Imperdoável


Teresa Ribeiro,

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“Duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana, mas quanto ao universo ainda não tenho a certeza”

– dedico esta frase de Einstein ao povo americano. O que votou em Trump e o que não se deu ao trabalho de votar. 

9 comentários em “Imperdoável”

  1. Teresa:
    Depois da experiência relativamente recente da presidência de George W. Bush, que foi reeleito com uns resultados parecidos com estes, terminando o referido 2.º mandato com uma popularidade baixíssima, voltamos ao mesmo (ou a pior ainda).
    Até parece que boa parte da factura das aventuras bushianas de política externa não nos estão a custar nada hoje.
    E, paradoxo dos paradoxos, os seus efeitos ajudaram à eleição de pior do mesmo.
    O nosso anterior 1.-º ministro Pinheiro de Azevedo, dizia que o povo era sereno; eu direi que também é soberano: portanto, há que aguentar a trampa que vier.

    1. George W Bush eliminou um país inimigo dos EUA, colocou os islamistas muçulmanos a matar muçulmanos em vez de matarem americanos e ocidentais.
      Atendendo às opções funcionou.

      Obama abandonou o Iraque que o seu Vice Presidente disse que era um dos sucessos http://www.politico.com/story/2010/07/biden-sees-iraq-success-for-obama-039372 , retirou as tropas seguiu-se o desastre da ISIS e os ataques aos aos ocidentais começaram.

      Recentemente tudo mudou mas ninguém noticiou:

      Obama envia 1700 soldados para o Iraque http://www.military.com/daily-news/2016/11/03/army-to-deploy-1700-paratroopers-to-iraq.html e o jornalismo está em silêncio…

  2. Cara Tereza, se não se aceita os resultados de uma eleição, com todos os pró e contra que encerra, poder-se-á dize que é realmente imperdoável….

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