
Hoje celebra-se O Primeiro Domingo do Advento
«Derivado da palavra latina para chegada – “adventus” – o Advento começa neste quarto domingo antes do Natal e é observado por denominações cristãs em todo o mundo. Marca o período espiritual de preparação para a celebração do nascimento de Jesus e o início de um novo ano cristão.
O tempo do Advento assinala também o início do ano litúrgico.
Não há certeza de quando surgiu o tempo do Advento, mas certamente já existia por volta de 480 com a introdução de uma novidade que ordenava aos monges o jejum em todos os dias de Dezembro até ao Natal. Segundo São Gregório de Tours, a celebração do Advento começou no século V, quando o Bispo Perpetuus ordenou o início do jejum três vezes por semana, desde o dia de São Martinho, 11 de Novembro. Por isso o Advento às vezes também era chamado Quaresma de São Martinho.
No século XIII, o jejum do Advento era pouco praticado. Limitou-se então ao período entre a festa de Santo André, em 30 de Novembro, até ao Natal, e cai no domingo mais próximo do dia de Santo André, ou quarto domingo antes do Natal. A liturgia do Advento permaneceu inalterada até o Concílio Vaticano II ter introduzido pequenas alterações, diferenciando o espírito da Quaresma do Advento, enfatizando este como um tempo de esperança para a ressurreição de Cristo.»
É o primeiro de quatro Domingos que antecedem o Natal e enfatiza a “primeira vinda” de Jesus, a do Emanuel. É iniciado o tempo de reflexão em que os crentes se preparam para comemorar o nascimento de Jesus Cristo. A liturgia é necessária à contemplação, mesmo para quem não é praticante.

Hoje é O Dia Internacional Aura
«Este dia começou a ser assinalado, a partir de 2002, em todos os quartos sábados de Novembro. Desde então, cada vez mais pessoas têm vindo a tomar consciência das auras que cercam todos os seres vivos. Uma aura é um sentimento ou carácter distintivo, o ar de uma pessoa ou lugar percebido por aqueles que os encontram.
Em latim e grego antigo, a palavra ‘Aura’ significa vento, brisa ou respiração. O Dia Internacional da Aura celebra a crença válida na existência de auras como a energia que envolve todas as criaturas deste mundo.
As auras têm cores diferentes, que podem mudar com o tempo. Acredita-se que cada cor tenha uma importância alternativa. O vermelho geralmente retrata uma personalidade destemida e apaixonada. Laranja é imaginativo e cheio de emoção. O rosa é delicado e calmo. Branco é dedicado e tem uma positividade edificante. Amarelo tem alta auto-estima e é confiante. O verde é atraído pela vida selvagem e pela natureza. O castanho valoriza os detalhes. Azul é cuidar. O roxo tem uma personalidade poderosa. Estas são as cores vistas em diferentes auras.»
Como será a minha aura? Que cor ou cores terá? Com as mudanças de disposição diárias provocadas pela presente clausura, eu diria que seria assim uma variedade de arco-íris mas menos iluminado. Que não se confunda com o que se sabe que eu aceito placidamente mas abomino os exageros em que a situação mergulhou de cabeça, ao ponto de estar à beira de perder toda a credibilidade.
(Imagens Google)

recordei as 4 semanas do Advento da minha infância longínqua.
na aldeia já tinha caído a capela e Santo André. no dia de de S. Miguel Arcanjo (29 de setembro) celebravam-se os contractos com os trabalhadores anuais pagos em géneros diversos de acordo com lista.
agora será Natal se o socialismo paralítico deixar de existir.
para mim aura
“la corona de los santos representa el aura que emitían”
e uma colega de brincadeira de infância
Natal é sempre que nos apetecer, mas sem luzes e música, nem compras malucas.
Brincadeiras de aura na infância, devem ter muito o que se lhe diga, entulho. Bom Domingo
quando faleceu minha Mãe já não assisti à missa do Galo e acabaram-se os presentes
até desapareceram as canções tanto do meu agrado, como ‘Noite Silenciosa’.
Boa semana para Si e para os Seus dentro do desastre socialista do esmoler-mor para o numeroso rebanho dele, sempre a ordenhar os contribuintes
«Esmoler-Mor do Reino é o título exacto correspondente a um cargo oficial na corte dos reis de Portugal, reservado a eclesiásticos, com funções de supervisionar todas as acções caritativas e esmolas que cabiam aos soberanos. Teria como insígnia uma bolsa de prata[1]
Aconteceu o mesmo connosco após a morte do meu pai, que adorava o Natal, as cores, as luzes, as músicas que cantava onde quer que fosse, a mesa, os perfumes dos doces e especiarias… deixámos tudo excepto a árvore e a consoada, mais porque tínhamos crianças.
Esmoler qualquer destes dias é a classe social que virá substituir a classe média.