Quando estava nos Estados Unidos, tive um professor que um dia deu um exemplo que me tem servido para a vida. Dizia o professor Lehman:
“Se um dia estiverem indecisos na escolha de um candidato para um lugar de direcção, perguntem-lhe o que faria se ocupasse esse lugar. Se ele disser que apagava tudo o que o antecessor tinha feito, para começar tudo de novo, livrem-se dele. Uma pessoa que não sabe aproveitar nada do que está feito, é um idiota”.

Cheio de razão, o teu professor Lehman.
Só espero é que não seja um dos Lehman Brothers…
Não, não. Só se for irmão. Hehe…
Excepto, talvez, se o tipo que lá estava antes fosse, ele próprio, um idiota.
Mas um idiota não é um tipo ou tipa que tem ideias ?
Não. É um tipo que tem uma só ideia fixa.
O que não deixa de ser uma ideia.
Só não tem ideias.
Ora aqui está um sábio conselho.
E se for rasgar? Estou aqui indecisa na resposta que daria o professor Lehman…
Carlos
Pegando no seu registo humorístico das Crónicas do Rochedo:
Depende do idiota do antecessor…
Professor de quê?
Os bons professores são sempre, num ou noutro momento da vida dos bons alunos, devidamente homenageados. Muito oportuna e útil, esta lição. 🙂
Tal como a Ariel apetece-me perguntar se o raciocínio também é válido para a acção de rasgar ou se só se aplica à acção de apagar!
eheheh
:))
É uma das nossas desgraças. À medida que vão alternando as suas cores, os governos fazem e desfazem, fazem e desfazem. E a carapuça tanto serve ao PS como ao PSD.
Aceitam-se sugestões para nos livrarmos da, oups! do idiota.
O problema não é rasgar ou apagar; o problema é renegar decisões assinadas no passado.
Quando nós assinamos um documento de compromisso é para o manter.
A assinatura de uma pessoa é sagrada.
Longe vão os tempos em que bastava um aperto de mão ou um fio da barba para selar um compromisso.
É verdade… antigamente não existia a lei do divórcio.