O filme é asqueroso, os únicos pontos de contacto são a personagem e a ideia (partiu dos álbuns “A mina do alemão perdido” e “O espectrro das balas de prata”) e deve ser esquecido tão depressa quanto possível.
Ainda assim o curioso é a forma como os autores pegaram em filmes para construírem os seus álbuns (Forte Apache para a série Forte Navajo e Rio Bravo para o álbum O Homem da Estrela de Prata).
Claro. Os grandes ‘westerns’ são excelentes fontes inspiradoras para a melhor BD, como aliás Lucky Luke também confirma. O filme sobre Blueberry não vi nem nunca tive qualquer intenção de ver.
Esta será talvez a minha série de BD preferida a seguir a Astérix e Lucky Luke. Sim, à frente de Tintim e Corto Maltese, porque os gostos são individuais. Os guiões cinematográficos, a mitologia do oeste revisitada a cada virar de página, John Wayne e Sergio Leone a espreitar de cada canto, depois de um início à Jerry Spring. Como acontece nestes casos, depois da morte de Charlier as coisas pioraram…
gosto sim senhor.
Acho que também deu filme, como tantas outras séries de banda desenhada. Mas a BD é bem melhor que o filme, como quase sempre acontece.
O filme é asqueroso, os únicos pontos de contacto são a personagem e a ideia (partiu dos álbuns “A mina do alemão perdido” e “O espectrro das balas de prata”) e deve ser esquecido tão depressa quanto possível.
Ainda assim o curioso é a forma como os autores pegaram em filmes para construírem os seus álbuns (Forte Apache para a série Forte Navajo e Rio Bravo para o álbum O Homem da Estrela de Prata).
Claro. Os grandes ‘westerns’ são excelentes fontes inspiradoras para a melhor BD, como aliás Lucky Luke também confirma. O filme sobre Blueberry não vi nem nunca tive qualquer intenção de ver.
Um valentão chamado Blueberry? Hum…
… e, como lhe vendo dizendo, sou muito analfabeta neste assunto, razão pela qual …
:))))
Esta compreendo que lhe tenha passado ao lado, Maria do Sol.
Esta será talvez a minha série de BD preferida a seguir a Astérix e Lucky Luke. Sim, à frente de Tintim e Corto Maltese, porque os gostos são individuais. Os guiões cinematográficos, a mitologia do oeste revisitada a cada virar de página, John Wayne e Sergio Leone a espreitar de cada canto, depois de um início à Jerry Spring. Como acontece nestes casos, depois da morte de Charlier as coisas pioraram…
Concordo. A série decaiu depois da morte de Charlier. Mas não deixa de ser um clássico.