
Hoje é O Dia Internacional da Criança com Cancro
«Este dia foi criado pela organização Childhood Cancer International para ajudar todas as crianças vítimas de cancro a conseguirem acesso a melhores tratamentos e medicamentos, bem como dar apoio às famílias e amigos.
Pretende-se sensibilizar os cidadãos sobre o cancro infantil, incentivar as entidades que trabalham nesta área e reunir verbas através de eventos de angariação de fundos.
O Instituto Português de Oncologia do Porto assinala a efeméride com uma exposição de palavras que reflectem as emoções das crianças e jovens em relação à doença..
Sob o mote “O cancro faz-me sentir…”, o Serviço de Pediatria procurou auscultar 30 crianças e adolescentes, internados ou em seguimento no Instituto, e desafiou-os a expressarem a sua relação com o processo de tratamento através do infindável poder das palavras.
Em 2020, ano da pandemia, a oncologia pediátrica foi uma área na qual se verificou um incremento do número de doentes referenciados. As taxas de sobrevivência são elevadas, acima dos 80%.»
[..]Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança…
E descalcinhos, doridos…
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!…
Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!…
Porque padecem assim?!…
E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
e cai no meu coração.”
É de partir o coração. Não tenho palavras.

Hoje é O Dia Internacional da Síndrome de Angelman
«O Dia da Síndrome de Angelman é assinalado em Fevereiro por ser o mês das doenças raras e no dia 15 por implicar a ausência ou a imperfeição do cromossoma 15 que origina esta doença. A síndrome de Angelman é um distúrbio neurológico que causa alterações do comportamento. Caracteriza-se, entre outros, pelo atraso severo no desenvolvimento, dificuldade na fala, distúrbios no sono, convulsões, movimentos desconexos e sorriso frequente.»
O que antigamente era ser ” maluquinho”, “aleijadinho”, ” ceguinho”, etc, fazia parte do “atraso” com que se nascia e condicionava a vida a partir desse momento. A maior parte das incapacidades estão identificadas e muitas felizmente têm tratamento com percentagem de sucesso suficiente para os seus portadores poderem ser integrados na sociedade. Esta síndrome especificamente tem tido muito sucesso no aperfeiçoamento da comunicação.

Hoje é O Dia de St. Skeletor
«O Dia dos Namorados, celebrado ontem, é tudo menos agradável quando alguém não tem par amoroso. Ninguém quer estar cercado por ursinhos de peluche caros, casais envolvidos em demonstrações de carinho e tudo embrulhado em embalagens românticas.
É aqui que entra o Dia de St. Skeletor. Em 1998, o comediante britânico Richard Herring reconheceu a necessidade de todas as pessoas sem namorada ou namorado terem um dia para odiar pacificamente o amor. O Dia de St. Skeletor oferece a oportunidade de fazer isso. Chama-se assim devido ao Skeletor, um antagonista do He-man, pouco dado a lamechices, na série televisiva Masters of the Universe, e passou a ser assinalado a 15 de Fevereiro.»
Nunca fui fã do He-Man ou da She-ra. Sempre fui mais Lion-O, Cheetara ou Panthro, que tinha o Mum-Ra, asqueroso e tenebroso, mas mais estiloso como vilão ou anti-herói do que o Skeletor, que era um esqueleto-on-steroids. São escolhas de stand up…
(Imagens Google)

A primeira é de partir o coração, as outras duas desconhecias mas é sempre interessante aprender. Obrigada pela partilha!
Não tem de quê!
As taxas de sobrevivência são elevadas, acima dos 80%.
Isso é porque 90% dos cancros de crianças são leucemias, as quais atualmente são quase todas curadas (no passado isso não era o caso).
Mas há outros cancros infantis que são bem menos tratáveis que as leucemias.
É verdade. Com os transplantes de medula óssea, o avanço no tratamento das leucemias foi significativo.
“O que antigamente era ser ” maluquinho”, “aleijadinho”, ” ceguinho”, etc, fazia parte do “atraso” com que se nascia e condicionava a vida a partir desse momento. ….”
E havia aquela horrorosa e estupida propalada crendice ‘alguma coisa a mãe fez para deus a castigar’.
É verdade. Eu tinha um medalhão que se usava antigamente. A minha filha nasceu com um sinal grande num joelho, vieram logo as comadres ralhar que sim, que deveria ter tirado o medalhão e que podia dar graças a Deus de a mancha não ser na cara…
durante 30 anos frequentei a melhor biblioteca da Europa ocidental e tive oportunidade de conhecer PESSOAS de grande nível humano e profissional.
ficaria admiradíssima se soubesse quem me contou o que disse e muito mais.
Finito la rigolada!
Sendo a melhor de todas a do Escorial de Madrid, sei lá quem poderá ter encontrado por lá! Cervantes?