Graças à memória escrita


Sérgio de Almeida Correia,

“Dizem que gasto muito dinheiro: pois gasto! Enquanto houver crédito, eu vou fazendo” – Alberto João Jardim, Diário de Notícias, 30 de Outubro de 1983

 

“Enquanto eu for presidente do PSD-Madeira, não mostro as contas do partido a ninguém. Não tenho que dar satisfações aos outros […] Estou enojado e farto da piroseira que é isso da transparência” – Alberto João Jardim, Diário de Notícias, 21 de Janeiro de 1997

 

As citações mantêm actualidade e fazem parte de um interessante livro de João Pombeiro sobre frases da democracia portuguesa.

Que pensará Passos Coelho disto? Será que na altura se pronunciou sobre a matéria? Vai responsabilizar Alberto João Jardim pelo que andou a endividar-se ao fim destes anos todos? Ou será que o voto popular já limpou tudo?

2 comentários em “Graças à memória escrita”

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