Foi neste belíssimo Vanwall VW5 que Stirling Moss esteve no 7.º Grande Prémio de Portugal, o último que teve lugar no velho circuito urbano da Boavista, no Porto, a 24 de Agosto de 1958.
Alinharam no Circuito da Boavista com Moss (1.º lugar), entre outros: Mike Hawthorn (2.º, Ferrari), Stuart Lewis-Evans (3.º, Vanwall), Jean Behra (4.º, BRM), Jack Brabham (7.º, Cooper-Climax), Tony Brooks (Vanwall), Graham Hill (Lotus-Climax), Jo Bonnier (Maserati) e Maria Teresa de Filippis (Maserati), a primeira mulher a pilotar um bólide da categoria de topo. Quem sabe destas coisas, não se esqueceu de nenhum deles.
O novo Circuito da Boavista está de regresso este fim-de-semana.
(Na foto em cima à direita: Sir Stirling Moss na actualidade.)


Parece que ontem e hoje já aceleraram por lá…
:)))
Sim. Mas os clássicos ainda estão para chegar, daqui a mais uns dias.
João: Como não podia deixar de ser, já lá estive este fim de semana a ver as “modernices” e valeu muito a pena, especialmente o WTCC, durante o qual houve uma fenomenal carambola de oito carros mesmo à frente da bancada onde me encontrava, sem quaisquer consequências para os pilotos, (felizmente), mas com muita lata amolgada, «kevlar» e fibra de carbono partida, rodas soltas, carros bloqueados, enfim, muito espectáculo.
O nosso Tiago Monteiro alcançou uns excelentes 4º e 5º lugares na 1ª e 2ª corrida, respectivamente, o que num plantel de 26 só pode ser considerado de muito bom.
Quanto aos clássicos, vi com cinco anos, na companhia do meu pai, a prova que referes e nunca mais me esqueci do Jean Behra com o seu capacete pintado aos quadrados brancos e pretos, fazendo um enorme “estardalhaço” sob a ponte “Dunlop” que havia logo a seguir ao Lidador, que eu estava a atravessar nesse preciso momento e do enorme susto que então apanhei. Tenho a impressão que foi a partir daí que nunca mais deixei de ser um apaixonado pelos automóveis. Grandes máquinas, grandes pilotos!
Um grande abraço.
Dois estupendos comentários que trazes aqui, Luís. Obrigado por isso. Parece que estou a ouvir de novo o BRM do Jean Behra.
Um abração.