Nesta pequena “Aldeia de pilha-galinhas”, cada vez mais faz sentido aquela frase escrita já não me recordo onde, nem do texto integral e ainda menos, da época: Portugal, ama-lo ou deixa-lo; o último a saír, apague a luz do aeroporto. Eu penso que esta frase não faz inteiramente sentido na medida em que, podemos abandona-lo a nado, por estrada e/ou a pé, através dos montes. O importante é deixar esta gente(inha) entre a si mesma e esperar que se roubem uns aos outros, até que não reste mais nada. E isso não é coisa que vá demorar muito. Depois então, com calma, regressamos e reconstruimos tudo. Bálha-me Sánta Efigénia, que num ha santa cumo ela!
“Parvalorem, empresa pública criada para acolher os activos tóxicos do BPN … ” o banco nacionalizado com todos os parvos a ver, sem uma manisfestaçãozinha sequer de repúdio. ah, sapo, que não te engulo!
À muitos muitos anos, era uma vez uma pequena aldeia de demónios que permanecia, desde tempos imemoriais, parada no tempo. Situava-se num sopé de uma grande montanha, com um pequeno riacho e alguns campos, donde retiravam o seu sustento. Era crença dos seus habitantes que lá no cima dessa montanha estavam os Deuses guardiões do tempo; seres que de quando em quando desciam de lá cima com vestes lindas para emitirem fortes sons, umas vezes bons, outras vezes maus. Ninguém ousava olhar os Deuses nos olhos, pois apenas era-lhes consentido fazer um ofertório em troca de um beijo em seus lindos pés. Ora, lá por cima, sem que os demónios sequer imaginassem, andavam os Deuses muito à frente no tempo, viajavam por outros mundos diferentes, mundos em que os relógios tinham voltas, muitas voltas de avanço. La foram ficando para traz e querendo ir mais longe e mais rápido decidiram que iriam dar suas mãos a beijar em troca de mais e melhores ofertorios. Assim fizeram,e subiram com o que de melhor conseguiram para pelos mundos continuarem a divagar. Os tempo ia passando, cada vez permitiam mais e mais para em troca receber sangue suor e lágrimas de demónios, iguarias deveras apreciadas pelos Deuses, depois começaram por permitir que um e outro demónio fosse com eles para a montanha, até que um dia uns demónios que todos julgavam ser Deuses, desceram á aldeia, formaram uma assembleia e decidiram que iriam tomar a montanha. Assim fizeram, abandonaram os campos e viveram algum tempo como Deuses. Os tempos passaram, e hoje desses seres, uns vivem entalados de dividas enquanto outros roubam o pão de outros, a esse estado chamaram democracia, um estado que sustenta ladrões que explora o sangue o suor e as lágrimas do seu povo. As perguntas são: Porquê? A troco de quê?
Mal corre se o Estado não vai perseguir essa gente e tentar ressarcir-se dos prejuízos sofridos, em resultado da actuação de burlões. Se assim não acontecer, mais vale apagar a luz e fechar a porta…
Pode apostar – Tiro ao Alvo – que o governo e a justiça do nosso país, apesar de conhecerem os criminosos fraudulentos, nada farão para os condenar e obrigar a restituir ao Estado, o dinheiro que lhe roubou. E ganhará a aposta, pelo simples facto de que se assim não acontecer, e a justiça desempenhar o “papel” que lhe compete, por inteiro, muitos outros fraudulistas serão descobertos, alguns deles absolutamente insuspeitos. Como a tendência é para a fraude aumentar, num país onde a lei e a justiça não punem os seus autores, brevemente portugal será semelhante ao estado Texas no tempo dos cowboy’s. E não refiro a inglaterra e o sherife de Notingahm, porque o Robin wood substituiu a justiça com bastante sucesso.
Um Estado é constituído por “Um governo, um povo, um território”. Pela minha parte tento interpretar o papel de “povo”, parecendo-me que se todos nós fizéssemos o mesmo, os nossos governos fariam o que preconizei.
Nesta pequena “Aldeia de pilha-galinhas”, cada vez mais faz sentido aquela frase escrita já não me recordo onde, nem do texto integral e ainda menos, da época: Portugal, ama-lo ou deixa-lo; o último a saír, apague a luz do aeroporto.
Eu penso que esta frase não faz inteiramente sentido na medida em que, podemos abandona-lo a nado, por estrada e/ou a pé, através dos montes. O importante é deixar esta gente(inha) entre a si mesma e esperar que se roubem uns aos outros, até que não reste mais nada. E isso não é coisa que vá demorar muito. Depois então, com calma, regressamos e reconstruimos tudo.
Bálha-me Sánta Efigénia, que num ha santa cumo ela!
Ao menos, podia ter-lhe confiscado os órgãos.
“Parvalorem, empresa pública criada para acolher os activos tóxicos do BPN … ” o banco nacionalizado com todos os parvos a ver, sem uma manisfestaçãozinha sequer de repúdio.
ah, sapo, que não te engulo!
À muitos muitos anos, era uma vez uma pequena aldeia de demónios que permanecia, desde tempos imemoriais, parada no tempo. Situava-se num sopé de uma grande montanha, com um pequeno riacho e alguns campos, donde retiravam o seu sustento. Era crença dos seus habitantes que lá no cima dessa montanha estavam os Deuses guardiões do tempo; seres que de quando em quando desciam de lá cima com vestes lindas para emitirem fortes sons, umas vezes bons, outras vezes maus. Ninguém ousava olhar os Deuses nos olhos, pois apenas era-lhes consentido fazer um ofertório em troca de um beijo em seus lindos pés.
Ora, lá por cima, sem que os demónios sequer imaginassem, andavam os Deuses muito à frente no tempo, viajavam por outros mundos diferentes, mundos em que os relógios tinham voltas, muitas voltas de avanço. La foram ficando para traz e querendo ir mais longe e mais rápido decidiram que iriam dar suas mãos a beijar em troca de mais e melhores ofertorios. Assim fizeram,e subiram com o que de melhor conseguiram para pelos mundos continuarem a divagar. Os tempo ia passando, cada vez permitiam mais e mais para em troca receber sangue suor e lágrimas de demónios, iguarias deveras apreciadas pelos Deuses, depois começaram por permitir que um e outro demónio fosse com eles para a montanha, até que um dia uns demónios que todos julgavam ser Deuses, desceram á aldeia, formaram uma assembleia e decidiram que iriam tomar a montanha. Assim fizeram, abandonaram os campos e viveram algum tempo como Deuses. Os tempos passaram, e hoje desses seres, uns vivem entalados de dividas enquanto outros roubam o pão de outros, a esse estado chamaram democracia, um estado que sustenta ladrões que explora o sangue o suor e as lágrimas do seu povo. As perguntas são: Porquê? A troco de quê?
Tomam-nos a todos por parvalorums, é o que é.
Mal corre se o Estado não vai perseguir essa gente e tentar ressarcir-se dos prejuízos sofridos, em resultado da actuação de burlões.
Se assim não acontecer, mais vale apagar a luz e fechar a porta…
Pode apostar – Tiro ao Alvo – que o governo e a justiça do nosso país, apesar de conhecerem os criminosos fraudulentos, nada farão para os condenar e obrigar a restituir ao Estado, o dinheiro que lhe roubou.
E ganhará a aposta, pelo simples facto de que se assim não acontecer, e a justiça desempenhar o “papel” que lhe compete, por inteiro, muitos outros fraudulistas serão descobertos, alguns deles absolutamente insuspeitos.
Como a tendência é para a fraude aumentar, num país onde a lei e a justiça não punem os seus autores, brevemente portugal será semelhante ao estado Texas no tempo dos cowboy’s.
E não refiro a inglaterra e o sherife de Notingahm, porque o Robin wood substituiu a justiça com bastante sucesso.
O Estado ? O mesmo que adquiriu o BPN de um dia para o outro, sem pestanejar ? Espere sentado, Tiro ao Alvo.
Um Estado é constituído por “Um governo, um povo, um território”.
Pela minha parte tento interpretar o papel de “povo”, parecendo-me que se todos nós fizéssemos o mesmo, os nossos governos fariam o que preconizei.