9 comentários em ““Gorduras do Estado” (16)”

  1. Perante este género de coisas algumas pessoas fazem logo um ar desdenhoso e dizem “isso são peanuts, insistir nessas medidas é demagogia, não são essas pequenas coisas que vão resolver o problema”. E, claro, continuamos todos à espera das grandes e não demagógicas medidas que permitirão resolver o problema.

  2. Trabalho muito perto de S. Bento e asseguro que a água da toneira da zona sabe horrivelmente. Compro sempre as minhas garrafas, que carrego para o meu trabalho. Mas eu n sou deputada.

  3. Também não entendo essa proposta, custa alguma coisa colocar lá uns copos debaixo da torneira?
    Alguns devem ser duros de rins e era bem capaz de terem dificuldade em beber da torneira.

    Mania de complicar… lol

  4. Que fidalgos que os meninos deputados são! Até parece que o país continua, como até há meses atrás, a nadar em dinheiro e com os tugas ‘ (iludidos pelos irresponsáveis Guterres /Sócrates) a pensar que o dinheiro cai das árvores.

    Será que os senhores deputados/as acham que o apertar à bruta do cinto é só para alguns?

    Será que os ‘pais da pátria’, na casa deles, não bebem água da torneira?

    Estou como o meu amigo Asdrúbal diz: – “Isto não tem tafulho …”

  5. Os fait divers patéticos que os jornalistas e os portugueses tanto gostam.
    Aparências e simbolismo como desculpa e alibí.
    É como quem diz que faz dieta, resiste a um bolo num café e depois como psicologicamente já fez esse esforço quando chega a casa come por dois.
    Os feriados, água da assembleia tudo coisas irrelevantes.
    Mas ir ao orçamento da Assembleia e por exemplo cortar 20% – o que o Estado pede emprestado- já não é “caso”.

  6. Não tenho nada contra os senhores deputado beberem água engarrafada. Mas “grão a grão, enche a galinha o papo”. Os que querem fazê-lo devem pagar do seu bolso.
    A água de Lisboa é potável, logo não há razão para que saia dos nossos impostos o dinheiro de quem prefere beber da garrafinha. E se é verdade que estas pequenas coisas não são o essencial dos nossos problemas, elas fazem parte dos nossos problemas.

  7. Também não gostei muito da ideia de beber água da torneira, que sabia mal. Até que fui para outro local onde não havia água na torneira, nem sabão, nem papel higiénico (medidas drásticas de poupança nestes supérfluos) e passei a levar a minha água, os meus “dodots” para lavar as mãos, o meu pequenino sabonete e o meu papel higiénico.
    Ah, que saudades da água da torneira…. ou de água na torneira!
    Ou poupamos todos, ou haja moralidade….
    Há mais: grão a grão, enche a galinha o papo.

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