6 comentários em ““Gorduras do Estado” (32)”

  1. Isto não é gordura do Estado, isto é um investimento que se deveria ter feito mais. Gordura do Estado é a autoestrada do Sul de Grândola para baixo, a autoestrada para Elvas, e muitas outras autoestradas que por aí há sem trânsito que as justifique.
    Assim se tivesse investido na via férrea e os portugueses não estariam agora tão à rasca com o preço da gasolina.

    1. Perfeitamente.
      Tivesse havido, nas duas últimas décadas, Política (com P maiúsculo): com Geografia, Demografia e Economia.
      E não os directórios dos luso incompetentes (excepto para si próprios) patrões de partidos transformados em oligarquias políticas.
      Ainda assim, e como o exemplo devia vir de cima, devia estar já prevista a racionalização do número de deputados para a próxima legislatura.

    2. Nada de supreendente essa afirmação vinda de um socialista que quer toda a gente em rebanho.
      Uma boa parte do preço da gasolina é imposto.
      Tira boa parte do imposto para o seu socialismo e os preços da gasolina já são bons para a liberdade dos portugueses.
      Mas claro o que é preciso é um comboio na Beira Baixa ás moscas ou com gente forçada sem escolha.

      1. Tem graça que você me chame “socialista”, porque há outras pessoas que me chamam “ultraliberal”.

        Nobody, I think, is on my tree \\ I mean, I think it’s high or low

  2. A propósito de gorduras do Estado. Na semana passada abriu ao mar, como sempre 1 vez no ano, a Lagoa de Santo André, Santiago do Cacém. Não consigo fazer, embora tente, uma ideia das entidades presentes, todas elas em grosso número, no evento. GNR, GNR Fiscal, Polícia Marítima por terra e mar, Câmara Municipal, associação ambientalista, pelo menos. Se não estavam 40 pessoas “de serviço”, não me devo enganar muito. Isto para finalizar a remoção de um troço de areia entre a praia e a lagoa para rejuvenescimento da água desta.

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