
Hoje é O Dia Internacional em Memória da Vítimas do Holocausto
«De 1941 a 1945, a Alemanha e seus países cúmplices organizaram o assassínio sistemático de mais de seis milhões de judeus. O Holocausto, também conhecido como Shoah, foi a “Solução Final” da Alemanha nazi para eliminar todos os judeus ao seu alcance. No final da II Guerra Mundial, cerca de dois terços da população judaica da Europa tinha sido assassinada.
A Assembleia Geral da ONU, em 2005, instituiu este Dia Internacional da Memória do Holocausto. Para o mundo recordar este genocídio e evitar que possa repetir-se.
Muitos países estabeleceram Dias em Memória do Holocausto. Vários destes marcos no calendário, como o Dia em Memória do Holocausto no Reino Unido e Europa ocorrem a 27 de Janeiro, enquanto outros, como o Yom HaShoah de Israel, são assinalados noutras datas. Milhares de pessoas reúnem-se a cada ano em todo o mundo, para evocar a memória dessas vitimas, honrar os sobreviventes e todos aqueles cujas vidas foram alteradas de forma irremediável pelo Holocausto.»
Com a guerra na Ucrânia, a memória de todas as atrocidades cometidas por regimes totalitários contra os seus próprios povos está mais em foco do que nunca. Como é possível que um povo se volte a submeter aos caprichos de um ditador e continue a massacrar decidida e inexoravelmente toda uma nação? A história nunca ensina seja o que for à tirania. Mas devia. Nunca qualquer um deles deixou um país cujos valores, as fronteiras e a própria independência não acabassem por soçobrar como castelos de cartas.

Hoje é O Dia Internacional do Vinho do Porto
«Hoje realizam-se actividades lúdicas em diversas adegas com provas de Vinho do Porto. As fotos do dia podem ser partilhadas nas redes sociais com a hashtag #PortDay. A data foi criada em 2012 pelo Center for Wine Origins, instituição dos EUA da qual o IVDP (Instituto dos Vinhos do Douro e Porto) faz parte.
A 10 de Setembro, desde 2014, também se comemora o Dia do Vinho do Porto, uma vez que a 10 de Setembro de 1756 foi criada pelo Marquês de Pombal a primeira Região Demarcada e regulamentada do mundo, o Douro Vinhateiro.
Esta região engloba cerca de 250 mil hectares, com 44 mil compostos por vinhas e 32 mil autorizados a produzir Vinho do Porto. Em terra de socalcos existem mais de 100 castas aptas à produção. Se a região é demarcada há mais de 260 anos, a produção na região é já milenar, antecedendo a ocupação romana. Cerca de 65 mil pessoas estão hoje aqui envolvidas na produção do vinho.
O Douro é considerado Património da Humanidade pela UNESCO como “paisagem cultural evolutiva e viva”, estando dividido em três sub-regiões (Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior).
- 85% da produção deste vinho é para exportação (7,5 milhões de caixas por ano).
- França, Portugal, Reino Unido, Holanda, Bélgica e EUA são os países que mais consomem esta bebida.
- O Vinho do Porto está presente em cerca de 120 mercados.
- As vendas rendem 365,4 milhões de euros (em 2013).
- O seu nível de álcool varia entre 16,5% (branco leve seco) e 22%.
- Existem quatro estilos de Vinho do Porto: Tawny (envelhecido em pipa), Ruby (envelhecido em garrafa), Branco e Rosé.
- EUA, Argentina, África do Sul e Austrália são alguns países que produzem imitações fraudulentas do vinho do Porto.»
O Vinho do Porto é um dos nossos produto mais exportados, mas curiosamente, em muitas partes do mundo, existem pessoas que acreditam que é um vinho espanhol. Em sendo Portugal uma província de Espanha, faz até todo o sentido. Os espanhóis não desmentem, os portugueses também não, ou pelo menos não explicam, para além de qualquer dúvida que este país não é uma província espanhola. Claro que existe o Turismo de Portugal, como existe o Turismo de Lisboa, o Turismo da Madeira ou o Turismo dos Açores, por exemplo.
(Imagens Google)

devo ter origem Judaica: um familiar se tivesse ido a Israel diziam-lhe de que tribo descendia
das leituras feitas em arquivos em 3 países fiquei convencido que 90% da historia dita contemporânea é conversa fiada. o lóbi sionista quer impor a sua versão como única. Hitler com 3 milhões de SS não precisava de campos de extermínio longe da Alemanha, tão pouco havia 8 milhões de Judeus na Europa central em 1939. li várias vezes o Mein Kampf e está longe de se como Der Spiegel um espelho distorcido.
fazíamos vinho abafado ou jeropiga normal e adamado.
gosto de colocar vinho do Porto nas maçãs reinetas assadas e beber um ‘calce’ de quando em vez.
diziam-lhe de que tribo descendia
Todos os judeus atualmente existentes são, supostamente, descendentes de apenas uma das doze tribos de Israel (creio que a tribo de Benjamim, não estou bem certo). As outras onze tribos, supostamente, extinguiram-se todas, ou “perderam-se” – são designada como as onze tribos “perdidas”.
Judá, Benjamim e Levi… Na sua alma mater.
O que se pode pensar que e o que na realidade aconteceu… entulho, nunca o tive como um desmistificador do Holocausto! Nem entendo quem o afirma, lamento.
Ser descendente de judeus é vingança , é Maktub, sei lá.
li bastante sobre o relacionamento Hitler e Judeus antes e depois de eleito Chanceler. claro que a culpa é exclusiva do 1º e judeus não passam de santas pessoas. a mim só me interessam factos, mas actualmente «contra argumentos não há factos»
«nada é o que parece»
«Arendt toma la declaración judicial y la evidencia histórica disponible, y hace varias observaciones acerca de Eichmann:
Eichmann declaró en el juicio que él siempre había tratado de cumplir con Immanuel Kant y su imperativo categórico (como se explica directamente en las páginas 135-137). Ella sostiene que Eichmann había tomado esencialmente la lección equivocada de Kant: Eichmann no había reconocido la regla de oro y el principio de reciprocidad implícito en el imperativo categórico, sino que sólo entendía el concepto de acciones de un hombre, coincidiendo con la legislación general. Eichmann había intentado seguir el “espíritu” de las leyes llevadas a cabo, como si el propio legislador lo aprobara. En la formulación de Kant del imperativo categórico, el legislador es la moral autónoma, y todos los hombres son los legisladores
Não há factos?!
« El Camino de los Hombres es el Camino de la Pandilla
Cuando alguien le dice a un hombre que sea hombre, quiere decir que hay una manera de ser hombre. Un hombre no es solo una cosa para ser, también es una forma de ser, un camino a seguir y una forma de caminar. Algunos intentan hacer que la virilidad lo signifique todo. Otros creen que no significa nada en absoluto. Ser bueno para ser hombre no puede significar todo, pero siempre ha significado algo.
Jack Donovan in El Camino de los Hombres
Seja, até, porque onde há dois homens há dois pensares. No III Reich havia uma data deles e pensamento colectivo.
Está a desconversar porque não consegue explicar?
Quem, eu?
El camino de la vida, o La Pensée de l’Humanité, como se
publicó en francés en 1912, o The Pathway of Life: Teaching
Love and Wisdom, como apareció en inglés en 1919, o también Il cammino della saggezza, como se conoce en italiano
gracias a la edición publicada en 2010 para conmemorar
el centenario de la muerte de Tolstói, vio la luz en ruso en
1911, unos meses después de que Lev Nikoláievich Tolstói
falleciera en la estación ferroviaria de Astápovo
Ainda bem que a história não é escrita por si.
Com a guerra na Ucrânia, a memória de todas as atrocidades cometidas por regimes totalitários contra os seus próprios povos está mais em foco do que nunca. Como é possível que um povo se volte a submeter aos caprichos de um ditador e continue a massacrar decidida e inexoravelmente toda uma nação?
A guerra na Ucrânia é uma guerra como as outras, que causa, naturalmente, algumas vítimas civis. Nada tem a ver com o Holocausto, que foi um trabalho metódico e propositado de extermínio de um povo, o qual povo nada tinha a ver com a guerra.
O assassínio sistemático e propositado de Inocentes ucranianos é o Holocausto do século XXI, até porque dentre os sacrificados ao regime nazi estão também “ciganos, polacos, comunistas, homossexuais, prisioneiros de guerra soviéticos, Testemunhas de Jeová e deficientes físicos e mentais”, daí que a palavra não possa significar apenas o ” extermínio de um povo”.
Que nunca se esqueçam, para não repetir, todos os Auschwitz, e Holodomores.
A bestialidade da raça humana sempre me surpreendeu.
Porquê meu Deus?
Bom fim de semana Dulce
Daí que a célebre frase de Hobbes faça todo o sentido, António.
Homo homini lupus?
Isso mesmo, Bal.
Condição humana descrita e divulgada nos 10 Mandatos
E amplamente cumprida, pelo que leio por aqui.
Qualquer guerra, ou em qualquer guerra, comentem-se atrocidades, como p.ex. bombardeamentos a locais com civis.
Agora o Holocausto é outra coisa. Antes de 1 de Setembro de 1939, início da 2ª Guerra Mundial, já os nazis tinham criado campos de concentração para extermínio dos judeus alemães.
O Vinho do Porto, assim registado e conhecido, é um vinho generoso produzido com uvas da região do Douro e aguardente vínica.
Não sei se uma garrafa de Porto é mais ou menos cara em relação à casta das uvas utilizadas. Na garrafa de Porto não vem mencionado a casta utilizada.
No restaurante do Hotel da Sra. dos Remédios, em Lamego, um cabrito no forno e arroz de alguidar foi acompanhado com ‘tinto da casa’ de 13º, por ser mais barato. Vai um Porto para aperitivo, perguntou o chefe das mesas, não para não fazer misturas, respondi. É da mesma casta, pode beber à vontade, explicou o chefe.
O ‘tinto da casa’ era da casta Roriz e nada de especial, e Porto era doce e sabia bem.
Julgo que o vinho tinto do Douro, vendido em garrafas “Quinta do Crasto”, “Vallado”, “Pacheca”, que custam mais de 20 €, não é utilizado na produção do Porto.
Um emigrante romeno, que em 1999 tratei da documentação de legalização, ofereceu-me uma garrafa de vinho generoso Tokaij. É Porto da Hungria, disse ele.
Este vinho generoso Tokaij, é bem mais antigo que o nosso Porto nas cortes europeias.
E a propósito de vinho. Agora, aparece com grande frequência em filmes/séries de TV, o deita abaixo um tinto como dantes era um whiskey. Chega a ser anedótico um copo de tinto numa séria reunião de administração, mas de enredo dos anos 1950, que não havia essa moda.
É isso do copo de tintol e a cerveja, seja onde for, bebida pela garrafa.
Ainda sobre o Portugal ser Espanha, para muitos estrangeiros, principalmente ignorantes americanos, é por fazerem confusão entre Ibéria e Espanha.
Os escoceses não estão de modas, devolvem as cartas destinadas a Glasgow (England).
Traduz-se Holocausto por isso mesmo, genocídio de judeus pela Alemanha Nazista durante a Segunda Guerra Mundial, mas morreram do mesmo modo muitos não judeus, pelo que a palavra se tornou mais abrangente. Está até, veja bem, na Wikipédia.
Sim, sim tem toda a razão. Não foram só os judeus, até foram alguns alemães com feições morenas. Isso foi o Holocausto: extermínio dos não arianos.
Na guerra civil de Espanha foram bombardeadas muitas localidades dos republicanos pelos fascistas de Franco e até pela aviação fascista italiana e nazi dos alemães. Tratou-se de um bombardeamento sobre a população que era pelos republicanos. A aviação inglesa bombardeou muitas cidades alemães incluindo Dresden que nem tinha sequer aparelho militar montado e morreram milhares de alemães e a cidade destruída.
Estes casos não são nenhum Holocausto. Houve muitos republicanos espanhóis capturados ou se renderam e escaparam ao fuzilamento, e sobreviventes alemães de Desdren que não mais foram perseguidos, ainda dentro do período da guerra.
E as execuções? E as valas comuns, provenientes de execuções em massa? Estou em crer que não foram resultado de bombardeamentos aéreos. Estamos no século XXI, e ainda há quem queira levar a guerra para fora das playstation e afins, e ainda há quem pense que é tudo muito natural numa guerra…
Entretanto nas notícias censuradas, comedores de grilos: N/TXT/HTML/?uri=CELEX:32023R0005&from=EN
https://eur-lex.europa.eu/legal-content/E
Já vi à venda, online é certo, farinha de grilo. Devia ter proveniência não Europeia. Não tarda nada os grilos tornam-se espécie em extinção, principalmente se a farinha for sem glúten.
Bem, com um cálice de vinho do Porto até pode ser bem bom.
Quem é que não foi de férias à Tailândia ou ao Vietnam e não comeu tudo do que mexe e mais alguma coisa.
Farinha de grilo pode ser boa para quem tem problemas de voz.
Ou xarope de grilo para quem perder o pio…