Histórias da Carochinha


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Cavaco pediu a Jardim para receber Sócrates com calma. Jardim respondeu que iria receber o PM “de braços abertos”. Guilherme Silva pediu a Sócrates para corresponder ao apelo do PR (estará a pedir a Sócrates para ter calma?)

Tudo isto me parece surrealista num país democrático.

Cavaco tratou Jardim como o filho rebelde a quem os pais pedem para se  portarem bem quando recebem visitas em casa.

Jardim, dando mostras de ser um filho bem comportado, acata o pedido e promete não fazer comentários nem durante, nem depois da visita. Os amigos riem-se à socapa e esfregam as mãos à espera do momento de verdadeiro desfrute. Sabem que, passado o período de nojo, AJJ lançará o seu remoque. Provavelmente, durante a festa do Chão da Lagoa, depois da habitual visita às tasquinhas.

Entretanto, Cavaco continuará a ter esta visão idílica da Madeira.

 

Actualização: Jardim não reage, mas já mandou os seus moços de recados fazer o servicinho.

12 comentários em “Histórias da Carochinha”

  1. Mr. AJJ levanta a voz quando está a 900 quilómetros de Lisboa e quando Lisboa está a 900 quilómetros do Funchal. Contudo, quando os meninos grandes de Lisboa chegam à Madeira, o galinho-da-Índia recolhe logo o esporão e baixa a crista.

    Foi assim com Cavaco, é assim com Sócrates.

  2. …e cá estou eu, Ooooops, dando um pulinho de lá para cá…
    Com esta ainda me ri mais…

    Temos um País giro, ao menos isso!
    E uma data de malabaristas…
    Qualquer dia até alguém afirma que isto é um circo; mas era preciso ser muito mauzinho…
    É só uma troupe de saltimbancos.
    Um destes dias a gente repara e… foram-se!
    Olha que bom!

  3. Mas, como na anedota, há sempre um menino Tonecas que acaba por estragar tudo.
    Leia-se menino Tonecas (Vice-presidente da bancada do PSD na Assembleia Regional), que acabou por dar largas à sua má criação e falta de ética democrática .
    Ressalvo, apenas, que o Tonecas tinha piada, não era ordinário…

  4. Vá, cantem todos comigo:
    «A Madeira é o Jardim, a Madeira é o Jardim,
    como ele não há igual, como ele não há igual…»
    Só que este Jardim já tem não o viço de outros tempos e já manda dizer por alguém aquilo que queria ser ele a dizer.
    Dá sempre jeito ter uns moços de recados…

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