Hoje é dia de


Maria Dulce Fernandes,

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Hoje é O Dia Internacional do Riso

«O Dia Internacional do Riso celebra-se (com alegria) a 18 de Janeiro. Este dia chama a atenção para a importância de nos rirmos. O riso é um comportamento humano que proporciona bem-estar. 

  • redução do stress;
  • queima de calorias;
  • melhoria da qualidade do sono;
  • fortalecimento abdominal;
  • melhoria da circulação sanguínea;
  • melhoria da respiração;
  • melhoria da digestão;
  • fortalecimento do sistema imunológico;
  • estímulo da criatividade;
  • criação de laços com outras pessoas.

Rir mais é viver mais e melhor.

Rir é o melhor remédio (e é de graça).

Uma gargalhada por dia, não sabe o bem que lhe fazia.

Ria como se não houvesse amanhã.

Rir é dos melhores prazeres da vida.

Rir aumenta a qualidade de vida.

Ria. Por si e pelos outros.»

 

Muitas vezes, ao ler as notícias, pergunto-me se é para rir. O sucessivo ridículo do dia a dia com que os “noticieiros” nos bombardeiam, cada qual à sua maneira, obedecendo às directrizes da cor que servem, poderia ser para rir, se não fosse uma tristeza. 

Presentemente, limito-me a interiorizar e a ignorar. Tem de ser ou a minha vida seria um confronto pegado. Não querer ver é o pior defeito dos acólitos do partido do governo. O segundo pior defeito é haver sempre uma qualquer explicação que desculpa o surreal, que é indesculpável. No tempo do Sócrates comprei uma guerra. Foi muito mau. É da discussão que nasce a luz? Nasceu apenas dez anos depois. A política é suja e exaure, consome a energia, a saúde e a boa disposição. Mas no fundo até acaba por ser para rir.

 

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Hoje é O Dia do Vidreiro

«As matérias-primas do vidro sempre foram as mesmas, desde milhares de anos atrás. Só a tecnologia é que mudou, acelerando o processo, e possibilitou maior diversidade no seu uso.

O vidro é 100% reciclável. Todos os recipientes de vidro, mesmo os quebrados, podem ser transformados em novos produtos.

Existem muitos tipos de vidros que apesar de partirem da mesma base, possuem composições diferentes, de acordo com a finalidade a que se destinam:

– Vidro para embalagens: garrafas, potes, frascos e outros vasilhames fabricados em vidro comum nas cores branca, âmbar e verde;

– Vidro plano: vidros planos lisos, vidros cristais, vidros impressos, temperados, laminados, aramados e coloridos fabricados em vidro comum;

– Vidros domésticos: tigelas, travessas, copos, pratos, panelas e produtos domésticos fabricados em diversos tipos de vidro;

– Fibras de vidro: mantas, tecidos, fios e outros produtos para aplicações de reforço ou de isolamento;

– Vidros técnicos: lâmpadas incandescentes ou fluorescentes, tubos de TV, vidros para laboratório, para ampolas, para garrafas térmicas, vidros oftálmicos e isoladores elétricos.

Em estado natural, o vidro existe na natureza desde os tempos pré-históricos, muitos milénios antes de ser elaborado pelo primeiro artesão.

Alguns autores supõem que o vidro foi descoberto pelos primeiros fundidores de metais ou até pela vitrificação acidental de uma peça de barro cozido.

O historiador Caio Plínio II (27-79 d.C), na sua obra “Historia Natural”, atribuiu o descobrimento do vidro a mercadores fenícios que desembarcaram nas costas da Síria e, necessitando de fogo, improvisaram fogões, usando blocos de salitre sobre a areia. Passado algum tempo, notaram que do fogo escorria uma substância líquida e brilhante, que se solidificava imediatamente: o vidro. 

Os vidros mais comuns têm uma composição química muito parecida com a da crosta terrestre, que é a camada externa de nosso planeta, onde vivemos.»

https://www.caestamosnos.org/autores/autores_c/Carlos_Leite_Ribeiro-anexos/EFE/dia_mundial_Vidreiro/vidreiro.htm

 

A vida sem vidro… O vidro é um daqueles materiais que faz parte da vida de todos nós desde que nascemos. Mais frágil do que a própria vida, é na realidade mais resistente e mais duradouro. Janelas, biberões, termómetros, copos e garrafas, são seguramente o primeiro “contacto” de um humano com o vidro. O link acima, de onde retirei o excerto publicado, traz-nos não somente a história do vidro e dos vidreiros, como também a da região de Portugal onde se concentra esta arte e a indústria da produção.

(Imagens Google)

15 comentários em “Hoje é dia de”

  1. há quem se ria conosco e quem se ria de nós
    neste último caso está o pm, o político mais nocivo e impreparado de sempre. com tantos casos de toda a ordem:
    « Daqui pra frente
    Tudo vai ser diferente
    Você tem que aprender a ser gente
    Seu orgulho não vale nada, nada »

    Plínio, o Velho, assistiu ao sepultar de Herculano e Pompeia, mas foi o Novo que deixou o relato. felizmente não se perdeu a sua longa obra. outros só ‘obraram’.
    li algures que em Japonês se diz ‘biduru’. a ser do verdade o introdutor era nortenho. hoje estamos léguas atrás do Japão sem recuperação possível

  2. Bom dia Dulce,
    no dia 18 de Janeiro de 1934 houve uma revolta dos vidreiros da Marinha Grande. O Estado Novo estava a instalar-se e esta terá sido a última manifestação do período fortemente marcado pelo anarco-sindicalismo que antecedeu o regime salazarista.
    Era suposto que este movimento fosse seguido por outros centros operários pelo país fora, mas acabou por ter sido praticamente o único.
    Durante a noite os operários fecharam o acesso à Marinha Grande, ocuparam o posto da GNR, tomaram-lhe as armas e às 6 da manhã tinham a cidade controlada. Depois, após algumas reviravoltas, militares da GNR e do Exército, vindos de Leiria, acabaram por tomar conta da situação.
    Seguiu-se a prisão de 119 revoltosos. Alguns são rapidamente libertados, mesmo sem irem a julgamento, enquanto outros foram julgados e condenados a diferentes penas de acordo com o grau de envolvimento. São enviados para o Aljube, Angra do Heroísmo e para o Tarrafal. Alguns nunca mais regressaram. Soube há pouco tempo que um familiar do Sr. Henrique Neto, conseguiu não ser apanhado, fugiu para Lisboa e viveu totalmente incógnito na casa de familiares durante muitos meses.
    Esta data foi instituída pelos marinhenses para homenagear os revoltosos. No centro da cidade (numa rotunda) esteve até há pouco tempo, uma estátua de homenagem a este acontecimento, que está a ser (ou para ser) mudada de local. É uma data sempre assinalada pelos sindicalistas e vidreiros em geral.
    Há pouco tempo foi editada mais uma publicação sobre este acontecimento, com muitos documentos relativos à revolta de 18 de Janeiro.
    É um assunto que me tem interessado e sobre o qual continuo a recolher dados.
    https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/sindicato-vidreiro-edita-livro-que-conta-a-historia-do-18-de-janeiro-de-1934
    Viva a arte vidreira e os seus artistas!

    1. tinha 3 anos. aos 18 conheci um dos revoltosos num consultório médico em Lisboa. acompanhava filho da minha idade, que tal como eu apanhara a gripe chamada ‘italiana’. conversa muito interessante.

      faleceu LoLo. que tenha o descanso que merece

    2. Encontrei o blogue no link que publiquei que tem uma informação bastante completa sobre as origens do vidro e a evolução da produção do vidro em Portugal, mas não desenvolve a parte da revolta dos vidreiros da Marinha Grande, Paulo. Agradeço o complemento. E que haja sempre que valorize a arte do vidro e quem nela trabalha com gosto!

  3. O Porto Canal passou na 5ª. ou 6ª. feira da semana passada (é procurar na box) uma sensacional reportagem sobre o vidro, artesãos ainda em actividade, museu do vidro na Marinha Grande, que vale a pena ver … e guardar para memória futura, antes que os robots tomem conta disto tudo…

  4. Coitados desses operários cuja cabeça foi martelada e soprada por anarquistas. Ainda bem que o foco de infecção foi controlado.
    Aí bem perto mas já no distrito de Santarém fica Rio Maior famoso pelas suas ” MOCAS “.
    Quanto ao vidro infelizmente veio pouco a pouco a ser substituído pelo plástico, como eu adoro as garrafas de vidro.

    1. Alexandre N., consultando a Wikipedia sobre a revolta da Marinha Grande em 1934, não ficamos com ideia de nenhuma epidemia.

  5. Graça nossa, todos os dias nos dá motivos para rir quem tinha obrigação de se conduzir com seriedade.

  6. Tive um colega de trabalho, que chegou a chefe, muito parecido fisicamente com Fernandel.
    Dava sempre vontade de rir com falava com os dentes sempre bem à mostra, e quando chegou a chefe refilava ‘estás a rir pra mim ou a rir de mim?’

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