
A 20 de Junho celebra-se O Dia Mundial da Produtividade
“Esta data é aproveitada por certas empresas, como empresas de consultoria, formação, informática e bebidas, para divulgar serviços e produtos que ajudem a melhorar a produtividade das pessoas. Se sente que não está a produzir o suficiente, este é o dia do calendário para reflectir e encontrar novas formas de trabalhar e de aumentar a produtividade.
Pelo contrário, se tem trabalhado de forma exemplar, cumprindo tudo o que se espera de si e ainda mais alguma coisa, então este é um dia de descanso e de celebração pela sua proeza. Uma empresa produtiva é uma empresa onde todos os elementos da equipa sabem claramente qual o caminho a percorrer e qual o contributo de cada um para a rentabilidade da organização como um todo.”
Ser produtivo e contribuir para o todo, para que a sua rentabilidade seja uma realidade, é uma utopia. As leis protegem tanto o rentável como o relapso e não há como contorná-las. Atentemos dois funcionários que trabalham o mesmo número de horas a fazer o mesmo serviço. Um deles apresenta no final no mês as X horas trabalhadas exemplarmente. O segundo é fumador, a mulher é hospedeira, tem dois filhos menores, passa o tempo pelos cantos agarrado ao telemóvel, tem sempre de sair mais cedo e rasa diariamente a tolerância no ponto na entrada. No final do mês, traz N justificações e recebe o mesmo do que o outro quando efectivamente trabalha quase metade.
É assim que a lei funciona. Só poderão ser eventualmente distinguidos nos prémios anuais de produtividade quando os há.

Hoje assinala-se O Dia Mundial de Refugiado
“O Dia Mundial dos Refugiados é celebrado anualmente a 20 de Junho para lembrar todos os que tiveram de escapar à guerra, a perseguições ou a cenários de terror, e também os que por qualquer outra razão, como a raça, religião, nacionalidade, pertença a um grupo social particular ou com opinião política, foram forçados a deslocar-se para outra região que não a sua.
Este ano, o tema da celebração é «Juntos superamos, aprendemos e brilhamos».
O Dia Mundial dos Refugiados foi proclamado através da Resolução 55/76 adoptada na ONU 4 de Dezembro de 2000″.
Eles chegam nos barcos, nos autocarros e minivans, nos comboios, nos aviões, a pé. Tristes e esperançados. Deixaram tudo para trás para procurar segurança e paz. Sobretudo para procurar um futuro que possa mesmo existir, sem constantes ameaças à integridade e à vida.
Abrimos-lhes a porta. Que sejamos pródigos em recebê-los condignamente. Hoje são eles, amanhã poderemos ser nós.

nesta republiqueta ninguém sabe o que é produtividade, com excepção para os disparates.
sinto-me refugiado no país onde tive a triste sina de nascer.
tenho pena dos Ucranianos, vítima de guerra.
os não europeus que queriam ser independentes deviam ter pensado antes de invadir o colonizador
Ninguém sabe o que produtividade, não é verdade. O difícil é separar o trigo do joio. Nem cal culam a quantidade de funcionários exemplares enquanto estão a contrato, que se tornam os maiores lorpas quando passam à efectividade; só têm direitos e quanto a deveres, desconhecem o conceito. E além disso minam o grupo de trabalho, de modo a nivelar por baixo. Quanto aos não europeus que se tornaram independentes, se nunca se entenderam antes da independência por razões tribais ou de facção política, como é que se poderiam entender depois da independência, quando a ordem deixou de ser pelo chicote e pela grilheta? Horrível? Absolutamente! Mas era a única ordem que conheciam e respeitavam e foi substituída pelo caos. Como não fugir?
Já era para lhe dizer isto antes mas agora cá vai : obrigado pela rubrica que iniciou.
De facto a produtividade das empresas tem muito que se lhe diga e na que eu estou deveria começar é pelos directores e quanto a minar o espírito de equipa nada melhor que um chefe de equipa e não posso elaborar mais e melhor …quanto aos refugiados tenho quase a mesma opinião que o entulho com a ressalva de que nalguns casos fomos “nós” que lançamos o terror em alguns países …
“Nós” não lançámos o terror, mas pecámos por omissão, largando as ” independências” à sua sorte.
Estava a falar de história mais recente.
“Nós” temos recentemente capacidade para ” lançar” alguma coisa ?
É muito mais produtivo não fazer nada do que fazer e estragar tudo.
Viva o ócio!
Viva a procrastinação!
Provavelmente a viver as custas de uma mulher. Nós Mulheres somos as únicas guerreiras do trabalho!
Ana Sousa
Não somos as únicas, mas somos as principais. Falo por mim.
Isso parece quase uma das famigeradas reflexões anárquicas.
Vindo do seca adegas que é que se podia esperar se não filosofia de embalar.
E esse é quem ? A pessoa que comentou acima, pelo menos assinou o comentário.
Nada disso. É apenas o testemunho entusiasmado de um trabalhador produtivo de uma fábrica de cera.
A cera deveria de ser a maior exportação nacional, dado o número de contribuidores.
Por acaso fazemos muita cera, se não fosse o Santuário nem conseguíamos dar vazão.
Sabe ao preço que a cera está, sabe? A inflação também lá chegou.
“…segundo é fumador, a mulher é hospedeira, tem dois filhos menores, passa o tempo pelos cantos agarrado ao telemóvel, tem sempre de sair mais cedo e rasa diariamente a tolerância no ponto na entrada. No final do mês, traz N justificações e recebe o mesmo do que o outro quando efectivamente trabalha quase metade. “
Este exemplo da para muitas observações incluindo a mulher trabalhar com ‘hospiradores’ (?).
Agora a sério.
A empresa não tem um patrão/gerente/encarregado para chamar a atenção ou até proibir de fumar e telefonar nas horas de serviço, que é perfeitamente legal?
E para exemplos de falta de produtividade tem de se arranjar alguém com filhos, o quer dizer para o um país ter empresas produtivas será “proibido” ter filhos, ou se quiser ter filhos estudo para trabalho liberal. E uma grande chatice de falta de produtividade de entrar e sair na hora. (aparece sempre aquela do entrar a horas entra, mas nunca pode ficar mais um bocado).
Em tempos foi sugerido, para aumentar a produtividade, arranjar trabalhadores sem sentimentos não vá algum ter de ajudar uma velhinha a atravessar a rua e chegar três minutos atrasado,
Voltando ao exemplo, que é nitidamente populista por não ser o que realmente acontece nas fábricas de lanifícios, calçado ou outras de trabalho “à peça ou à obra” ou no caso concreto da montagem de automóveis, e que são o tecido empresarial que pesa para o apuramento da produtividade, que tem a ver com os custos de produção, salário/hora e produto fabricado com ou sem tecnologia de ponta.
Este exemplo apresentado é sempre a mesma treta, que espremido é para casos de empregos do estado.
As mulheres têm sempre desculpas para tudo!
Se não é do cu é das calças.
Curiosamente, neste particular, as mulheres que exercem a mesma profissão, têm os mesmos horários e filhos pequenos, são mais cumpridoras do que os homens
Não deve ter bem a noção do que é que acontece ser ser apenas na função pública. Ou então não deve ser patrão/gerente/encarregado de um serviço que implode por incumprimento, sendo que a lei proteje sempre os prevaricadores.
No exemplo que dei, o exmo. funcionário, no tempo em que esteve a contrato, já a esposa era hospedeira e tinha dois filhos e era um exemplo a seguir. e esta hein ?
As hospedeiras tem olho esperto.
Ah sim? Então porquê?
“..sendo que a lei proteje sempre os prevaricadores.” ?
A lei protege a parte mais fraca, que neste caso será um trabalhador, mas na situação de julgamento com indemnização por o juiz não aceitar a justa causa do despedimento.
O patrão/gerente/encarregado tem no Código do Trabalho legislação para suspender e até despedir com justa causa o não cumprimento do contrato de trabalho.
Não percebo a relação da esposa ser hospedeira (de bordo de aviões?) e o “exmo. funcionário” enquanto a contrato não fumar nem falar ao telefone, e depois veio o vício do tabaco e do telemóvel. Então até era uma justa causa acrescida para levar com um ‘oiça lá mas vem pra trabalhar a ou pra falar ao telemóvel?’, e prevaricando processo disciplinar apontando justa causa para despedimento.
Vamos ver se entendo, como ela era hospedeira e tinham dois filhos , provavelmente antes de ser hospedeira, teria de ser ele a tratar dos filhos, era assim? Então os filhos nasceram no decorrer do tempo do contrato a termo certo, e por que não foi rescindido o contrato por ter chegado o seu termo? Que grande exmo. funcionário foi ele, a aguentar três anos para depois saltar a tampa da falta de respeito para com a entidade patronal.
Patronal ou do Estado, sendo exmo. funcionário é do Estado.
Pois é… três anos quase imaculados, para depois dar nisto…
A contracto, também fumava e falava ao telefone, menos tempo e menos ostensivamente.
Há pessoas que seguem à letra aquela máxima do Da Vinci : “paus e pedras partem-me os ossos, mas palavras não me atingem”. Por isso falar para quê? Ouve , diz que sim e pronto,continua como se nada fosse. Tem uma data de direitos!
Até agora os prémios anuais foram suspensos devido ao estado de pandemia, mas irão voltar e este exemplar irá bradar aos céus e ameaçar com N entidades, como de costume, por se sentir “injustiçado”.
“esse exemplar” é um caso dos trabalhos para a entidade patronal (não sei se publico ou privada).
Como é que fuma em recintos fechados e como é que telefona do local de trabalho sem ser em serviço ou em caso de urgência familiar?
Parece que “esse exemplar” tem as costas quentes por qualquer razão.
É o típico abusador. Não tem as costas quentes, apenas se sabe movimentar pelos interstícios da legislação. Gostava de ter notas de 100,00€ como quantas as reprimendas que teve. Nenhuma delas tem fundamento legal para processo disciplinar , por isso…
Um colega foi obrigado a preencher uma folha de falta por 3 min devido a acidente de viação que ocorreu a 500 m da empresa e que “toda” a gente viu.
A tolerância é de 10 minutos. Não deveria ser prática diária, mas parece que sim.
Tolerância de 10 min, todos os dias , ou é por semana ou por mês ou ao ano ?
Se houver um atraso ente 5 a 10 minutos ( numa base diária, não consecutiva), não há penalização, do mesmo modo que se for necessário ficar 5 a 10 minutos após o expediente, não há retribuição. Após o expediente, fechou….
Obrigado pelo esclarecimento.
Disponha!