[Esta sua rubrica fez-me pensar que o meu alheamento em relação à BD haveria de ter causas mais fundas do que o meu desinterese. Sempre fui curiososa e sempre li bastante. Conclui (provisoriamente) que em pequena me apresentavam a BD como ‘bonecada’ que desviava das ditas leituras importantes. No colégio era pura e simlesmente proibida. Recordo-me, também, dos ralhetes que o meu pai dava ao meu irmão porque só lhe interessavam livros de ‘cóbóis’ .. . Um verto trivial, julgo eu. Uma tontice como é bom de ver. E, assim, só li a BD mais conhecida, Asterix, Luke lucky, Mafalda, Tintin e quando já era jovem adulta. No entanto dovorava literalmente as tiras de BD que, na altura, apareciam no jornal. Veja que ainda me lembro de um certo Reizinho do falecido Comércio do Porto. Quanto ao resto, Patinhas, Mónicas etc, lia se apareciam de alguma colega mas sempre com a noção de que estava a transgredir. Como o mundo de cada um é diferente…]
Do que você me recordou agora, Maria: o velho Reizinho das saudosas tiras de BD na nossa imprensa, quando elas ajudavam a vender jornais (e voltariam a ajudar hoje se algum jornal se lembrasse de as reimprimir). Esse há-de passar por aqui num dos próximos domingos.
tantas e tantas horas passadas de volta da monica…os planos do cebolino e do cascão para serem os donos da rua, a sujidade do cascão,….um humor inocente e divertido que até hoje mesmo com 29 anos continua a maravilhar-me
O Cascão, a Magali, o Cebolinha – toda a turma da Monica era (é) fabulosa. Conheci pessoalmente o Maurício, tive muito prazer em entrevistá-lo: acessível, bem disposto, sem peneiras, comunicativo. Guardo religiosamente uma revista da Monica com o autógrafo dele.
Esta BD conheço! 🙂
Ah, muito bem. Esta tinha mesmo de passar por cá.
oh, que bom ver isto aqui, tenho carradas de livros da destes em casa.
Também eu. E não me desfaço de nenhum deles.
E a propósito, Plastessina: parabéns pelo blogue.
Esta conheço.
:))
[Esta sua rubrica fez-me pensar que o meu alheamento em relação à BD haveria de ter causas mais fundas do que o meu desinterese. Sempre fui curiososa e sempre li bastante. Conclui (provisoriamente) que em pequena me apresentavam a BD como ‘bonecada’ que desviava das ditas leituras importantes. No colégio era pura e simlesmente proibida. Recordo-me, também, dos ralhetes que o meu pai dava ao meu irmão porque só lhe interessavam livros de ‘cóbóis’ .. . Um verto trivial, julgo eu. Uma tontice como é bom de ver. E, assim, só li a BD mais conhecida, Asterix, Luke lucky, Mafalda, Tintin e quando já era jovem adulta. No entanto dovorava literalmente as tiras de BD que, na altura, apareciam no jornal. Veja que ainda me lembro de um certo Reizinho do falecido Comércio do Porto. Quanto ao resto, Patinhas, Mónicas etc, lia se apareciam de alguma colega mas sempre com a noção de que estava a transgredir. Como o mundo de cada um é diferente…]
“Um verto”? escapuliu-se para o comentário vindo não sei de onde. Só deveria estar: o trivial
Balahamedeus “mailas” gralhas…
:)))
Do que você me recordou agora, Maria: o velho Reizinho das saudosas tiras de BD na nossa imprensa, quando elas ajudavam a vender jornais (e voltariam a ajudar hoje se algum jornal se lembrasse de as reimprimir). Esse há-de passar por aqui num dos próximos domingos.
tantas e tantas horas passadas de volta da monica…os planos do cebolino e do cascão para serem os donos da rua, a sujidade do cascão,….um humor inocente e divertido que até hoje mesmo com 29 anos continua a maravilhar-me
O Cascão, a Magali, o Cebolinha – toda a turma da Monica era (é) fabulosa. Conheci pessoalmente o Maurício, tive muito prazer em entrevistá-lo: acessível, bem disposto, sem peneiras, comunicativo. Guardo religiosamente uma revista da Monica com o autógrafo dele.