Eheh “o cowboy que dispara mais rápido do que a própria sombra” – Lucky Luke , nestas imagens, com a palha ao canto da boca em vez do cigarro que o caracterizou até 1983 – essa substituição valeu a Morris o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde (OMS), recebendo a 7 de Abril de 1988 em Genebra uma medalha, pelas jornadas mundiais sem tabaco. Ora, cá está o Jolly Jumper o cavalo esperto, não vejo o canito- rataplan tão desconsiderado na BD :))
Ah, as maravilhas de Goscinny. Enquanto Lucky Luke saiu da pena dos dois, foi brilhante, tal como Astérix enquanto saiu de Goscinny e Uderzo. Goscinny, esse sim, é o verdadeiro herói destas BD’s.
Ainda lá tenho em casa os álbuns. Quase a colecção completa.
Alguns álbuns são verdadeiramente inesquecíveis. E há uma galeria de personalidades fabulosas – do Jolly Jumper, o cavalo que fala, à Mamã Dalton (uma homicida irrecuperável), passando pelo Rantanplan, o cão mais estúpido do mundo.
Depois de Tintim e de Asterix, Lucky Luke é a série mais popular e a mais vendida entre o género na Europa. Facto curioso é o de que foram publicadas poucas aventuras deste herói em idioma inglês. Parte parodia, parte tributo ao mítico Oeste Selvagem, os álbuns foram ilustrados pelo belga Morris aliás, Maurice de Bévère, em 1946 (1923-2001). O guião das primeiras edições da série é da autoria de René Goscinny (1926-1977), famoso criador de Asterix. Após a morte de Goscinny, vários se alternaram na tarefa de criar guiões para os novos álbuns. Lucky Luke caracterizou-se por ter sempre ao canto da boca um cigarro, mas a partir de 1983 Morris decidiu substituir o mesmo por uma palha, o que lhe valeu o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde (OMS), recebendo a 7 de Abril de 1988 em Genebra uma medalha, pelas jornadas mundiais sem tabaco[1]. Em muitos álbuns, Lucky Luke encontra-se com heróis não fictícios do Velho Oeste como Calamity Jane, Billy The Kid, Jesse James ou Roy Bean entre outros. Foi publicado em inúmeros idiomas.
Mas vou ser sincera…gostava mais dos Irmãos Dalton 🙂 irmãos Dalton – Inimigos recorrentes de Luky Luke, complectamente broncos (em ordem crescente em altura e estupidez), Joe, Jack, William e Averell.
No que a mim diz respeito, Pedro, este herói faz parte de uma short list dos três preferidos.
Não me custa nada perceber porquê, Mike.
Eheh “o cowboy que dispara mais rápido do que a própria sombra” – Lucky Luke , nestas imagens, com a palha ao canto da boca em vez do cigarro que o caracterizou até 1983 – essa substituição valeu a Morris o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde (OMS), recebendo a 7 de Abril de 1988 em Genebra uma medalha, pelas jornadas mundiais sem tabaco.
Ora, cá está o Jolly Jumper o cavalo esperto, não vejo o canito- rataplan tão desconsiderado na BD :))
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Alguns políticos também disparam mais rápido que a própria sombra. Só que ao lado…
Excelente. Anda por aí muita gente do tipo dos Dalton. Alguns com a inteligência do Rantanplan.
È isso, mesmo, lembrando-me, agora, dos Dalton e de como se escreve “Rantanplan”- “o cão mais estúpido do universo”:))
Ah, as maravilhas de Goscinny. Enquanto Lucky Luke saiu da pena dos dois, foi brilhante, tal como Astérix enquanto saiu de Goscinny e Uderzo. Goscinny, esse sim, é o verdadeiro herói destas BD’s.
Ainda lá tenho em casa os álbuns. Quase a colecção completa.
Também tenho a colecção quase completa. A série nunca foi tão boa como na altura em que Goscinny fazia os argumentos.
Delicioso, este. Um dos poucos que conheço, como já sabes.
Começo a perceber que conheces bem mais do que dizias, Ana.
Não te iludas. Conheço poucos, mas acredito que conheço os melhores.
Este conheço bem. Acho que li tudo. E sempre gostei muito. A marca de Goscinny é uma garantia de qualidade.
Valeu, Pedro Correia.
:)))
Alguns álbuns são verdadeiramente inesquecíveis. E há uma galeria de personalidades fabulosas – do Jolly Jumper, o cavalo que fala, à Mamã Dalton (uma homicida irrecuperável), passando pelo Rantanplan, o cão mais estúpido do mundo.
Sou um enorme fã. Adoro este cowboy.
Também. E o cavalo. E o cão. E os maus: Jesse James, Billy the Kid, Calamity Jane…
Depois de Tintim e de Asterix, Lucky Luke é a série mais popular e a mais vendida entre o género na Europa. Facto curioso é o de que foram publicadas poucas aventuras deste herói em idioma inglês.
Parte parodia, parte tributo ao mítico Oeste Selvagem, os álbuns foram ilustrados pelo belga Morris aliás, Maurice de Bévère, em 1946 (1923-2001). O guião das primeiras edições da série é da autoria de René Goscinny (1926-1977), famoso criador de Asterix. Após a morte de Goscinny, vários se alternaram na tarefa de criar guiões para os novos álbuns.
Lucky Luke caracterizou-se por ter sempre ao canto da boca um cigarro, mas a partir de 1983 Morris decidiu substituir o mesmo por uma palha, o que lhe valeu o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde (OMS), recebendo a 7 de Abril de 1988 em Genebra uma medalha, pelas jornadas mundiais sem tabaco[1].
Em muitos álbuns, Lucky Luke encontra-se com heróis não fictícios do Velho Oeste como Calamity Jane, Billy The Kid, Jesse James ou Roy Bean entre outros. Foi publicado em inúmeros idiomas.
Mas vou ser sincera…gostava mais dos Irmãos Dalton 🙂
irmãos Dalton – Inimigos recorrentes de Luky Luke, complectamente broncos (em ordem crescente em altura e estupidez), Joe, Jack, William e Averell.
Também eu, Ana. Gostava mais do Averell.