
Apesar de sermos um país de marretas, temo muito que uma pré-campanha que começa à marretada não vá acabar bem. Se António Costa não se acautela, ainda corre o risco de ser confundido com um membro do gang das picaretas…

Apesar de sermos um país de marretas, temo muito que uma pré-campanha que começa à marretada não vá acabar bem. Se António Costa não se acautela, ainda corre o risco de ser confundido com um membro do gang das picaretas…
Fantástico! Agora já não se trata da colocação das primeiras pedras: também já se criam as cerimónias das primeiras marretadas. E o mais que se verá.
Já agora: a primeira marretada também é com croquete e Porto seco? Ou é mais a patanisca e um negus?
E com traje de passeio ou fato-macaco?
O dress code é livre, só é obrigatório o capacete…
Qualquer bebida seca vai bem com a marretada. E a patanisca também. Sugiro uma pera à sobremesa.
Bem visto. Falo por mim, é claro, mas já não há paciência para tanto «folclore» …
Será que o lugar da marretada foi escolhido intencionalmente? É que se o «americano» estivesse um bocadinho mais em baixo, à altura do martelo, nos dias que correm ainda se arriscam a uma manchete do tipo «Costa à marretada nos americanos» … 🙂
LOL. E seria muito bem achada a manchete, Nicolina!
Assim, lá ficou o americano tranquilo…
🙂
LOL
só não consigo decifrar a outra palavra…
Nem eu, e bem tentei…
E não bebeu o actimel matinal, senão partia a parede só com uma marretada….
Isso é que impressionaria os eleitores!
🙂
Para além do insólito facto da “marretada”, fiquei a saber, pelo teor do artigo. que não é prática recorrente reciclarem os materiais resultantes das demolições. em obras públicas, ou vi mal a coisa?
Viu bem. Mas, se tivesse visto mal, não teria qualquer problema: é o que mais acontece por este país fora.
Ainda bem que sim – valeu-me o esforço;))
A sério, para mim era óbvio que se reciclariam os “materiais”
Também li assim, Maria.
É a altura de António Costa se lembrar das dez promessas urgentes que fez aos eleitores de Lisboa em Junho de 2007. Dez medidas emblemáticas, de fácil execução, como garantia. É a altura de percebermos se essas promessas foram cumpridas, com suavidade ou à marretada.
Cumpridas? A maior parte delas levou uma marretada, isso sim.
Esta das ‘marretadas simbólicas’ preocupa-me, Ana. Se a moda pega é um problema.
Também acho, Leonor. Começam por ser simbólicas, mas depois nunca se sabe…