José Sócrates está em Paris (que mande de lá saudades, que é coisa que cá não deixou), onde já se mostrou útil a Portugal: defendeu que a Europa deve ter um governo económico.
Finalmente, revela-se nisto uma iniciativa da maior lucidez. Não sei o que os restantes Estados-membros da UE pensam sobre o assunto, mas para nós é a única saída: face à manifesta incapacidade do nosso governo para encarar e resolver o problema económico, sempre é melhor entregarmos a governação a quem saiba governar-nos por controlo remoto. E Sócrates, afinal, tem noção disto.
Já agora, se não for pedir muito, valia a pena defender que a Europa tivesse um governo para as obras públicas, mais um governo fiscal e financeiro, outro para a Justiça e, pelo menos, outro para a Educação. Enfim: a Europa deve ter uma data de governos centralizados. Não digo que fosse para todos, mas ao menos para Portugal.

A melhor frase de Sócrates é esta: “A resposta à crise teve em conta as lições da História”. Gostava de saber quais foram as lições que pesaram nas opções que ele tem tomado para Portugal!
Má aprendizagem perpretada por má sebenta!
Lições de História técnica?
Deve ser isso mesmo. eheheh
um protectorado. sim, por favor. alguém que nos proteja desta gente.
Quem nos dera.
Há muito que defendo contratações,no mercado Europeu, para a politica e nomeadamente para o Governo detes projecto de País.
Ideia excelente.
É o que nos vai acontecer, mais dia menos dia: já que não somos capazes de escolher cá dentro quem saiba governar-nos, forçosamente virá de fora quem ponha isto na ordem.
É da História – a tal que não figurava entre as quatro cadeiras com que o prof. Morais deu a “licenciatura” ao suposto engenheiro.
O problema é que nem é o que vai acontecer-nos. No momento zero, cortam-nos o crédito e a gente que se amanhe, isso sim.
“Olá, meu Caro!” Até que enfim que este homem tem um momento de lucidez (temos de o mandar mais vezes a Paris que, pelos vistos, lhe faz bem) e fosse hoje o dia em que começássemos a ser governados por alguém que o soubesse fazer na realidade e outro galo nos cantaria. Pelo menos, deixaríamos de atribuir a estes ‘governantes’ o ‘eterno galo’ da nossa governação. Até poderia ser que não fosse grande coisa mas, pior do que esta, é que nunca poderia ser.
O pior é que ele não mandou de lá saudades. Veio trazê-las pessoalmente.