Grécia antiga (17)


Pedro Correia,

«O problema deste governo de colaboracionistas é que, se o Syriza provar que ter dignidade dá melhores resultados económicos que andar a lamber os pés da chanceler Merkel, a irracionalidade dos sacrifícios imbecis que nos obrigaram a fazer vai ficar completamente visível, até para o menos esclarecido habitante do Cavaquistão.»

Nuno Ramos de Almeida, no i (4 de Fevereiro de 2015)

0 comentários em “Grécia antiga (17)”

  1. Pode ser que falte pouco para ir lamber certas partes do Putin, o que será um enorme progresso. Isto no caso de não lamber a bancarrota, coisa que só lhe faria bem.

  2. “se o Syriza provar”?! Já provou, claramente provado, que em matéria de “artimanhar” durante mais de 4 meses (sem contar com os antecedentes da vitória em que se aliou à extrema-direita, recorde-se), é campeão destacado.

  3. Eu estou a gostar deste jogo de xadrez:

    http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=24&did=189622

    O FMI não diz é que foram os gregos a dizer que usariam a prerrogativa da década de 70 para fazer este adiamento.
    Porquê?
    Só há pagamento se houver acordo.

    Há por aí tantos corações a bater forte! Eta porrrrreta, tá duro!

      1. Vens tão fofinho. Jogo de xadrez é para quem sabe. Isto não é para meninas, nem para meninas à portuguesa.

        Eu continuo a rir com os tão grande analistas e economistas que andam por este país, e alguns até por aqui.

        Passos e Portas conseguiram levar Portugal a uma situação semelhante à Grécia; e agora, vê-se pelas propostas que não têm e pelas políticas que não sabem fazer, estão embrulhados. Embrulharam-se em imitações ao seu grande líder Sócrates e já não sabem que omeletes só se fazem com ovos, mas com ovos frescos e não podres.

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