Hoje é dia de


Maria Dulce Fernandes,

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Hoje celebra-se O Dia do Azulejo

«A origem do azulejo é egípcia, mas foram os árabes que trouxeram a técnica à Península Ibérica, na Idade Média. A palavra azulejo vem de “al-zulaich” — que significa “pedrinha polida” em árabe.

As obras muçulmanas do sul de Espanha foram a porta de entrada para este tipo de revestimento na Europa. 

O azulejo português tem origem na viagem que o então jovem rei D. Manuel fez a Granada, na ocasião em que combinou o seu casamento com a filha mais velha dos poderosos Reis Católicos de Espanha, Isabel e Fernando.

D. Manuel, que entrou para a história como “o Venturoso”, foi o maior monarca da Era dos Descobrimentos e deu nome às grandes obras de arquitectura gótica que mandou construir: tornou-se conhecido pelo estilo manuelino. 

O azul intenso, que passou a revestir igrejas e palácios em Portugal, é herança chinesa. Mas foi aprendida com os holandeses.»

 

Tenho orgulho na azulejaria portuguesa. Já fui ver fazer azulejos decorativos artesanais, onde nos demonstraram vários métodos da produção. O fabrico em série retira muito do traçado manual original. Há imensos palácios com painéis maravilhosos. O Palácio Fronteira, por exemplo, é uma jóia em azulejaria.

 

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A 23 de Fevereiro assinala-se O Dia do Pinóquio

«Num dia 23 de Fevereiro, em 1940, foi lançado o popular filme de Walt Disney com este nome. “Pinóquio” tornou-se num sucesso global que dura até aos nossos dias. Baseou-se num livro italiano de 1883: “As Aventuras de Pinóquio”, escrito por Carlo Collodi.

Este romance surgiu originalmente em formato de folhetim sob o nome “A História de uma Marionete” numa revista semanal, em 1881. Desde então, as peripécias de Pinóquio atraíram leitores de todas as idades, com destaque para as crianças. O livro é agora considerado uma peça canónica da literatura infantil. 

O “Pinóquio” produzido pela Disney, vencedor de dois Óscares, foi a terceira tentativa de adaptar a história do boneco de madeira ao cinema. Segunda longa-metragem de animação deste estúdio após “Branca de Neve e os Sete Anões”, este filme de animação apresenta-nos muitas personagens que também se tornaram célebres, como o carpinteiro Gepeto, criador do Pinóquio, e o Grilo Falante, o maior amigo do boneco que se torna menino de verdade.»

 

Uma história linda, cheia de encanto visual e musical, e onde abundam lições de moral.

Por cá, também temos o nosso Pinóquio. Pois é assim, cada qual tem o Pinóquio que merece. Quem no final aceita os seus erros e se transforma naquilo que sempre ambicionou ser, é recompensado. Quem não tem vergonha na cara, também. 

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(Imagens Google)

14 comentários em “Hoje é dia de”

  1. a cor azul é a de mais fácil obtenção por intermédio do azul da Prússia e do anil ou indigo «Anil ou Índigo é a cor da luz entre 450 e 480 nanómetros de comprimento de onda, localizada entre o violeta e o azul »

    «Pinóquio, conto de Carlo Collodi
    A história de Pinóquio é difícil de esquecer por muitas razões. Gepeto, um carpinteiro, queria muito ser pai e constrói um menino em madeira. O carpinteiro dá-lhe o nome de Pinóquio. Pinóquio entretanto transforma-se num menino de verdade devido ao amor do pai. Contudo, o menino tinha um grande defeito: mentia muito. Mas sempre que mentia crescia-lhe o nariz. Além disso, toma decisões irresponsáveis, ignorado os avisos do pai.
    O Grilo Falante é a voz da sua consciência, mas Pinóquio insiste em ignorá-lo. Por isso, aprende uma amarga lição ao experimentar as consequências negativas do seu comportamento, mentiras e decisões irresponsáveis. »

    1. Mentir não é um grande defeito numa criança.
      Mentir para a criança é imaginar, criar histórias, construir uma realidade paralela, a história de Pinóquio, alicerça-se muito bem na realidade infantil.
      Nós, adultos, temos de estimular a imaginação infantil mas mantê-la ancorada na realidade, não é fácil mas é estimulante, é muito mais fácil pôr a criança a ver televisão ou a brincar com um telemóvel.

      1. Mentir não é sequer defeito numa criança imaginativa, atendendo a que somos nós quem lhes estimula a imaginação, Pedro. Conforme crescem, cabe-nos a nós, os educadores, entender quando a, chamemos-lhe “confusão”, é inofensiva ou prática corrente. Os miúdos entendem e entendem-nos melhor do que nós pensamos. E quanto a ver televisão ou ver telemóvel, como não estamos na idade média, qualquer aparelho com controle parental lhes poderá proporcionar momentos agradáveis durante uma hora por dia.

    1. Pedir um desejo a uma estrela e ser-lhe concedido… Já viu, António, pedirmos todos que a qualquer pessoa num cargo de liderança ( ex. Os nossos governantes) lhe crescesse o nariz sempre que mentisse… Seria tão engraçado ! Nem caberiam no hemiciclo.

  2. O Pinóquio de por cá, nem sequer foi original, seguiu os pinoqueiros da Cimeira das Lages.
    E também caiu no ridículo, como o que obrigou a cair a nosso país na recepção a Bush. Lá estava o nosso pinóquio a servir de cicerone, com o espanhol (na América somos da Espanha) e com o inglês colonial do tempo do Drake. Que grandes pinóquios.

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