
Hoje é O Dia Europeu da Vítima de Crime
«Esta data foi criada em 1990, na Suécia, para apoiar vítimas de crimes.
A Comissão Europeia lançou a “Estratégia da UE sobre os direitos das vítimas (2020-2025)”, independentemente do Estado-Membro e das circunstâncias em que o crime tenha ocorrido.
A organização “Victim Support Europe” está a organizar um webinar sobre o Futuro da Justiça para as Vítimas na União Europeia, no âmbito da Conferência sobre o Futuro da Europa. Os princípios da justiça segura e a sua aplicação na prática serão delineados, seguidos de uma reflexão sobre o que esta pode oferecer às vítimas de crimes.»
“Vítima de Crime” é uma expressão de sentido lato nestes dias em que vivemos. “(i.e crime de ódio, discriminação, violência doméstica, etc.)” QED. Estes crimes, porque se tratam efectivamente de crimes, são os ” novos crimes” aquele que agora é que contam, que prejudicam, que são ignóbeis e necessários erradicar. Não pretendendo brincar com situações sérias, mas os assassinatos, agressões físicas, e até as violações que não tenham componente pedófila ou muito mediática, e etc, que não se enquadram no exemplo acima, já se tornaram crimes de segunda e terceira categoria.

Hoje é O Dia do Pensamento
«Este dia, também conhecido como Dia do Fundador, foi criado com o intuito de promover a reflexão a nível mundial de vários temas, incluindo a fraternidade. Em alguns países há quem promova “correntes de pensamentos” e realizam-se angariações de fundos para 10 milhões de Guias (o “Tostão Mundial”) a nível global. Como não bastam pensamentos, este é também um dia de acção, com vista a alcançar a amizade mundial.
Outro objectivo deste dia: incentivar mais raparigas e jovens a juntarem-se ao movimento das Guias e Escuteiras.
A iniciativa remonta a 1926, durante a quarta conferência mundial das Guias e Escuteiras, em homenagem a Baden-Powell e sua esposa, fundador e chefe mundial das Guias, respetivamente, nascidos no mesmo dia 22 de Fevereiro.»
No meu tempo de miúda havia o beatismo e o escutismo não era muito divulgado. Depois o meu pai ficou de candeias às avessas com os padres por causa de um baptismo, e acabaram-se as missas para todos, numa altura em que já havia encontros na paróquia e as actividades propostas eram muito interessantes. Tenho pena de não saber mais, mas apoio sempre as boas iniciativas.

Hoje é Quarta-Feira de Cinzas
«Este é um dia santo cristão de jejum, sacrifício e oração. Os seguidores de Jesus, de várias seitas e denominações, muitas vezes renunciam a um horário regular de refeições, comendo parcamente durante 24 horas, especialmente na Sexta-feira Santa. Sabe-se que os cristãos mais devotos comem ainda menos do que isso, limitando-se a pão e água para significar o reconhecimento do jejum de 40 dias e 40 noites de Cristo, conforme relatado nos Evangelhos. A abstinência de álcool também é enfatizada na Quarta-Feira de Cinzas e durante todo o período da Quaresma.
O costume de pôr cinzas na cabeça é atribuído ao Papa Gregório I, o Grande (cerca de 540-604 d.C.), que acompanhou o simbolismo cerimonioso com um verso que pode ser traduzido assim: “Lembra-te que vieste do pó e ao pó voltarás.”
A expressão física do dia, administrada por padres e pastores, é a cinza de palma na cabeça, espalhada no couro cabeludo ou espalhada em forma de crucifixo na testa.»
A única pessoa que me lembro de ter visto com uma cruz de cinza na testa foi a minha Bisavó Júlia, nem creio que fosse por ser religiosa, mas sim para cumprir tradição. Nas quartas-feiras de cinzas era costume termos as férias do Carnaval, não havia escola, por isso, se era suposto pintarem-nos de cinzento, não tenho qualquer ideia.
(Imagens Google)

La palabra “víctima” viene del latín, significa “el vencido” destinado al sacrificio, ver Victoria. Víctima es una palabra latina de la lengua religiosa y designa el animal – en algunos pueblos incluso personas, aunque no en Roma- que son sacrificados o inmolados en un sacrificio religioso
sou uma vítima do marxismo no poder, pela habituação
« Não há kosta que corte a raíz ao pensamento»
finalmente um dia a sério depois de ver umas quantas a rebolar as cadeiras e de ouvir a retórica putinesca
Muitos poucos brincavam ao Carnaval sem ser rebocado, entulho. O Costa só corta é no poder de compra. Qualquer um destes dias, começam-nos a cobrar o ar que respiramos e as emissões de CO2.
O que é que o entulho nos diz sobre esta ‘sou uma vítima do marxismo no poder, pela habituação’ e antiga das rendas 1.110$00.
Maria Dulce Fernandes, porquê a necessidade do ‘d.C.’, na data do Papa……. . Entre os países cristãos utiliza-se ‘Ano do Senhor’ ou ‘a.C.’ se for caso para tal. O ‘d.C.’ só faz sentido ser utilizado noutros calendários não cristãos, p.ex.:dos judeus ou muçulmanos.
Sabe, EU, eu aprendi, à antiga, claro, o a.C. e o d.C. Mas se quer dizer como é comum aos países cristãos, então diga a. D. ( de Anno Domini) porque nunca a.C. quis dizer Ano do Senhor.
O que eu disse foi ‘Ano do Senhor’ ou ‘a.C.’, quer dizer para uma data e para a outra.
O que quero dizer é não ser usual, nós os cristãos, escrevermos ‘d.C.’ por ser sempre depois de Cristo, e logicamente o ‘a.C.’ fazer sentido. Até, julgo, não encontrar nenhuma datação/ano com essa indicação ‘d.C.’ por desnecessária.
Aceito as suas desculpas pela confusão. É que lido assim que fazer parecer que a.C. quer dizer ano do Cenhor.
“Serei pó mas pó enamorado”. Quevedo ?
Cinzas. No meu tempo avós e pais compravam roscas delas para as lareiras.
Quevedo sabia. Acredito no pó enamorado. Enamorado de vida?
Não tenho ideia de cinza para lareiras. De limpar cinzas das lareiras e braseiro em Rodeios, lembro-me lindamente. Apanhavam-se depois de arrefecerem com uma pá de ferro para dentro de um balde enferrujado, e ficavam amontoadas numa pilha na casa do forno.
Essas tais rosca de cinzas,do que ainda me lembro ver,eram colocadas na borda das lareiras para “moderar” o lume desperto e sendo necessário por cima dele mais afoito. Julgo ter visto na net exemplares.