13 comentários em ““Gorduras do Estado” (91)”

  1. 1* construir com fundos comunitários.
    2* gerir esbanjando dinheiro público.
    3* legislar para permitir privatização.
    4* esbanjar mais, muito mais e endividarem-se na banca e até a banca decidir qual o momento de atacar.
    5* doação com a denominação de privatização.
    6* greves seguidas por desemprego.
    Resultado:
    1*privados (donos dos bancos)com rendas garantidas pelo estado.
    2*Banca capitalizada pelo estado.
    3*Mais impostos para a população.

      1. Nada de preocupações, pagamos e pagaremos todos juntos os desvarios e a incompetência de algumas “coisas importantes” que abundam por este país fora. Isto é tão caracteristico deste país que as vezes mais apetece é fazer como estes importantes titulados fazem, mas no momento da escolha, escolho ser um homem, modesto, mas um homem, coisa que esses merdas titulados nunca serão de forma nenhuma.

  2. Não é por maldade com o semelhante mas atribuo culpa grande aos eleitores que votam em partidos que defendem municipios sem tamanho suficiente para terem massa critica que os defenda destes anormais . Quantas vezes temos que ouvir a basofia que foram eleitos pelo povo com “maioria” – (com abstensões de 60% dá a enorme massa de 2 mil esclarecidos eleitores)

  3. Tenho de ter cuidado não me vá acontecer como aquele americano que caiu num buraco em casa e nunca mais apareceu. Se derem pela minha falta, já sabem, caí no buraco da terra onde vivo. Mas, na verdade, já podia ter caído antes, porque que me conste a cratera não é coisa que se tenha formado de um dia para o outro e muitos terão dado o seu voto em grande parte do que levou ao aprofundar da dita concavidade. Importa saber que por aqui o eleitorado é muito constante, podia até ser apelidado de ‘laranjistão’, tal é a diversidade.
    Ainda vou tirar a limpo essa do transporte escolar. Os meus alunos, da Escola Secundária José Saramago, pública com a graça dos deuses, pagam do seu bolso os transportes. Um passe para uma localidade a uns 10 km de distância custava a módica quantia de 80 e tal euros no ano lectivo transacto. Uma exorbitância. Se eu fizer uma visita de estudo com os meus alunos são eles e nós que pagamos o aluguer de um autocarro. Fiquei curiosa mas uma coisa garanto desde já: a única escola secundária pública do concelho em nada contribuiu para essa bela história dos transportes.

    1. tenho colaborado com pessoas dos transportes escolares de Mafra e dizem-me que são suportados pela Camara; e há sempre muitas horas extraordinarias sem restrição.Aparentemente o dinherio existe e es-corre bem

      1. O que eu lhe digo, e não colaboro com ninguém nem ninguém me disse porque sou professora lá, é que a Escola Secundária José Saramago não tem transportes camarários para coisíssima nenhuma. São os pais que suportam os passes e digo-lhe, já o disse antes, que são disparatadamente caros. O que se passa nas outras escolas bem como nos colégios GPS do concelho não sei e sobre eles nada digo. O que acontecia há uns anos é que a Câmara ou a Junta de Freguesia colaborava no passe dos alunos do concelho que estivessem na universidade em Lisboa. Era uma boa ajuda. Antes isso do que ter secretárias que vão/iam ao pão na viatura presidencial. Mil vezes. Ou miúdos como assessores sem mérito reconhecido a ganhar um ordenado chorudo para os dias que correm. Acontece que esse tempo em que os passes eram comparticipados era também o tempo em que o próprio governo ajudava nos transportes escolares. Quanto aos outros transportes do concelho não faço a menor ideia e manda o bom-senso que me cale quando não estou por dentro do assunto.

  4. Quando fiz tropa em Mafra ( já lá vão muitos e muitos anos), a maior dificuldade dum militar era encontrar um buraco. Como Mafra evoluiu… logo 169 milhões! Ou tudo ou nada, a eterna mania das grandezas lusas!

    Bons e saudáveis buracos para 2014.

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