
Hoje celebra-se O Dia Internacional para a Abolição da Escravatura
«Esta data, instituída em 1949, procura alertar para a existência de situações de escravidão que, segundo a Organização Internacional do Trabalho, atingem mais de 40 milhões de pessoas em todo o mundo. A escravatura desenvolveu-se de diferentes formas ao longo da história. Hoje, persistem algumas formas antigas, mas outras surgiram, nomeadamente o tráfico de pessoas, a exploração sexual, o trabalho infantil forçado, o casamento forçado e o recrutamento de crianças para os conflitos armados.
A persistência da escravatura nas sociedades contemporâneas resulta de uma discriminação a longo prazo dos grupos mais vulneráveis na sociedade.»
Este dia devia ser de celebração obrigatória no Alentejo, na zona da Vidigueira. Nós, os tunas tudólogos, estamos sempre prontos a desancar um país de terceiro mundo devido à mão de obra escrava, e degladiamo-nos por todas as causas meritórias dos direitos humanos e todas as perversões que se passam no mundo, quando nem o quintal temos arrumado, merecíamos uma valente cacetada, para ver se acordamos.

A 2 de Dezembro, por terras de Vera Cruz, festeja-se O Dia do Samba
«O Dia Nacional do Samba ou Dia do Samba é assinalado anualmente em 2 de Dezembro. O Brasil é conhecido internacionalmente pelo samba, estilo musical e de dança típico do país. O Carnaval é a festividade que popularizou o samba a nível mundial. Muito apreciado pelos brasileiros, este ritmo tornou-se “marca registada” do Rio de Janeiro e da Bahia.
Em 2005, o samba de roda tornou-se obra-prima do património oral e imaterial da humanidade pela Unesco. Não sendo uma data comemorativa oficial, a sua comemoração é conhecida em todo o Brasil. Convém lembrar que existem variações do samba com outros estilos músicas: o samba rock, o samba enredo, o samba pagode, o samba carnavalesco, o samba de gafieira…»
Tenho muita pena de não saber dançar. Quero dizer, uma vasilha sem grandes floreados, o twist ou qualquer dança moderna sem coreografia própria, em que é só mexer os braços e as pernas e convulsionar o corpo, se a isso se pode chamar dançar, então sei, mas poucochinho. De qualquer, modo, nas minhas visitas ao Rio de Janeiro, havia sempre uma noite para forró. Nem sei bem como mexiam os pés, mas aquela gente sambava como respirava. Eu, no meio de tanta gente e tanta alegria, passava bem despercebida. Compensava sempre com ouvir, ouvir samba e beber chôpe! Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça…

Hoje é O Dia dos Empregados de Bar ou Bartenders
«Esta profissão remonta aos tempos antigos. Existiam na Grécia e Roma antigas, trabalhando em bares públicos, que funcionavam também como locais de reunião social. Ao longo dos séculos, eram geralmente donos de cervejarias ou estalajadeiros e produziam as suas próprias bebidas.
No início do século XX, nos EUA, foi proibida a venda, o consumo e o transporte de álcool. Os famosos bares do país foram substituídos por bares clandestinos ilegais. Os bartenders norte-americanos optaram por outras profissões ou emigraram para a Europa. Nos bares clandestinos americanos, novas bebidas e novos cocktails estavam sempre a ser inventados nesse período de Lei Seca, que terminou na década de 30.
Esta data foi escolhida nos EUA pois o Dia de Acção de Graças e a véspera de Ano Novo são alguns dos momentos mais movimentados para os empregados de bar.»
Numa noite gelada de Abril em NYC, regressámos cedo ao hotel e comemos uma pizza que tínhamos trazido. Como era cedo, voltámos a vestir-nos e descemos do quarto no andar 65 para o bar, com o firme propósito de tomarmos uma bebida. Já que ali estávamos, pedimos dois Manhattans. Estava frio, soube bem, pedimos outros dois. Ficámos a olhar a vista fantástica. Depois regressámos ao elevador, que eu pensei ser bem mais divertido do que habitualmente, vá lá saber-se porquê. Abri a porta do quarto, liguei o tablet e fiquei a cantar Xutos um bom bocado. Felizmente a insonorização era muito boa.
(Imagens Google)

não sei se a escravatura acabou esta noite porque ainda não ouvi notícias hoje sobre o Alentejo e não só, mas também. os pais da fundação dos EUA eram esclavagistas porque ‘pretos vendiam pretos’. fala-se das viagens a Meca (só conheço Seca e Meca … e vales de Santarém)
nas Escolas de Samba há morenas que são uma gostosura.
deixei de ouvir falar no teatro do rebolado.
entrei 2 vezes em viúvo em 3 bares porque a minha falecida advogada necessitava de descontrair antes de julgamentos.
no Bairro Alto quando ia ao GOL passava em frente dum bar de maricas denominado: ENRRA-BAR
O Grande Oriente Lusitano ficava bem situado
e a velhinha da frente, quando dava as 3 campainhadas da praxe, dizia alto e bom som pela fisga da janela
«LÁ VEM A SEITA»
Pois, era uma seita ou um culto, uma doutrina… A velhinha é que vos topava.
por mais que tentasse vivi sempre debaixo do entulho
Nada disso. Lá por haver entulho à nossa volta, só nos entulhamos se quisermos e o entulho é esclarecido e tem um conhecimento enciclopédico.