
Hoje assinala-se O Dia do Toucinho Fumado (Bacon)
O Dia Internacional do Bacon traz um festival de sabores todos os anos, no último fim-de-semana de Agosto. O americano médio consome quase 18 quilos de bacon por ano. Mas esta iguaria é apreciada por muitos outros povos.
Na China, o bacon chama-se “lop yuk”. No Reino Unido, chamam-lhe “rasher”. Na Alemanha, “speck”. Em Itália, “pancetta”.
Para quem prefere opções mais saudáveis, há agora também bacon de peru ou bacon de soja.”
Como tudo na vida, só nos faz mal aquilo que sabe bem e o toucinho fumado, vulgo bacon, é uma maravilha. É uma excelente adição a empadas de frango e de pato, favas guisadas, quiches…
Só de pensar na alternativa “bacon de soja” revolvem-se-me as entranhas, caramba.

A 27 de Agosto celebra-se O Dia de Santa Mónica
“O Dia de Santa Mónica é comemorado hoje. Esta data cristã é celebrada em homenagem à mãe de Santo Agostinho de Hipona, Santa Mónica. Nascida numa família abastada, desde jovem Mônica demonstrou ser uma criança religiosa, disciplinada, calma, paciente e solidária. Com os mais pobres, principalmente.
Santa Mónica nasceu em Tagaste, no norte de África (actual Argélia) e viveu durante o século IV. Casou-se, por pressão da família, com um homem rude que a maltratava e traía constantemente. Mas, devido ao constante esforço da santa, o marido acabou convertido aos princípios de Deus.
Mónica teve três filhos, sentido especial predilecção por Agostinho. Este era um jovem muito inteligente e que sempre buscou “as verdades sobre o mundo”. Também ele acabou convertido, correspondendo aos apelos da mãe.
Santa Mónica sempre foi perseverante. Por este motivo é proclamada pela Igreja como padroeira dos pais que convertem os filhos.”
Apesar de pensar no Baptismo Católico como uma simbologia, acredito que não pesará em decisões futuras. Qualquer baptizado pela igreja católica é livre de escolher a fé pela qual pautará a sua vida.
Não concordo com a conversão obrigatória, apenas por tradição familiar. Sei de muitas famílias às avessas por situações de intransigência religiosa que com pequenas cedências de parte a parte se poderiam resolver.

Este é também O Dia do Tarzan
“Hoje celebramos o popular Tarzan, personagem que balança árvores e cria macacos. Fez a sua primeira aparição a 27 de Agosto de 1912 no romance Tarzan of the Apes, originalmente publicado em partes na revista norte-americana The All-Story. O autor do romance, editado na íntegra em 1914, foi Edgar Rice Burroughs, influenciado pelo mito romano de Rómulo e Remo ao escrevê-lo.
A história de Tarzan, o Homem-Macaco começa com um casal inglês, John e Alice Clayton, abandonado na selva na costa ocidental de África. O filho, John Clayton II, é acolhido pela macaca Kala e recebe o nome de “Tarzan”, que significa “pele branca” na língua dos macacos. Tarzan não percebe que é humano, mas sabe que é diferente dos macacos.
Tarzan apareceu em vários outros livros de Burroughs. E também apareceu em filmes e histórias de quadradinhos publicadas em revistas e jornais. Os dois primeiros filmes centrados nele surgiram em 1918. O mais famoso filme foi Tarzan, o Homem-Macaco (1932), protagonizado por Johnny Weissmuller, que interpretou o papel em 11 outras películas. Tarzan, o Homem Macaco teve novas versões em 1959 e 1981.”
Foi o meu primeiro herói. Encontrei os livros de Edgar Rice Burroughs numa pequena e antiga livraria em Alfeizerão, quando tinha 12 anos. Nessas férias consegui comprar três e devorei-os com mais sofreguidão do que o delicioso pão de local. No ano seguinte, com um pecúlio engrossado por mais entregas de fatos e menos degustações diárias de bombocas e outros pecadilhos, comprei cinco livros. Passei tardes deliciosas na rede do quintal da saudosa Vivenda Cruz da Prima Rosalina e do Primo Chico, acompanhada pelo musculoso deus das florestas e savanas africanas, que idealizava como um colosso de olhos cinzentos e cabelos negros, idealização essa que encontrei no grafismo fantástico de Russ Manning.
Nunca me conformei com o Johnny Weissmuller (nem de longe), com o Christopher Lambert ou o Alexander Skarsgård. Não preenchem nem uma infititésima parte do meu imaginário de adolescente. Mas como diz o meu irmão, e muito bem, o melhor de todos os Tarzan e o do Phil Collins.
(Imagens Google)

Quando era jovenzinho as tardes de cinema na RTP, o único canal que havia, eram um must.
Lembro-me muito bem de “Tarzan o Homem-Macaco” com o Johnny Weissmuller.
Lembro-me bem do Johnny Weissmuller, da Maureen O’Sullivan e da macaca Cheeta. Eram tardes de inverno bem passadas, essas. Tantas séries em preto e branco que me deixaram saudades.
Na década de 80 o homem macaco era o Tony Ramos.
Sobre o ser ou não baptizado pode acontecer o que aconteceu comigo.
Falei com o padre para baptizar o meu filho, por eu ser baptizado e católico, mais por hábitos/costumes e descartar outras religiões, que por prática do culto religioso, e querer também que assim fosse o meu filho.
O padre ouviu-me e atirou ‘então e quando o seu filho for crescido lhe disser que não queria ter sido baptizado?’
Eu percebi que só ser baptizado não queria dizer que fosse católico e teria de ser praticante da religião, e respondi-lhe o que diria ao meu filho ‘há muitos que são baptizados e maltratam os velhinhos, são ladrões e assassinos, cobiçam as mulheres alheias, mas tu tens sido um cidadão exemplar e mesmo que não fosses nunca podes ser desbaptizado’.
Tá bem, fale com o sacristão por causa da data, e quando chegar o dia dessa conversa certifique-se sobre as vizinhas, respondeu o padre.
O baptismo nãi pesa em escolhas futuras. Conheço muitos seguidores praticantes da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, que eram ferverosos Católicos praticantes, nascidos e criados nos mistérios da religião. O baptismo, as comunhões e a crisma não pesaram em nada na sua escolha, quando decidiram abraçar outra fé.
Certo, no meu caso até carimbaram, estupidamente, na Cédula Pessoal que foi baptizado.
O baptizado é um ritual religioso, não aquece nem arrefece ninguém.
Há milhões de crianças que não foram baptizadas, cresceram e andam por aí com comportamentos normais/iguais às baptizadas.
Claro que sim
> acompanhada pelo musculoso deus das florestas e savanas africanas, que idealizava
Não esquecer a “pele glabra”
Característica dos Tarmangani