"Vejo pouca televisão aqui na cela, só alguns programas sobre natureza. Os programas de televisão têm muita violência, e eu não gosto de violência."
Luís Miguel Militão, o "carrasco de Fortaleza", que mandou assassinar e enterrar (alguns ainda com vida) seis empresários portugueses de férias no Brasil.

Quem o mudou foi a «esposa»…
Deve ter sido, porque está “miraculado”… comove-se, diz que aprendeu com o “erro” (como se o que fez tivesse sido assim um errozito menor) até afirma que uma das preocupações que tem agora é passar ao filho os seus valores. Pergunto-me quais serão…
No tempo de Assurbanipal da Assiria era aplicada a técnica do empalamento durante o almoço a este sujeitinho…
Credo! Tinha de ser mesmo durante o almoço?
http://pt.wikipedia.org/wiki/Empalamento
Métodos de diversão…
Era preciso ter estomago…
É evidente que não, Ana, este homem não gosta nada (mas mesmo nada) de violência! Aquela cena verdadeiramente macabra de ‘serial killer’ que protagonizou há alguns anos, foi exactamente para demonstrar aquilo que ele mais detesta na vida – a violência. Se fosse hoje, estou certo que em vez daquilo teria posto os seus amigos calmamente diante da televisão, a ver um programa da BBC Vida Selvagem, do Odisseia ou do National Geographic, enquanto lhes limpava as contas bancárias com os seus cartões de crédito. Em vez de um ‘serial killer’, seria um ‘classical killer’. Para tudo é preciso ter um pouco de classe, não é verdade?
Vida Selvagem? Achas?
A tranquilidade com que ele disse isto deixou-me de boca aberta, Luís. Isto e outras coisas igualmente inacreditáveis, numa cartilha de banha da cobra que deve ter aprendido na prisão, “para jornalista ouvir”
É um paz de alma, esse rapaz.
E faz-se um programa de tv…. com isto.
Um verdadeiro erudito, Toze, a falar dos “manuscritos” do livro que escreveu. Em terra de cegos…
Ele não gosta de VER violência…
Aaaaaahhhh!!!…
Pois, deve ser isso.
Brandos costumes, brandos costumes…
É verdade. Quem o ouvisse e não soubesse da história, diria que é um cidadão exemplar preso por engano.
Que mauzinhos que vocês são! Então o tal Militão ou lá o que quer que seja, se calhar nem se chama Militão, passou a chamar-se militante ( da mentira) diz “….O meu modo de pensar diz-me que devo amar e perdoar incondicionalmente todos os seres humanos, por isso é difícil para mim, aceitar a rejeição dos meus familiares, principalmente dos mais próximos”. Daí ele não gostar da violência que vê na TV. Porque se gostasse de violência……imaginem à vossa vontade.
Graças a Deus que este homem não aprecia a violência, senão lá mudavam todos os laboratórios do CSI para o Brasil…