Grécia antiga (20)


Pedro Correia,

«Vivemos na era da imagem e do mediático. Uma parte do sucesso do Syriza deve-se à boa imagem de Tsipras, reforçada agora pela de Varoufakis. Ao que parece muitas mulheres na Europa andam perdidas de amores por estes dois gregos. Muitas de direita.»

Leonel Moura, no Jornal de Negócios (6 de Fevereiro de 2015)

0 comentários em “Grécia antiga (20)”

  1. “As negociações entre Atenas e a ‘troika’ ganharam nova vida, depois de o ministro das Finanças, Yanis Varoufakis, ter sido afastado. Era algo desejado há semanas pelos credores, que acreditam agora que um acordo pode ficar mais próximo. Os mercados também festejaram a notícia.

    A ausência de resultados em dois meses de negociações levou a que no Eurogrupo de Riga se vivesse um ambiente de cortar à faca. Os ataques dos ministros das Finança da zona euro ao homólogo grego tornaram-se quase pessoais e ficou claro que Varoufakis não reunia já qualquer credibilidade junto do Eurogrupo. A ruptura ficou consumada na sexta-feira ao jantar, quando Varoufakis optou por não acompanhar os restantes ministros do euro à mesa. Foi o único que não o fez. “

    Isso da relevância de haver gajas perdidas de amores por um PM e por um ministro das finanças de fralda de fora é dos argumentos mais imbecilóides que já vi. Olha se era proferido por um tipo da tenebrosa direita!

  2. Se andam é porque são homens com H! As mulheres de direita, se andam atrás deles é porque já viram que a direita não presta e viraram.

  3. Peço desculpas, mas este trecho do LM requer nova série, tão ou mais antiga que a Grécia, ponderados todos os contornos de fronteiras ao longo dos tempos:

    Um ex.: A descoberta da Pólvora.

  4. Adenda petite ao meu comentário anterior: ter-se-á o LM lembrado do resto do espectáculo, que basicamente consiste, aí sim, na objectificação massificada das mulheres, neste caso até à náusea? Parece-me de tal forma elementar, esta perspectiva, que dá vontade de agarrar numa versão do jornal, em papel, e aventar com ela ao autor do trecho (desconheço se elaborou mais, não segui a hiperligação e não foi por desrespeito, foi mesmo por enFado).

    Irra.

  5. As portuguesas perder-se-ão de amores por António Costa, Passos Coelho, Paulo Portas, Jerónimo de Sousa, Catarina Martins, Marinho Pinto, Rui Tavares?

    Se, por acaso, ficarem louquinhas por Tony Carreira e Ricardo Quaresma, não há problema nenhum: fica um a primeiro-ministro e outro a ministro das finanças.

  6. Bem, vamos lá ver se nos concentramos no essencial e não na depravação. O assunto é sério.

    Para arrebatar paixões têm-me a mim.

          1. Tu não me digas, pequerruchinho!? E ando eu, e mais a minha pequerrucha, para aqui infelizes sem saber que somos amados.
            Ó queridinho, o soninho fez-te bem. Deu-te para a revelação.

            Ó queridinho menininho, eu sou um rapazito cumpridor. E como te prometi um filme à Fórmula 1, aqui o tens e não reclames. É só para ti, não o partilhes com mais ninguém:
            https://www.youtube.com/watch?v=wR4GEySviG0

          2. Menininhos é do que gostam no teu partido. Além disso, és teimoso como um burro. Já te expliquei que daqui só levas manguitos e que me flatulo para todos os links que te dês ao estúpido trabalho de evacuar nos teus “comentários”.

  7. Quando um jornal de negócios se permite ter cronistas deste calibre — está patente a seriedade com que se leva a si próprio.

    1. Este e o que mora, de laço ao pescoço, à nossa conta, em casa da Câmara Municipal de Lisboa, indivíduo que, em matéria de auto-convencimento, ódios vesgos e orgulho besta, é imbatível.

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