9 comentários em ““Gorduras do Estado” (98)”

  1. Claro que podíamos discutir sobre a competência e qualificação da pessoa em causa.
    Ou melhor: poder, podíamos; mas não era a mesma coisa…

  2. Uma das piores medidas deste Governo mostrando como é Socialista.
    É por isso uma medida que todos os partidos e maioria de jornalistas estão de acordo.
    Pois reforça poder político e assegura ainda mais a politização da economia.

    Se alguma vez aparecer por cá um caudilho isto será mais um dos instrumentos que terá para calar os recalcitrantes.

    As estruturas da tirania crescem passo a passo.

  3. A criação do Banco de Fomento é discutivel; há muita gente que concorda com a necessidade da sua existência, entre os quais eu me encontro, e também há muita gente que discorda. É normal.
    Mas criticar o salário de 13 mil euros pago a uma pessoa altamente qualificada como é o caso, não me parece sério.
    Já vi nas tvs, pública e privada, jornalistas de qualidade muito discutivel criticarem esta situação com um ar muito indignado, quando alguns deles ganham duas e três vezes mais do que a pessoa em questão.
    Não sei quanto é que ganha o PCA da CGD, mas não me devo enganar muito, se ganhar pelo menos o dobro.
    Nota: Quero deixar bem claro que nada me move contra os jornalistas como classe profissional, e que na sua grande maioria serão até mal pagos.

  4. Não há nada melhor que ser presidente dum banco, dum país na penúria…… Imagine-se se Portugal fosse um país rico!… É imoral!!!………

  5. O ordenado parece-me normal, nada tenho a opor !

    O que não parece nada normal é um governo que vendeu tudo o que dava lucro queira agora entrar num negócio que só dá prejuízo, é mal regulado, permeável a interesses e gerador de grandes distorções de mercado.

    Oxalá me engane ou este banco é o principio do fim da CGD enquanto património de todos os Portugeses.

    Creio também que este banco será um meio para mover muita influência junto das médias empresas que ainda não são grandes o suficiente para terem uma talhada á mesa do orçamento e obviamente colocar muitos boys e girls bem doutrinados nas universidades de verão.

    1. “…principio do fim da CGD enquanto património de todos os Portugeses.”

      Haha. Você deve gostar muito dos aumentos de capital que é obrigado a pagar para a CGD como accionista escravo.

      1. Olhe Luck , você vive cá ou em Marte !
        Os aumentos de capital da CGD são proporcionais aos recentes prejuízos do BPN e também aos rácios de solvabilidade impostos pelo BCE.
        Você prefere viver naquilo que eu apelido agora de Neocomunismo , monopólios privados que esses sim espartilham qualquer hipótese de concorrência e daí crescimento económico.
        A CGD poderia ser ainda melhor gerida se não padecesse de permeabilidade a certos interesses mas mesmo assim foi o banco que permitiu a muitos portugueses poderem ter um porto seguro onde colocar magras poupanças sem serem esbulhados por esquemas dos bancos privados que actuam quase em cartel nalgumas situações.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *