O saque a Chipre, está mais que dito, é um roubo completo e se continuar será apenas o início do fim. As consequências serão imprevisíveis. Já quando Portugal foi “resgatado”, tratei de tirar o dinheiro que lá tinha no banco. Não queria, mas tinha que acautelar uma expulsão do Euro (ou um desmoronamento do mesmo). Este risco ainda não passou, especialmente devido aos senhores de Bruxelas e Berlim que insistem em querer desfazer toda a gente que não viva para norte dos Alpes.
Ainda assim, até há pouco pensei que ter o meu dinheiro no banco na Holanda seria seguro. Sendo que também a Holanda está a impôr austeridade, que os depósitos bancários não estão seguros e que poderá não fazer sentido guardar Euros ou dólares (talvez yuans?) não sei se não deva antes usar as minhas poupanças para comprar alguma “commodity”. O ouro está caro, o petróleo sabe-se lá o que fará. Em tempos vi num “comic” a solução: comprar drogas. Cocaína, heroína ou outras não perdem o valor em crise. Antes poderão ganhar, como forma de escape. Creio que não seria o primeiro. Quem sabe, até chego depois do fim da crise a primeiro-ministro.


Vinho, João, talvez umas pipas do Douro, outras de Porto… sempre podemos vender à malta para lá dos Alpes, que aprecia bastante.
Nem todos Gui. Na Holanda não sabem apreciar o vinho. Estive em recepções formais todas xpto onde se esperaria que o vinho fosse bom, prova-se e sai vinagre (do mau). O mesmo recentemente numa conferência em Londres, no jantar “de gala”.
Parece-me que a droga continua a ser melhor solução. Ou então destilamos o vinho.
Tontos 😉
Eu fui aplicando grande parte das poupanças em livros que já me dão para o resto da vida.
Livros é sempre bom, faço muitas vezes o mesmo. Mas como mudo com muita frequência, acaba por ser pouco prático. Com drogas é possível guardar mil euros (por exemplo) em menos espaço.
Compra um kindle. 😉