Ao ver estas imagens até dá a sensação de estarmos a ver o rio Douro nas cercanias do Peso da Régua. Fiquei curioso de saber se neste rio também se pescam peixinhos iguais aos que fazem as delicias dos nossos petiscos lá de cima.
Há uma certa parecença, mas a vegetação (excluindo as vinhas) é completamente diferente. Os montes do Douro são bem mais agrestes. E ainda bem, cada zona com a sua beleza.
Também tenho fotos do vale do Douro. Podia iniciar uma série portuguesa, fotos não me faltam. Tempo sim.
Apesar de excelentes, os nossos vinhos infelizmente não têm o poder de implantação da cerveja alemã, ou dos vinhos franceses, espanhóis e italianos. É uma pena, pois bem mereciam. Enfim, nos últimos anos, a situação tem melhorado, mas ainda são considerados (pelo menos, na Alemanha) uma exclusividade de “connoisseurs”. O que também tem o seu lado bom.
Já queimá-las não dá trabalho nenhum e ainda se arranja bons empregos no Estado à conta disso. Alguns até ficam com cunhas para distribuir e serem os reizinhos lá da terra.
Tudo fotografias com quase vinte anos de idade. A Cristina de então para cá deixou de viajar?
Será?

Ao ver estas imagens até dá a sensação de estarmos a ver o rio Douro nas cercanias do Peso da Régua. Fiquei curioso de saber se neste rio também se pescam peixinhos iguais aos que fazem as delicias dos nossos petiscos lá de cima.
Há uma certa parecença, mas a vegetação (excluindo as vinhas) é completamente diferente. Os montes do Douro são bem mais agrestes. E ainda bem, cada zona com a sua beleza.
Também tenho fotos do vale do Douro. Podia iniciar uma série portuguesa, fotos não me faltam. Tempo sim.
Agrestes mas vinhateiros do melhor, que devem andar a par da apreciada cerveja alemã.
Apesar de excelentes, os nossos vinhos infelizmente não têm o poder de implantação da cerveja alemã, ou dos vinhos franceses, espanhóis e italianos. É uma pena, pois bem mereciam. Enfim, nos últimos anos, a situação tem melhorado, mas ainda são considerados (pelo menos, na Alemanha) uma exclusividade de “connoisseurs”. O que também tem o seu lado bom.
Os montes do Douro são bem mais agrestes.
Dá muito trabalho plantar árvores.
Já queimá-las não dá trabalho nenhum e ainda se arranja bons empregos no Estado à conta disso. Alguns até ficam com cunhas para distribuir e serem os reizinhos lá da terra.
“E a Lucy, a nossa fiel companheira ” Como é possível? A Lucy não viveu há uns dois ou três milhões de anos?
Nós também. E já desde essa altura que não viajamos.
Mas é segredo, não diga ao balio.
comecei a gostar da Alemanha por 2 razões
leitura da Germânia de Tácito
língua como a latina e russa
Algo me diz que vão surgir fotos que lhe agradarão muito.

obrigado
Insista
Saúde e Fraternidade