Sou eu, Pedro? Diz que sim! Até porque este conheço… como não, com todo aquele charme? (olha, começo a achar que, afinal, ainda conheço meia dúzia dos teus heróis de BD…)
A propósito de BD, nos meus zappings ontem passei por um canal que estava a dar desenhos animados. Era uma história protagonizada por ratos sofisticados, que passavam todo o tempo ao telemóvel, imagina! Sinais dos tempos…
”Cerca dos 10 anos de idade, Corto e a sua mãe foram viver para Córdova, numa casa com um pátio cheio de flores coberto de azulejos árabes. Era lá que Corto lia, escrevia, aprendia espanhol e hebraico, se iniciava no árabe enquanto se esforçava por não esquecer o inglês do seu pai, sempre ausente no mar.
Por essa altura, uma cigana vidente, amiga da sua mãe ao ler a sua mão esquerda constatou que Corto não tinha a linha da sorte marcada. Este, chocado com a descoberta, mal chegou a casa, pegou numa lâmina e de um só golpe traçou a sangue a linha da sorte de uma forma quase perpendicular às linhas do coração e da cabeça.”
A Fábula de Veneza é o meu favorito. Uma maravilha! A paixão pela BD começou, muito jovem, entre amigos. Compravam-se aquelas séries da revista Tintin, que depois eram coleccionadas e encadernadas. Daí a paixão foi crescendo e evoluindo. Pratt é uma paixão compartilhada com amigos há mais de vinte anos. Vamos ter mais BD por aqui nos próximos tempos?
Corto Maltese é um ‘must’, compadre. E mantém-se de boa saúde, de acordo com as reedições.
Pois mantém. Trouxe-o hoje aqui em homenagem a uma nossa colega de blogue que adora BD.
Sou eu, Pedro? Diz que sim! Até porque este conheço… como não, com todo aquele charme? (olha, começo a achar que, afinal, ainda conheço meia dúzia dos teus heróis de BD…)
A propósito de BD, nos meus zappings ontem passei por um canal que estava a dar desenhos animados. Era uma história protagonizada por ratos sofisticados, que passavam todo o tempo ao telemóvel, imagina! Sinais dos tempos…
Claro que és tu, Ana.
(esses ratos ainda não me foram apresentados…)
Uma vénia minha a este herói criado por Hugo Pratt e muito bem trazido para aqui por si. Sou fã.
Estes álbuns do Hugo Pratt são do melhor que a ficção – toda a ficção – nos deu no século XX.
Adoro o Corto Maltese.
”Cerca dos 10 anos de idade, Corto e a sua mãe foram viver para Córdova, numa casa com um pátio cheio de flores coberto de azulejos árabes. Era lá que Corto lia, escrevia, aprendia espanhol e hebraico, se iniciava no árabe enquanto se esforçava por não esquecer o inglês do seu pai, sempre ausente no mar.
Por essa altura, uma cigana vidente, amiga da sua mãe ao ler a sua mão esquerda constatou que Corto não tinha a linha da sorte marcada. Este, chocado com a descoberta, mal chegou a casa, pegou numa lâmina e de um só golpe traçou a sangue a linha da sorte de uma forma quase perpendicular às linhas do coração e da cabeça.”
A Fábula de Veneza é o meu favorito.
Uma maravilha!
A paixão pela BD começou, muito jovem, entre amigos.
Compravam-se aquelas séries da revista Tintin, que depois eram coleccionadas e encadernadas.
Daí a paixão foi crescendo e evoluindo.
Pratt é uma paixão compartilhada com amigos há mais de vinte anos.
Vamos ter mais BD por aqui nos próximos tempos?