Hoje numa entrevista perguntaram-me de que é que eu mais gostava, na vida. A resposta saíu célere:”gosto de gostar”. O entrevistador ficou bloqueado e demorou algum tempo para ainda perguntar, incrédulo, “gosta, como?”. Aí sorri e respondi “de todas as formas pelas quais se gosta”. Felizmente para ele – e talvez para mim -, foi já no fim da nossa conversa…
Será assim tão difícil de compreender que um ser humano considere “gostar” como a essência da sua vida?!


A sabedoria de viver é infinita. Contudo, quando somos grandes o suficiente para sabermos respeitar, perdoar e amar, tornamo-nos possuidores de uma consciência iluminada pela felicidade. A vida é curta, mas é a maior de todas as dádivas que podemos receber, o nosso dever é ter e manter essa consciência, essa luz que ilumina nosso caminho e todos aqueles com quem nos cruzamos.
Cara Helena,
Acredite que é. O seu “gostar” é com a Alma, com o seu “Ser”; infelizmente hoje em dia a maioria das pessoas apenas sabem “gostar” com o intelecto – deificando a sua suposta racionalidade – ou, pior ainda, gostar por instinto e impulso, objectificando e degradando o destino dos seus “gostos”, “amores” e “paixões”.
Excelente máxima!~
Ou melhor: belíssima filosofia de vida.
Grande resposta, Helena.
sim, sim, grande resposta! beijos
Diria o mesmo, tal e qual. E acrescentaria: destesto destestar. E a foto é linda!
~CC~
Não é nada difícil de entender: o entrevistador é burro.
A simplicidade desarma, assusta, baralha e cria desconfianças.
É só isso, amiga. 🙂