Mira, no pido mucho,
solamente tu mano, tenerla
como un sapito que duerme así contento.
Necesito esa puerta que me dabas
para entrar a tu mundo, ese trocito
de azúcar verde, de redondo alegre.
¿No me prestás tu mano en esta noche
de fìn de año de lechuzas roncas?
No puedes, por razones técnicas.
Entonces la tramo en el aire, urdiendo cada dedo,
el durazno sedoso de la palma
y el dorso, ese país de azules árboles.
Así la tomo y la sostengo,
como si de ello dependiera
muchísimo del mundo,
la sucesión de las cuatro estaciones,
el canto de los gallos, el amor de los hombres.
(Julio Cortázar – Happy New Year)


Um exclente ano de 2010 para ti e para todos.
🙂
Obrigada, querida Fugi.
Igualmente para ti e para os teus.
Excelente escolha, excelente foto.
Um Bom Ano de 2010, Ana, com tudo de bom.
Tudo de bom também para si, Sérgio!
Tenho pena de que não possa vir às comemorações do Delito, mas um dia ainda havemos de fazer a festa aí no Algarve.
Espero que os deuses a ouçam.
Adoro a poesia de Julio Cortázar. Obrigada por recordar este poema escrito em 1951. Quem nos dera ter sempre a mão de alguém. Bom Ano para todos.
Também gosto muito, Ana. E tem razão, ter a mão de alguém é precioso. Bom ano para si.
Um bom 2010 para si, Ana, e para todos os autores do Delito… com muitos e frutuosos «delitos». 🙂
Obrigada, Luísa. Um excelente ano para si também, com a revelação de mais uns quantos talentos que, tenho a certeza, ainda guarda na manga… 😉
E muitos parabéns por dois anos de Nocturno, um dos meus blogues preferidos desde sempre. Que venham muitos mais.
Um Bom Ano, Ana.
Um excelente ano para ti também, Leonor.
Belíssimo!
Ana, o poema é lindo, não conhecia, obrigada.
Ana – muita saúde e ânimo – hoje e sempre – para continuar a enfrentar a vida…Ah, e em boa companhia;))
Um beijo.