Acho que deve fazer acompanhar estes seus posts de um tabela de conversão, do género: 1.000 milhões de Euros= total do subsídio de Natal do funcionalismo público, se for assim, ou outras equivalências. Digo isto porque milhões ou milhar de milhões, para muita gente é coisa parecida…
Quem gasta o que não tem sujeita-se a isto. A Europa acordou tarde para o desperdício. Veja o que se passa também na Catalunha, em Itália, no Reino Unido e na França. Vai passar-se o mesmo em Espanha, ninguém tem dúvidas.
Também não me parece muito, Pedro. Em especial se pensarmos nos milhões que vão ter de ser injectados na economia para tirarem o país da miséria. O “choque fiscal” com que continuamos a ser diariamente brindados vai-nos sair bem mais caro do que isso. Podes tomar nota.
Tomo nota, Sérgio. Com a devida atenção. Há-de chegar o momento de fazermos balanços e nenhuma informação é dispensável para formularmos bons (ou maus) juízos.
Nem é muito, Pedro. Afinal, se fizermos as contas, foram só 71,42857142857143 M para cada uma. Trocos, portanto…’Tadinhas’ das empresas públicas…
Chegámos onde chegámos – não tenho qualquer dúvida – em boa parte devido à gestão caótica do sector empresarial do Estado, Luís.
Acho que deve fazer acompanhar estes seus posts de um tabela de conversão, do género:
1.000 milhões de Euros= total do subsídio de Natal do funcionalismo público, se for assim, ou outras equivalências.
Digo isto porque milhões ou milhar de milhões, para muita gente é coisa parecida…
Quem gasta o que não tem sujeita-se a isto. A Europa acordou tarde para o desperdício. Veja o que se passa também na Catalunha, em Itália, no Reino Unido e na França. Vai passar-se o mesmo em Espanha, ninguém tem dúvidas.
Também não me parece muito, Pedro. Em especial se pensarmos nos milhões que vão ter de ser injectados na economia para tirarem o país da miséria.
O “choque fiscal” com que continuamos a ser diariamente brindados vai-nos sair bem mais caro do que isso. Podes tomar nota.
Tomo nota, Sérgio. Com a devida atenção. Há-de chegar o momento de fazermos balanços e nenhuma informação é dispensável para formularmos bons (ou maus) juízos.