“Hasta ahora, el independentismo se había regido por el primer principio freudiano del funcionamiento mental: el principio del placer. (…)
Instalados en la excitación, los independentistas eran indiferentes a las condiciones impuestas por el mundo exterior. Pero el escenario ha cambiado en pocos días. De repente, la realidad ha hecho acto de presencia.(…)
Como consecuencia, muchos independentistas están asumiendo el segundo principio de Freud: el principio de realidad. Toca ajustar la búsqueda del placer al contexto en el que nos movemos.”
Víctor Lapuente Giné, “Freud en Barcelona“, El País (10.10.2017)

Conhecia, de Freud, para além da Libido, a Pulsão da Morte. Nunca ouvi falar desse Princípio da Realidade.
A realidade, ou o modo como a vemos, seria dependente daquelas duas pulsões e dos códigos sociais castradores beatos, causadores de neuroses e psicoses.
Daí a psicoterapia ter como principais clientes, frustrados burgueses citadinos, divididos entre o dever de sujeição à moral puritana e o desejo da rebelião em nome da Liberdade.
Talvez por essa razão vêem -se mais psicóticos / neuróticos entre os conservadores servis do preconceito e menos nos amantes da Liberdade.
O princípio da realidade de Freud significa adiar o prazer e aprender a suportar a dor. Não é uma analogia muito feliz para quem critica a independência da Catalunha.
Em qualquer caso, se a mesma for declarada hoje, parece que o governo catalão continua a seguir na senda do princípio do prazer e está muito longe de se sujeitar ao princípio da realidade.
nos meus 86 mal passados
pertenço ao pessoal da ‘descontra'(ção)