8 comentários em ““Gorduras do Estado” (78)”

    1. Aguardo que alguns destes 402 prescindam voluntariamente desta regalia no momento de emergência financeira que enfrentamos, nomeadamente os que têm meios de subsistência alternativos, públicos e notórios.

      1. ah ah ah (desculpe Pedro) não resisti.

        Mas então acha mesmo que alguém vai prescindir deste belo ” petisco ” ???????

        1. Sinceramente, sim, CR. Conheço pelo menos três que prescindiram – e o fizeram explicitamente, com carácter definitivo. Não há motivo para que muitos outros o não façam, excepto em casos de manifesta necessidade – que admito existirem embora em número reduzido.

  1. Há uma lei simples a implementar acerca de “pensionistas, reformados e aposentados” (três nomes diferentes que servem apenas a confusão):

    – A subvenção ao beneficiário, acumulada com quaisquer outros rendimentos, cessa quando ultrapassa 4 vezes o salário mínimo.

    (A subvenção em excesso seria taxada a 100% em sede de IRS)

    Há uma grande confusão entre Solidariedade Social e pagamento de Férias de Luxo para Seniores.
    Há uma grande confusão entre pedir dinheiro estatal para “descanso”, e continuar nas negociatas, acumular com outros salários, tirando empregos, etc…

    É muito engraçado ter gente com menos de 60 anos a receber pensões acima de 2000 euros, ao mesmo tempo que há pessoas com mais de 60 anos a trabalhar para as férias desses, e cuja perspectiva será receberem pouco mais que o salário mínimo.

    A Segurança Social nunca foi um fundo de pensões privado. Se fosse, os mais novos não estariam a contribuir voluntariamente para ele, simplesmente porque iria falir…

    Que parte do escravizar mais o trabalho de uns para as férias garantidas de outros é que o CDS, o PS, o PCP, o BE, etc… não percebem, no “problema grisalho”?

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