![thumbnail_20171208_012412[1].jpg thumbnail_20171208_012412[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/20778621_pzu2z.jpeg)
Quando se fala na crise no jornalismo, provocada pela revolução tecnológica, pela globalização dos fluxos noticiosos, pela explosão das chamadas redes sociais e pelos novos hábitos de leitura, omite-se em regra uma das principais causas: a irrevogável incompetência de vários dos seus responsáveis actuais. Que produzem, validam e autorizam títulos como este, que esteve horas em exposição na montra digital de um periódico.
As falhas sistemáticas do controlo de qualidade de um produto, na área informativa como noutra qualquer, costumam ser penalizadas pelos consumidores, cada vez mais esclarecidos. E fazem bem.

Mas havia ou não havia uma espera?!
Pedro, a falta de competência resulta da voragem da máquina noticiosa: o importante é debitar antes do vizinho. E se antes havia as edições especiais, “extra, extra!”, agora estas são lançadas ao minuto. Like it.
Tenho reclamado contra a impreparação de muita gente ligada à comunicação (escola, hábitos de leitura, brio, o raio – matéria para dissertações várias), mas também tenho reclamado contra o desinvestimento dos proprietários dos meios: o jornalista deve ter competências várias que incluam domínio da Língua, mas uns revisores davam jeito aos factos e ao Português.
à consumidores que não ligam nenhuma ha isto.
No futuro averão mais.
e hadem vir pra cá protestar, hadem …
Alguém me explica:
“Bruxelas diz que subida do salário mínimo não travou emprego mas pode desincentivar trabalhadores”
Grato
Talvez a compressão do salário mínimo ao médio implique resultados lógicos…sobre o esforço de cada um.
É uma perspectiva!
E eu a pensar que uma forma de estimular ,quem trabalha, era aumentando a remuneração…pelos vistos é ao contrário. Que tal obrigá-los (obrigar-nos) com uma moca e com a ameaça de jejum – penso que a produtividade aumentava!
A semana passada li “Júlio Tomar” e não era gralha, que se repetia no título e texto.
Falta-me esse cromo na minha caderneta, Marta.
Então este artigo da visão dá para preencher várias páginas da caderneta num estilo muito… especial (ou o delírio da virgula explicativa)
http://visao.sapo.pt/actualidade/mundo/2 018-05-29-Restaurantes-caros-champanhe-f rances-e-brindes-de-luxo-ou-a-vida-dos-e urodeputados-da-extrema-direita
Só um apanhado:
1. “As trocas de correspondência começaram logo em maio de 2017 entre o Secretário-Geral do PE e a auditora externa que examinou as contas anuais dos partidos, e Ernest & Young”. Esse “e” suponho que seja uma gralha…
2. “Passaram depois, também, pelo tesoureiro” Pois também é quando há dois…
3. “Como por exemplo, um item de “almoços e bebidas” de quase €8 mil, em que a auditora apenas recebeu fotografias “de pessoas” juntas, sem mesmo saber, se aqueles almoços existiram mesmo. ” Lamento, mas não consigo comentar esta frase… perdi-me a seguir a terceira virgula
4. “jantares a €400 por pessoas”
5. “(os €38 899,9 que carecem de provas e os €388 278,60 em prestadores de serviços que não estão em conformidade com os regulamentos do parlamento.” Esta em Excel dá erro de formula..
6. “Refere ainda que “refeições que custam €400 por pessoa não são razoáveis, nem compatíveis”, o mesmo se “aplicando a presentes de Natal a €100 cada para 110 pessoas”. Mesmo se que?
7. ” “o Grupo ENF não ofereça presentes aos seus próprios membros com fundos da União Europeia.” Este é mais subtil… ou talvez não tanto no texto original
Uma gralha ainda é como o outro. Isto é um bando!