Porque nas próximas semanas será de difícil escapatória uma dose extra de esférico rolando sobre a relva, sinto-me compelida – em nome de um forte sentido de serviço público, está claro – a apresentar à parte da população que encontra conforto oftálmico na apreciação de portadores do cromossoma xy uma caderneta de paliativos. Atentemos na posologia deste primeiro exemplar:
Nome: Carlos Manuel Bocanegra
Selecção: E.U.A.
Clube: Rennes (alias Stade Rennais Football Club)
Posição: Defesa Central
* Série inspirada em ‘Giros e Talentosos‘, da nossa Leonor Barros.


Um início prometedor!
Já agora, iremos ter tolerância de ponto?
Dado o estado da Nação, e mesmo que se seja devoto/a da bola, o melhor é investir na militância de ponto 🙂
Muito bem, Ana Cláudia, óptima ideia. Aguardemos mais ilustres rapazes 🙂
Como diziam os Gato Fedorento, Leonor, vou tentar, pelo menos, seguindo o teu exemplo, manter “os padrõezinhos cá para cima” 🙂
Boca negra? Huuuuummmmm! Cuidado !
Ó Zé, não me diga que (como eu) também conhece quem ainda use o apodo ‘boca-negra’ como sinónimo de maledicente hiperactivo…
Começou muito bem, Ana Cláudia.
Ficamos à espera da… continuação!
:)))
mdsol, aceito sugestões para o meu receituário 🙂
Bocanegra? Não sabemos. Para isso, seria preciso que ele abrisse a boca.
Pela boca morre o bocanegra. Grelhado, é um prato dos deuses.
Não conheço bicho-de-água que responda por esse nome, estou-me a sentir ínguenorante; responde por outro?
O boca-negra é um belo peixe. Deve dar por outros nomes, mas não sei.
Lá teremos de esperar pelas conferências e flash interviews, Luís (que o homem é capitão, mal vai que emudeça).
Já foste picar o ponto no ‘post’ do jantar? Olha que eu marco-te falta. Eheh…
Sim, já lá fui logo no dia seguinte e tu comentaste. Mas, espera lá…, no jantar não houve «bocas negras», pois não?
Não és tu. Eheh…
Estava a falar com a Ana Cláudia.
Bem me parecia que aquela ‘boca negra’ não era para mim…
Sendo assim, então, «bocabranca»!!…
É verdade que não, João…mas registei que me chamaste ‘fresca’! Tenho de lá ir dizer de minha justiça, se não ainda te concluias com o Zé para me correr do estaminé 🙂
Fresquíssima. Vou ficar de olho para ver se vais lá ser injusta ou justa. Eu jamais seria capaz de te correr. E o Zé… não acredito. Só por cima do meu cadáver.