O sonho que muitos “artistas” jovens acalentam de ver os seus primeiros trabalhos publicados, para Jean Graton, esse sonho concretizou-se cedo, quando ele tinha apenas 8 anos de idade, tendo o seu primeiro desenho sido publicado no jornal de Bruxelas “Le Soir”. Foi o começo daquela que se viria a tornar numa das mais ricas e diversificadas carreiras na Banda Desenhada franco-belga.
Em 1954, Jean Graton é contratado pela revista “Spirou”, onde cria e publica as histórias com o título (no francês original) “Belles Histoires de L’Oncle Paul”. Três anos depois, em 1957, cria o famoso herói “Michel Vaillant”, acrescentando, assim, mais um herói mítico ao mundo vasto e rico dos heróis da Banda Desenhada. Este novo herói é um piloto de automóveis (fórmula 1), filho de um construtor de carros da marca “Vaillant”, e as suas histórias depressa se tornam num enorme sucesso em todo o mundo, especialmente, entre os leitores amantes do desporto automóvel e motorizado, mas também daqueles que gostam de aventuras originais vividas no contexto muito específico das corridas de automóveis.
Em 1976, Jean Graton cria a heroína “Julie Wood”, uma piloto feminina de motociclismo, que teve, inicialmente, a sua própria série de aventuras, mas, mais tarde, aparece nas histórias da série “Michel Vaillant”.
Em 1982, Jean Graton cria a sua própria editora, onde continua a publicar a sua famosa série de aventuras passadas no mundo apaixonante mas perigoso das corridas. A partir daí, Jean Graton reúne uma equipa de artistas/colaboradores talentosos, incluindo o seu filho Philippe Graton, com os quais continua a produzir inúmeras histórias, até hoje.
Ena! Foi a melhor BD para quem gosta mesmo do frenesim das ‘boxes’.
Teve até uma história passada no Grande Prémio de Macau. E outra, mais antiga, intitulada ‘Rali em Portugal’.
Creio até que tenho essas duas, pelo menos.
Banda desenhada + muito vrummmmm = uma combinação à medida dos compadres.
:)))))))))
Estou a sentir um cheirito a óleo pouco normal?
Deve ser óleo de fígado de bacalhau ehehehe
:))))))))))
Só pode. Hehe…
Ainda tenho lá por casa o “Rali em Portugal”. Muito bom, mesmo.
Vruuuuuuuuuuum… diz bem… vruuuuuuuuuuuuuuuum
O sonho que muitos “artistas” jovens acalentam de ver os seus primeiros trabalhos publicados, para Jean Graton, esse sonho concretizou-se cedo, quando ele tinha apenas 8 anos de idade, tendo o seu primeiro desenho sido publicado no jornal de Bruxelas “Le Soir”. Foi o começo daquela que se viria a tornar numa das mais ricas e diversificadas carreiras na Banda Desenhada franco-belga.
Em 1954, Jean Graton é contratado pela revista “Spirou”, onde cria e publica as histórias com o título (no francês original) “Belles Histoires de L’Oncle Paul”. Três anos depois, em 1957, cria o famoso herói “Michel Vaillant”, acrescentando, assim, mais um herói mítico ao mundo vasto e rico dos heróis da Banda Desenhada. Este novo herói é um piloto de automóveis (fórmula 1), filho de um construtor de carros da marca “Vaillant”, e as suas histórias depressa se tornam num enorme sucesso em todo o mundo, especialmente, entre os leitores amantes do desporto automóvel e motorizado, mas também daqueles que gostam de aventuras originais vividas no contexto muito específico das corridas de automóveis.
Em 1976, Jean Graton cria a heroína “Julie Wood”, uma piloto feminina de motociclismo, que teve, inicialmente, a sua própria série de aventuras, mas, mais tarde, aparece nas histórias da série “Michel Vaillant”.
Em 1982, Jean Graton cria a sua própria editora, onde continua a publicar a sua famosa série de aventuras passadas no mundo apaixonante mas perigoso das corridas. A partir daí, Jean Graton reúne uma equipa de artistas/colaboradores talentosos, incluindo o seu filho Philippe Graton, com os quais continua a produzir inúmeras histórias, até hoje.
Tal e qual.
Gosto imenso.
Grande dupla: Michel Vaillant-Steve Warson. E com o aliciante acrescido de vermos pilotos ‘a sério’ aparecerem também nesta BD.
Um dos meus heróis de infância, Pedro. Fantástica BD.
Também. E a inveja que eu tinha das miúdas que andavam à volta dos bólides…
Este até eu conheço, imagina!
Até tu, Uau!