
Este é o Dia da Fundação do Exército da Salvação
“O Exército de Salvação é uma das maiores instituições de caridade do mundo. Actua em 118 países, através de 175 idiomas, em duas frentes: através das Igrejas e através do Trabalho Social. O fundador, William Booth, descrevia assim o lema da organização: “Os três “S” representam melhor a maneira como o Exército de Salvação age: primeiro a Sopa, depois o Sabão e por fim a Salvação”.
Naquela porção de calçada portuguesa que vem da Rua 1° de Dezembro antes de começar a subir o Chiado pela Rua do Carmo, costumava quedar-se uma família numerosa que cantava música de cariz religioso, entregava panfletos, tinha uma caixa para donativos e, bem dispostos, falavam com toda a gente que os interpelava. Sei que pertencem a um ramo cristão evangélico e que estão prontos a ajudar quem precisa, dando-lhes conforto, bem estar e ensinando-lhes que na fé está o caminho para a salvação.

Este é O Dia do Aniversário da Amazon
Começou em 5 de Julho de 1994, em Seattle, EUA. O fundador da Amazon foi Jeff Bezos, um empresário e engenheiro que trabalhava como analista em Wall Street. Observando o mercado ainda novo da internet, resolveu abrir o próprio negócio.
A inspiração para este nome é o Rio Amazonas, o maior do mundo.”
Sou amazonista. Desde tudo até ao Kindle, é onde começo sempre as buscas quando preciso de algo que não tenho tempo para procurar numa loja física. Assinei Prime Vídeo durante a pandemia e fiquei agradavelmente surpreendida pela oferta dos portes e entrega flash num sem número de artigos. Dou-me bem. Só lamento que não haja uma Amazon.pt.

Este é O Dia do Biquini
“1946 foi um grande ano. A guerra havia acabado. A UNESCO e a UNICEF passaram a existir. O primeiro Festival de Cinema de Cannes aconteceu. Cher e Dolly Parton nasceram. Evelyn Waugh publicou Regresso a Brideshead. E o biquíni moderno fez sua entrada oficial no mundo.
Atribui-se ao costureiro francês Jacques Heim (1899-1967) e ao engenheiro suíço Louis Réard a invenção do biquíni, em 1946. O nome foi inspirado no teste nuclear realizado pouco antes no atol de Bikini, no Pacífico.”
Devia ter os meus dois ou três anos, tenho apenas uma vaga ideia, quando o meu avô comprou uma máquina fotográfica. Tempo de Verão, tudo a banhos e eu com uma série de biquínis confeccionados pelas mãos de fada da minha mãe. Às bolinhas, aos quadradinhos, às risquinhas, qual o mais mimoso. Sendo o meu avô Américo perfeccionista, não tenho uma única foto de frente. Eu explico: o avô preparava o cenário, punha-me em pose, e quando acabava por disparar já eu tinha ido brincar para outro lado.
Ainda agora visto duas peças, apesar de, na minha singela opinião, o fato de banho tornar as pessoas que o vestem muito mais elegantes e sensuais, mesmo apesar de quase todas as Bond Girls vestirem biquíni.
(Imagens do Google)

como era de prever, apesar do exército de Salvação, sleepy joe inaugurou no tipo de comemoração do 4 de julho.
o biquini aparece em gravura romana do séc I. o nome teve origem num atoll do Pacífico.
Como referiu o Luckyluke, o 4 de Julho nos USA está a tornar-se numa festa conservadora, entulho. Isto no país da democracia.
O biquini era suposto ser uma criação explosiva, acho eu…
na minha juventude nadava-mos desnalgados ou em pelica.
como dizia Pitigrilli ‘o mundo divide-se em pios e ímpios, e quem fez a classificação foram os pios’
no socialismo vigente temos de urinar todos pela mesma pilinha
Em Gaviãozinho, no século passado, os rapazes também nadavam nus, o que era escandaloso para os visitantes da capital, mais os homens e as pessoas de idade, porque a raparigagem até devia achar piada.
A sua consideração sobre a urinação nos tempos da rosa chocha, é muito machista.
Rosa chocha machista?
Ná, segundo a LGBTQIAPN+ou- a rosa chocha é uma florzinha murcha.
Já perdeu o viço há muito tempo, só resta uma pálida coloração e um pé a perder o pé de tantos espinhos.
“no socialismo vigente temos de urinar todos pela mesma pilinha”, este ponto de vista pode ser criticado como exagerado em relação ao gosto/não gosto actual,
Ponto de vista parecido é o mesmo, quando se comenta que no salazarismo era tudo cinzento e antiquado, aparecer imagens modernaças do Estoril incluindo mulheres de biquíni na praia.
Mas a questão é saber se o exagero é doutrinário escondido com a pilinha de fora. *
O entulho tem para mais de anos, por isso esse pensamento torna-se grotesco na sua essência.
aos 17 anos deixei de visitar a aldeia.
desde os meus 7 anos nós rapazes e as nossas tomávamos banho nus na ribeira e secávamos ao sol numa pedra.
no final dos anos 40 tomávamos os 2 sexos, nus, banhos de sol nas rochas depois da Boca do Inferno em Cascais
Que depravados, entulho!
Dois sexos, não.
Genros ou géneros ou lá como lhe chamam agora.
Temos que perguntar ao Carlos Sousa, que ele é que é entendido na matéria
Com o ir aos banhos de praia passou a ser bom para a saúde, o bom comportamento moral do corpo bem tapado tinha os dias contados.
Como nasci próximo da praia, assisti à evolução/moda do trajar para ir tomar banho. Desde as senhoras em combinação e os homens de camisola de alças e calções até ao joelho, acompanhei as alterações dos fatos para ir ao banho desde 1950, antes não me lembro.
Quando os homens deixaram camisola de alças e passaram a calções mais curtos as mulheres apareceram com os fatos de banho com alças mais finas e as pernas todas amostra. Conforme os fatos de banho dos homens iam ficando mais curtos, assim os das mulheres também encurtavam, e como já não era “pecado” mostrar o umbigo o biquíni surgiu como fato de banho da mulher. Depois aparecerem os monoquínis dos anos 80.
Recordo-me ver chegar a uma praia do sudoeste alentejano cinco motares estrangeiros, com algumas mulheres, e no meio de um cheio dia de praia todos tirarem as roupas da viagem e nus mergulharem nas ondas do mar, regressando à areia para assim ficar a secar ao sol. Provavelmente não irão para o inferno como pecadores, mas não se livraram de pagar uma multa ao cabo do mar, por aquela praia não ser praia de nudismo.
Já não sou do tempo dos fatos de banho masculinos. Vi muito turista ir até à água em pelo, sem se incomodar se ao lado na praia estavam crianças. Lembro-me em Albufeira da Lena, amiga da minha mãe, dizer ” não olhem meninos, não olhem” . Pois pois…
Costumava comprar na Amazon mas actualmente sinto-me desconfortável com as notícias sobre as condições de trabalho que por lá vigoram. Tenho evitado usar.
Já li sobre essa questão. Também dizem que o Continente e o Jumbo são quase feitores de escravos e não duvido. Mas se não compramos o que necessitamos por razões éticas e justas como está, pura e simplesmente não compramos. Grandes negócios oferecem sempre muito trabalho por pouco dinheiro.