade.»
Tendo o idiota direito a voto, sem ter que dar qualquer explicação, é seguramente um avanço que possa tentar exprimir-se em palavras e, se for feliz, colher algum eco da sua idiotia. Não tendo a voz dos idiotas um tal mau efeito, é muito mais expressiva a vantagem de ver os ‘inteligentes’ da nossa praça a confrontarem-se com as suas vacuidades, habituados que estavam a não ter eco delas. Pior ainda é o facto de se sentirem privados de uma notoriedade inexpugnável que presumia todo um caminho de trabalho e influência que agora aparece desvalorizado. Pela influência, nada têm a reclamar, pelo trabalho que culpem a tecnologia do seu tempo.
Para o JGMenor [ou José(zito)]: (O comentador residente no blogue Ladrões de Bicicletas ao serviço de Passos Coelho). Aquando do anúncio da candidatura de Sampaio da Nóvoa, em Abril passado, Rui Ramos – um dos elementos do Bando dos Quatro que comanda ideologicamente o PSD (a par de José Manuel Fernandes, Miguel Morgado e do próprio Passos Coelho, este mais como adjunto amanuense), escreveu um artigo no Observador sobre o facto: «O significado de Sampaio da Nóvoa». Que terminou assim: «Nota: O eventual candidato António Nóvoa não terá o meu voto, mas o professor António Nóvoa, antigo reitor da Universidade de Lisboa, tem, como sempre, a minha estima e o meu respeito.» Rui Ramos, na qualidade de investigador no ICS, trabalhou vários anos com Sampaio da Nóvoa na Universidade de Lisboa, este na qualidade de reitor. Portanto, conhece (e admira) as qualidades pessoais e profissionais de Sampaio da Nóvoa, tendo voluntariamente marcado presença no almoço de despedida e de homenagem que lhe foi prestado pelos antigos colaboradores, colegas e amigos ao deixar o cargo, em Julho de 2013. Como é um intelectual de prestígio e se rege por princípios éticos, Rui Ramos é sincero e não esconde (apenas por razões ideológicas ou tacticismos de ocasião) a admiração e o reconhecimento que nutre por Sampaio da Nóvoa. E fala do que sabe, ao contrário de alguns dos idiotas de que fala Umberto Eco, os quais pululam nas caixas de comentários da blogosfera.
E vai daí levo com uma catilinária sobre as qualidades pessoais do Candidato? Sendo um esquerdalho pode ser excelente pessoa mas como político só pode acrescer ao coral que por tantos anos nos condena à mediocridade com suas ladaínhas sobre o quão natural é ser coitadinho sob a protecção do Estado. Com tanto refugiado no mundo, se procurasse Guterres em vez de Costa, estou certo que encontraria onde melhor fazer valer os seus préstimos.
O ser um intelectual de prestígio e que se rege por princípios éticos, em nada conduz a que a pessoa seja inteligente. Quem lhe atribui o “prestígio” e a “ética”? Qualquer das berças o fará. Nunca esquecerei o que este são~paio “não fez” ao Saldanha Sanches! Ética do c
Antes de mais uma acusação infundada, como é típico da forma de actuar dos imbecis da blogosfera, de que fala Umberto Eco. Talvez fosse bom ler o que escreveu neste blogue Luís Menezes Leitão em defesa da total ausência de culpa de Sampaio da Nóvoa no processo das provas académicas de Saldanha Sanches. E Luís Menezes Leitão sabe do que fala, pois é professor catedrático na referida Faculdade de Direito onde se passou o que refere, conhece bem os procedimentos destas provas. Como também poderá verificar noutros posts de Luís Menezes Leitão, este nutre uma especial falta de afeição por Sampaio da Nóvoa, mas isso não é suficiente para deturpar a verdade. Portanto, sobre isto estamos conversados. E o senhor(a) fez o papel de tolo(a), seguidor(a) acrítico(a) das mentirolas que se propagam como vírus nas redes sociais.
Não sei, nem me interessa, quem é MS. É um reles, um ordinário, pelo que escreveu. Que se prejudique com f
A sério? Pensa ser o pai natal? Nunca ouvi ele dizer que acreditava. Nunca o vi a comentar nada em televisão, já outros, passam a vida na televisão a comentar tudo e a recomendar quilos de livros, como se os tivesse lido todos. Até os pode ler não faz é mais nada na vida e mesmo assim…
Até é simpático, mas é nodoa
«As redes sociais deram voz aos imbecis», afirma Umberto Eco
Segundo ele, «foram um fenómeno que nos permitiu ter acesso a conteúdos que, de outra forma, seriam muito difíceis de ter conhecimento. Mas… nem tudo são rosas e, a verdade, é que muitas pessoas não estão “educadas” para saberem estar na Internet, no geral, e nas redes sociais em particular.
As redes sociais dão o direito à palavra a uma “legião de imbecis” que, antes destas plataformas, apenas falavam nos bares, depois de uma taça de vinho, sem prejudicar a colectividade.
Normalmente, eles [os imbecis] eram imediatamente calados, mas agora têm o mesmo direito à palavra que um Prémio Nobel.
Antes das redes sociais, a televisão já havia colocado o “idiota da aldeia” num patamar em que este se sentia superior.
O drama da Internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a detentor da verdade.»
Tendo o idiota direito a voto, sem ter que dar qualquer explicação, é seguramente um avanço que possa tentar exprimir-se em palavras e, se for feliz, colher algum eco da sua idiotia.
Não tendo a voz dos idiotas um tal mau efeito, é muito mais expressiva a vantagem de ver os ‘inteligentes’ da nossa praça a confrontarem-se com as suas vacuidades, habituados que estavam a não ter eco delas.
Pior ainda é o facto de se sentirem privados de uma notoriedade inexpugnável que presumia todo um caminho de trabalho e influência que agora aparece desvalorizado.
Pela influência, nada têm a reclamar, pelo trabalho que culpem a tecnologia do seu tempo.
Para o JGMenor [ou José(zito)]:
(O comentador residente no blogue Ladrões de Bicicletas ao serviço de Passos Coelho).
Aquando do anúncio da candidatura de Sampaio da Nóvoa, em Abril passado, Rui Ramos – um dos elementos do Bando dos Quatro que comanda ideologicamente o PSD (a par de José Manuel Fernandes, Miguel Morgado e do próprio Passos Coelho, este mais como adjunto amanuense), escreveu um artigo no Observador sobre o facto: «O significado de Sampaio da Nóvoa».
Que terminou assim: «Nota: O eventual candidato António Nóvoa não terá o meu voto, mas o professor António Nóvoa, antigo reitor da Universidade de Lisboa, tem, como sempre, a minha estima e o meu respeito.»
Rui Ramos, na qualidade de investigador no ICS, trabalhou vários anos com Sampaio da Nóvoa na Universidade de Lisboa, este na qualidade de reitor.
Portanto, conhece (e admira) as qualidades pessoais e profissionais de Sampaio da Nóvoa, tendo voluntariamente marcado presença no almoço de despedida e de homenagem que lhe foi prestado pelos antigos colaboradores, colegas e amigos ao deixar o cargo, em Julho de 2013.
Como é um intelectual de prestígio e se rege por princípios éticos, Rui Ramos é sincero e não esconde (apenas por razões ideológicas ou tacticismos de ocasião) a admiração e o reconhecimento que nutre por Sampaio da Nóvoa.
E fala do que sabe, ao contrário de alguns dos idiotas de que fala Umberto Eco, os quais pululam nas caixas de comentários da blogosfera.
E vai daí levo com uma catilinária sobre as qualidades pessoais do Candidato?
Sendo um esquerdalho pode ser excelente pessoa mas como político só pode acrescer ao coral que por tantos anos nos condena à mediocridade com suas ladaínhas sobre o quão natural é ser coitadinho sob a protecção do Estado.
Com tanto refugiado no mundo, se procurasse Guterres em vez de Costa, estou certo que encontraria onde melhor fazer valer os seus préstimos.
O ser um intelectual de prestígio e que se rege por princípios éticos, em nada conduz a que a pessoa seja inteligente. Quem lhe atribui o “prestígio” e a “ética”? Qualquer das berças o fará.
Nunca esquecerei o que este são~paio “não fez” ao Saldanha Sanches! Ética do c
Antes de mais uma acusação infundada, como é típico da forma de actuar dos imbecis da blogosfera, de que fala Umberto Eco.
Talvez fosse bom ler o que escreveu neste blogue Luís Menezes Leitão em defesa da total ausência de culpa de Sampaio da Nóvoa no processo das provas académicas de Saldanha Sanches.
E Luís Menezes Leitão sabe do que fala, pois é professor catedrático na referida Faculdade de Direito onde se passou o que refere, conhece bem os procedimentos destas provas.
Como também poderá verificar noutros posts de Luís Menezes Leitão, este nutre uma especial falta de afeição por Sampaio da Nóvoa, mas isso não é suficiente para deturpar a verdade.
Portanto, sobre isto estamos conversados.
E o senhor(a) fez o papel de tolo(a), seguidor(a) acrítico(a) das mentirolas que se propagam como vírus nas redes sociais.
Não sei, nem me interessa, quem é MS.
É um reles, um ordinário, pelo que escreveu.
Que se prejudique com f
Andou uma Mãe a criar um filho para isto…
Será? Não estará, ele, a confirmar com o Pai Natal que só quer receber a prenda, a 24 de Janeiro de 2016?
Isa: finalmente deu com o ritmo certo. É assim.
Qual ritmo?
Eu não peço milagres ao Pai Natal?
Prieta rebola a rir.
A sério? Pensa ser o pai natal? Nunca ouvi ele dizer que acreditava. Nunca o vi a comentar nada em televisão, já outros, passam a vida na televisão a comentar tudo e a recomendar quilos de livros, como se os tivesse lido todos. Até os pode ler não faz é mais nada na vida e mesmo assim…