Hoje é dia de


Maria Dulce Fernandes,

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No dia 16 de Maio celebra-se O Dia Internacional da Luz

“O Dia Internacional da Luz celebra-se anualmente e procura realçar a importância fundamental que a luz representa no nosso dia a dia, a todos os níveis, estando na origem da própria vida através da fotossíntese.

Este dia celebra o papel vital que a luz desempenha na ciência, na cultura, na arte, na educação e no desenvolvimento sustentável, assim como em áreas tão diversas como a medicina, a ciência, as comunicações e a energia.

Por entre várias culturas, a luz é tida como um símbolo universal de vida, de inclusão e de renovação em oposição à escuridão, que representa a ignorância e a intolerância.

A data foi instaurada de forma a coincidir com o nascimento de Theodore Maiman, engenheiro e físico que realizou a primeira e bem sucedida operação a laser.“

“No princípio era o verbo, e o verbo estava com Deus, e Deus era o verbo. E Deus disse “faça-se luz”, e a luz fez-se, e Deus viu que era bom.”

E com a luz em forma de energia, Deus criou os céus e os corpos celestes. Deus criou a Terra, criou os mares, criou as plantas e os seres que viviam nos mares, nos rios e nos lagos e ensinou-os a buscar a luz, a energia que dá a vida e se chama Deus. Sempre em busca do criador e da luz, aventuraram-se em terra e adaptaram-se. Disse-lhes Deus: “Crescei e multiplicai-vos” e assim foi como Deus quis. Aos primeiros seres com capacidade de entendimento e dominância, chamou-lhes Deus homens e deixou-os crescer,  progredir e mandar na terra.

Então os homens aprenderam o fogo e fizeram luz e, à semelhança do criador, construíram países e conquistaram terras e fizeram guerras, tudo à luz dos mandamentos do seu Deus, que interpretaram e interpretarão sempre a seu belo prazer, de acordo com as circunstâncias e as suas vontades e desejos. 

E a luz tornou-se vital e também poder e destruição.

 

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No dia 16 de Maio celebra-se O Dia Internacional da Convivência Pacífica

“O Dia Internacional da Convivência Pacífica celebra-se anualmente nesta data.

Este dia defende o desejo de viver e agir em conjunto, unidos nas diferenças e na diversidade, a fim de construir um mundo sustentável de paz, solidariedade e harmonia.

Deste modo, para que haja vida em união pela paz, incentiva-se a aceitação das divergências entre seres humanos e a capacidade de ouvir, reconhecer, respeitar e apreciar quem nos rodeia.

Foi instituído na resolução 72/130 da Assembleia Geral das Nações Unidas, e reforça a importância de viver num contexto de não-violência, sem discriminação religiosa ou cultural e do diálogo entre os povos.”

Alguns membros do Conselho Permanente, devem seguramente ter tirado férias no dia em que esta resolução foi aprovada. 

É notório que para os que desconhecem “a importância de viver num contexto de não-violência, sem discriminação religiosa ou cultural e do diálogo entre os povos” e para quem os apoia, que deveriam ter a sua afiliação, permanente ou não, terminada, porque a imunidade não deve ser parcial e  muito menos inimputável. 

 

(Fotos  Google)

14 comentários em “Hoje é dia de”

      1. 1 – Um debate com nível científico sobre esta questão que formulei, é o que actualmente se está a fazer aqui na universidade, acompanhando as revistas e universidades mais prestigiadas do mundo.
        2 – A qualidade do debate sobre esta questão, não depende apenas dos conhecimentos-de-base dos comentadores (em “STEM”, e “história da Ciência”), depende também da vontade de que nível querem que o debate tenha (neste caso no “Delito”).

        1. Eu não estudei física ou astrofísica. Tenho um conhecimento médio da luz e por tal não me alonguei mais do que as minhas competências permitem. Se algum leitor/ comentador aceitar o seu repto para um debate de nível elevado, estejam à vontade.
          Até porque um assunto que não traz polémicas políticas de bradar aos céus, para mim é muito bem vindo.

          1. 1 – Actualmente, a Física é confrontada com uma crescente lista de “anomalias” (isto é, “resultados experimentais que entram em conflito com o modelo-padrão, que resultam de previsões teóricas e medições experimentais”).
            1.1 – Por exemplo, em 2013, para o estudo da “anomalia muon”, o projeto “Muon g-2 Collaboration” adquiriu um íman de 15 metros de largura para o “FermiLab” (EUA). E com ele, prosegguiram as experiências científicas designadas na Física por “Muon g-2” e “Belle II”. Chris Polly, do FermiLab, afirmou: “Consideramos que deve haver algo mais, do que apenas o que o «Modelo-Padrão» pode prever”.
            1.2 – O valor experimental para o «momento magnético do muon» permaneceu essencialmente inalterado desde 2001, quando foi medido pela última vez. Mas uma “anomalia” tornou-se cada vez mais forte — chegando agora a 3,3 sigma (Nota: A maioria das “anomalias” nunca chega a 5 sigma, equivalente a um acaso de uma em 3,5 milhões de hipóteses, o que é necessário para reivindicar uma descoberta em Física).
            2 – Outro exemplo: — Uma nova “anomalia da KOTO” surgiu em fevereiro de 2020, numa experiência no JPARC (Japão), ao medirem a vida de “kaons neutros”. Jia Liu, física teórica da Universidade de Chicago, escreveu um artigo (“A Light Scalar Explanation of (g−2)μ and the KOTO Anomaly”, 2020, Cornell University) que propunha uma partícula leve, semelhante a Higgs, que interagiria com os “muons” e explicaria tanto a anomalia koto como a anomalia muon.
            3 – O físico Patrick Meade, em 2021, admitiu que mudou a forma de trabalhar em Física. Afirmou: “No início dos «anos 2000», todos estavam a tentar resolver os seguintes problemas: «o que é naturalidade — o Natural (a categoria pela qual o ser-humano define o que é a Natureza)? Posso arranjar um modelo para a origem do sabor? Posso resolver a gravidade quântica? Porém, actualmente, o trabalho mudou, focando-se em como as novas partículas interagem com o bosão Higgs”.

          2. Physique : tentative de compr´ehension du monde (du plus proche au plus
            lointain, du plus gros au plus petit) et des lois qui le gouvernent
            mod`eles (« cartes ») math´ematiques qui sont confront´es avec le r´eel
            trouver le simple et universel derri`ere le complexe et particulier

          3. Carlo Rovelli – Teoria quântica:
            o mundo que você vê não é o que você vive

    1. 1 – A questão que formulei, para ser mais fácil para quem não está familiarizado com a Física, e para que isso não impeça o debate, pode ser transportada para uma analogia. Para a diferença entre “Comunicação” e “Informação”.
      2 – “Comunicar” será o mesmo que “Informar”? «Enviar e receber “mensagens”» será o mesmo que «estabelecer ou acontecer uma relação entre emissor e receptor»?
      3 – O mesmo se passa na Luz, entre «uma coisa que supostamente a imana», e a tese diferente, de que é resultado de uma relação entre coisas (partículas).
      4 – Só se já tivéssemos chegado à «menor partícula de todas» (ao limite da equação de Max Planck) é que poderíamos responder com mais segurança à questão que formulei.

      1. Se em comunicando consigo, por exemplo, lhe posso estar a passar alguma informação?
        Depende, não é? Para comunicar é necessário pelo menos um emissor e um receptor.
        Informar é enviar uma mensagem, que até pode nunca ser recebida, mas foi comunicada… penso eu de que…

      2. Não está a haver aí uma certa confusão entre luz natural e luz artificial? É que a luz natural não “imana” nada, o que “imana” é a luz artificial. A luz natural é apenas a ausência de sombra.

  1. tenho um carimbo para assinalar os meus livros com a inscrição « A LUZ VEM DO ORIENTE»
    conheço a Praça da Concórdia onde funcionava a guilhotina durante o Terror

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