Conheces “Os Filhos do Capitão” (não tenho a certeza do título)? Era uma bd magnífica de dois irmãozinhos que faziam patifarias numa ilha dos mares do sul. Depois levavam sempre pancada da grossa. Uma delícia do politicamente incorrecto.
Ah, e não esqueçamos o “Iznogud” — o emir que queria ser vizir, ou o vizir que queria ser emir, ou o emir que queria ser fakir. Enfim.
Iznogud – a genial BD de Tabary e Goscinny – já passou por cá (Heróis da BD 10). Hilariantes, aquelas histórias do grão-vizir que queria ser califa no lugar do califa. E muitos instrutivas, nomeadamente para a política nacional. Lembro-me bem dos Filhos do Capitão, Luís. Hei-de trazê-los cá. Excelente sugestão.
Cadê a Mônica?
Eheh. A Mônica já por cá passou. Nem podia entrar no Clube do Bolinha. O Clube ‘menina não entra’.
Eu lembro-me, mas p’ra mim os dois andam juntos. Fazem parte do acordo ortológico…
Menina não entra!
Eheheh. Um autêntico lóbi.
Conheces “Os Filhos do Capitão” (não tenho a certeza do título)? Era uma bd magnífica de dois irmãozinhos que faziam patifarias numa ilha dos mares do sul. Depois levavam sempre pancada da grossa. Uma delícia do politicamente incorrecto.
Ah, e não esqueçamos o “Iznogud” — o emir que queria ser vizir, ou o vizir que queria ser emir, ou o emir que queria ser fakir. Enfim.
Iznogud – a genial BD de Tabary e Goscinny – já passou por cá (Heróis da BD 10). Hilariantes, aquelas histórias do grão-vizir que queria ser califa no lugar do califa. E muitos instrutivas, nomeadamente para a política nacional.
Lembro-me bem dos Filhos do Capitão, Luís. Hei-de trazê-los cá. Excelente sugestão.