
Hoje celebra-se O Dia Mundial da Bondade
«O Dia Mundial da Bondade assinala-se todos os anos a 13 de Novembro tentando reavivar no mundo o sentido de bondade das pessoas. Um simples obrigado, um belo sorriso ou um gesto carinhoso são pequenas acções que podem fazer a diferença.
Neste dia apela-se à paz nas pessoas, colocando-se de lado as diferenças religiosas, fronteiriças e de raça. Com o celebrar da bondade durante um dia, espera-se que se plantem as raízes para se verificar a bondade durante o resto do ano.
Foi em 1998 que ocorreu em Tóquio a primeira conferência do Movimento Mundial pela Bondade. Em certos países oferecem-se flores neste dia, quer a conhecidos, quer a desconhecidos.
Sugestões:
- Dar um abraço a um desconhecido
- Oferecer uma flor a um conhecido
- Ajudar um necessitado
- Doar roupa, livros ou comida
- Segurar a porta para um desconhecido
- Deixar a cara-metade controlar o telecomando
- Elogiar um vizinho
- Dizer obrigado a todos que merecem
- Sorrir a todas as pessoas com quem se cruza
- Enviar um SMS aos amigos
- Ligar aos pais
- Cumprimentar um “inimigo”
- Levar um bolo para o trabalho
- Escrever e partilhar um poema»
Todos somos intrinsecamente bons e maus. Eu considero-me uma boa pessoa, mas tenho as minhas idiossincrasias à flor da pele, que passam muito pelo humor negro, pela ironia e até pelo sarcasmo. Sou muitas vezes mal entendida pelos demais, porque não chegam “lá” e vejo-me na contingência de ter que explicar em “normal” perdendo todo o sentido na tradução e principalmente a piada final. Isto não quer dizer que não seja uma pessoa boa, capaz de interajuda e capacidade de auxílio ao próximo. Sei que faço coisas boas, enquadro-me naquele segmento social dos colaboradores beneficentes, disponíveis sempre que possível, sem holofotes nem megafones.
Se por exemplo, de acordo com a sugestão, fosse escrever um poema, não sairia nem bondade, nem nada de bom.

A 13 de Novembro assinala-se O Dia Internacional do Trava-línguas
«Esta data é celebrada anualmente no segundo domingo de Novembro. Objectivo: melhorar a enunciação, impressionar os amigos e divertir-se ao mesmo tempo.

Trava-línguas é um conjunto de palavras que forma uma frase de complexa articulação devido à existência de sons que exigem movimentos repetitivos e pouco comuns à língua. Eis alguns:
“O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem, o tempo respondeu ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem”.
“Num prato de trigo tragam três tigres. Três tigres tragam trigo num prato dum trago. Tragam o trigo aos três tigres que eles tragam o trigo no prato. Tragam o trigo aos três tigres que eles tragam o trigo no prato dum trago”.
“O rato roeu a rolha da garrafa do rei da Rússia. O raio do rato roeu a rolha do rei da Rússia. O raio do rato roeu a rolha da garrafa de rum do rei da Rússia. O raio do rato roeu a rolha redonda da garrafa de rum do rei da Rússia. O raio do rato roeu a rolha redonda da garrafa de rum de Roberto, o rei da Rússia. O raio do rato roeu raivoso a rolha redonda da garrafa de rum de Roberto, o rei da Rússia. O raio do rato roeu raivoso e rápido a rolha redonda da garrafa de rum de Roberto, o rei da Rússia. O raio do rato roeu raivoso e rápido a rolha redonda da garrafa de rum de Roberto, o ruidoso rei da Rússia.
– Raio! – ralhou o rei. – rato rapace!
– Raça! – rugiu o rato. – é rija a rolha”!»
Jogar aos trava-línguas com a minha neta é algo de mágico para se fazer a dois ou a tantos quantos estiverem presentes. A maioria desiste com alguma facilidade, mas eu e a pequena desafiamo-nos mutuamente para darmos o nosso melhor. Não interessa vencer o outro, interessa sim, vencer a língua, destravá-la e dizer a lenga-lenga na perfeição.

13 de Novembro é O Dia Europeu do Enoturismo
«O Dia Europeu do Enoturismo foi instituído em 2009 pela RECEVIN – Rede Europeia das Cidades do Vinho e assinala-se anualmente no segundo domingo de Novembro. Este dia especial tem sido um momento importante na afirmação do enoturismo a nível global. Durante dez anos esta iniciativa foi celebrada apenas na Europa. Este ano, a sua comemoração foi estendida à escala mundial, com a participação de países latino-americanos, como Brasil, Chile, Argentina e Uruguai.
O Dia Mundial do Enoturismo tem como objectivo reforçar a divulgação da cultura, do património e das tradições, bem como os produtores de vinho e o seu enoturismo, valorizando assim os territórios vinícolas.
Portugal tem um rico património cultural associado ao vinho. É um país de forte tradição vitivinícola e a excelente qualidade dos seus vinhos, reconhecidos em todo o mundo, gozam de uma grande diversidade e singularidade. Para os apreciar e conhecer, nada como visitar as regiões onde se produzem, sendo os vinhos um excelente pretexto para descobrir também as paisagens, o património, a gastronomia, a cultura e as gentes que aqui vivem.
No extremo noroeste de Portugal, na zona tradicionalmente conhecida como Entre-Douro-e-Minho, a Região dos Vinhos Verdes conduz-nos por uma paisagem deslumbrante, também ela de cor verde. Em termos de área geográfica é a maior Região Demarcada Portuguesa e uma das maiores da Europa. A grande diversidade da tipologia de solos e microclimas justificam a repartição da região em nove sub-regiões, (de norte para sul): Monção e Melgaço; Lima; Basto; Cávado; Ave; Amarante; Baião; Sousa e Paiva.
A nível gastronómico, destacam-se na região especialidades como o arroz de cabidela, as couves com feijão e toucinho, o cozido à portuguesa, o cabrito assado ou o queijo da serra, não esquecendo o pão-de-ló, as cavacas e o pudim caseiro.
O vinho verde, único no mundo, é um excelente motivo para descobrir esta região.»
O texto acima é um exemplo de explicação e promoção de uma das grandes zonas vinícolas de Portugal, na exploração do enoturismo nacional. Durante umas férias de Carnaval em Vila Real, visitámos várias adegas com prova de vinhos e visita guiada. Foram óptimos apontamentos de viagem, ao que muito ajudou o frio que por lá fazia. Pessoalmente, não sou muita entendida e menos ainda boa apreciadora, mas prefiro os vinhos alentejanos ou os da Península de Setúbal. Enquadram-se melhor no meu paladar.
(Imagens Google)

para mim todos os dias são de bondade, excepto para aquela gentalha da política que desde 2015, apesar das esmolas da UE, transformaram Portugal num monte de esterco. verdadeiras bostas.
estes ratos roeram tudo o que era comestível e no fundo adoram a Rússia e o czar saramago
Era o Vinho
Era o vinho meu Deus era o vinho,
Era o vinho que eu mais adorava.
Só por morte meu Deus só por morte,
Só por morte o vinho deixava.
Ai eu hei-de morrer na adega,
Ai o tonel é o meu caixão.
Ai hei-de levar de mortalha,
Ai um copo cheio na mão.
Ai rapazes quando eu morrer,
Ai enterrai-me numa vinha.
Ai façam a cova bem funda,
Ai deitem-lhe vinho por cima.
Ai rapazes quando morrer,
Ai não quero choros nem gritos.
Ai só quero à minha beira,
Ai um pipo de cinco litros.
Muito Ary dos Santos, entulho. É por ser Doming?
Bom Domingo para si.
‘muito óptimo’ domingo para Si e todos os Seus.
‘não há pai para eles’
Obrigada
Um português, radicado no Brasil, foi preso durante a ditadura militar que governou aquele país, contou numa entrevista:
-Eu nunca seria bondoso ou lhe diria por favor não faz isso, ao carcereiro que me apertava ……. com um alicate para eu lhe responder às perguntas.
É natural
Se a Dulce é mal entendida pelos demais, isso deve-se em boa parte, parece-me, a falar de si mesma como se estivesse a falar de toda a gente. A Dulce passa o tempo a falar de si mesma como se a sua experiência particular se aplicasse a toda a gente e fosse conhecida de toda a gente.
Caro balio. Não vou seguramente tecer considerações a seu respeito, pois não o conheço de lado algum, e o mesmo se aplica a todos os que comentam os meus postais. Se há alguém na vida que conheço muito bem, é a mim própria, às minhas experiências, às minha aventuras e memórias, ideais e responsabilidades. Quando falei que não me entendiam, referia o humor negro, a ironia e até o sarcasmo. Mal de mim se necessitasse da empatia de quem por aqui anda. Bom resto de Domingo.
Raivoso o rato roía o rabo de rodovalho
E do rato roer se ria Rita Rosa Ramalho.
Rasga o rato o roupão roxo
Ruge Rita, rubra um ralho
Rende ao rato rijo arrojo
Rue de rastos no borralho.
Muito bom!