![thumbnail_20190928_150433-1[1].jpg thumbnail_20190928_150433-1[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2019/21568598_dFs32.jpeg)
Eis o nosso idioma cada vez mais em xeque: a iliteracia ganha terreno, dia após dia. Sem “greves linguísticas” de protesto, equivalentes às “greves climáticas”. Toda a gente encolhe os ombros. Se calhar até acham bem.
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Eis o nosso idioma cada vez mais em xeque: a iliteracia ganha terreno, dia após dia. Sem “greves linguísticas” de protesto, equivalentes às “greves climáticas”. Toda a gente encolhe os ombros. Se calhar até acham bem.
Onde se lê “de referência” deve ler-se “de reverência”.
A.Vieira
Com cheque.
Se envolve cheque será provavelmente um caso de corrupção linguística.
Alegadamente.
isto já foi sujeito a um check?
Já.
Eu tratei disso. ‘Check’ mate.
let’s shake hands, then.
É atacar agora que estamos perto das eleições. Mesmo que seja mentira, não interessa.
Lamento decepcioná-la, mas atacarei sempre quem contribuir para achincalhar a língua portuguesa – sobretudo sob a capa de um “jornalismo de referência”. O que constitui circunstância agravante, não atenuante.
Quem não gostar, paciência.
Tem razão.
Precipitei-me e com a rapidez nem vi aquela do cheque. Por isso encarei a coisa de outro ângulo.
Provavelmente houve mais cheques que xeques.