Quem sou eu para não aceitar. Respondo-lhe citando um comentário feito nesta mesma caixa por M.S. : “O povo é soberano, portanto há que aguentar a trampa que vier”
Teresa: Depois da experiência relativamente recente da presidência de George W. Bush, que foi reeleito com uns resultados parecidos com estes, terminando o referido 2.º mandato com uma popularidade baixíssima, voltamos ao mesmo (ou a pior ainda). Até parece que boa parte da factura das aventuras bushianas de política externa não nos estão a custar nada hoje. E, paradoxo dos paradoxos, os seus efeitos ajudaram à eleição de pior do mesmo. O nosso anterior 1.-º ministro Pinheiro de Azevedo, dizia que o povo era sereno; eu direi que também é soberano: portanto, há que aguentar a trampa que vier.
George W Bush eliminou um país inimigo dos EUA, colocou os islamistas muçulmanos a matar muçulmanos em vez de matarem americanos e ocidentais. Atendendo às opções funcionou.
Obama abandonou o Iraque que o seu Vice Presidente disse que era um dos sucessos http://www.politico.com/story/2010/07/biden-sees-iraq-success-for-obama-039372 , retirou as tropas seguiu-se o desastre da ISIS e os ataques aos aos ocidentais começaram.
Recentemente tudo mudou mas ninguém noticiou:
Obama envia 1700 soldados para o Iraque http://www.military.com/daily-news/2016/11/03/army-to-deploy-1700-paratroopers-to-iraq.html e o jornalismo está em silêncio…
Acho imperdoável um país civilizado escolher um troglodita como presidente, só isso. Mas claro que aceito, que remédio. Democracia é isto: o mal menor.
…e contudo apenas se cumpriu a democracia.
Pois, às vezes a democracia cumpre-se assim. É pena.
A Teresa ao não aceitar o poder do voto, também denota estupidez.
Quem sou eu para não aceitar. Respondo-lhe citando um comentário feito nesta mesma caixa por M.S. : “O povo é soberano, portanto há que aguentar a trampa que vier”
Teresa:
Depois da experiência relativamente recente da presidência de George W. Bush, que foi reeleito com uns resultados parecidos com estes, terminando o referido 2.º mandato com uma popularidade baixíssima, voltamos ao mesmo (ou a pior ainda).
Até parece que boa parte da factura das aventuras bushianas de política externa não nos estão a custar nada hoje.
E, paradoxo dos paradoxos, os seus efeitos ajudaram à eleição de pior do mesmo.
O nosso anterior 1.-º ministro Pinheiro de Azevedo, dizia que o povo era sereno; eu direi que também é soberano: portanto, há que aguentar a trampa que vier.
George W Bush eliminou um país inimigo dos EUA, colocou os islamistas muçulmanos a matar muçulmanos em vez de matarem americanos e ocidentais.
Atendendo às opções funcionou.
Obama abandonou o Iraque que o seu Vice Presidente disse que era um dos sucessos http://www.politico.com/story/2010/07/bi den-sees-iraq-success-for-obama-039372 , retirou as tropas seguiu-se o desastre da ISIS e os ataques aos aos ocidentais começaram.
Recentemente tudo mudou mas ninguém noticiou:
Obama envia 1700 soldados para o Iraque http://www.military.com/daily-news/2016/1 1/03/army-to-deploy-1700-paratroopers-to-i raq.html e o jornalismo está em silêncio…
É claro que de si não esperava outra opinião.
Cara Tereza, se não se aceita os resultados de uma eleição, com todos os pró e contra que encerra, poder-se-á dize que é realmente imperdoável….
Acho imperdoável um país civilizado escolher um troglodita como presidente, só isso. Mas claro que aceito, que remédio. Democracia é isto: o mal menor.