Também ouvi, e é caso para pensar. A verdade é que já não sabemos quem é o nosso primeiro-ministro, transformado num papagaio a repetir até à insanidade a sua visão cor-de-rosa de um mundo que todos nós vemos negro. Uma figura errática e completamente descredibilizada, segura por fios que o poder económico manipula como quer. Desautoriza os seus próprios ministros, exige sacrifícios sem dar o exemplo, safa-se de todas as acusações mas já não convence ninguém. É um espectáculo deprimente e revoltante, este a que nos obrigam a assistir na primeira fila.
Justifica-se uma reflexão sobre essa frase de José Miguel Júdice. O que ele diz é verdade, mas não passa de uma banalidade conhecida há uns tempos. A novidade está no facto de a afirmação ter sido feita por JMJ, que até há bem pouco tempo cobria Sócrates de loas e de louvaminhações. Isso significa que JMJ já chegou à conclusão de que a era de Sócrates acabou e antes de partir para outra está a preparar o terreno para um discreto afastamento de um Sócrates cada vez mais perdedor. Em resumo, e descodificando a mensagem de Júdice: o navio está prestes a afundar-se.
Falso como é óbvio, é só olhar para os números. Nada do que se diz que se vai fazer parará a bancarrota. A Dívida continua a crescer a números loucos. Merkel não se nota.
José Miguel Júdice é só mais um da elite que não pesca nada.
cruz credo.
As feministas portuguesas devem aplaudir, suponho.
Pedro!!!!
Há feministas e feministas* lol
Isso é verdade, Lili.
Também ouvi, e é caso para pensar. A verdade é que já não sabemos quem é o nosso primeiro-ministro, transformado num papagaio a repetir até à insanidade a sua visão cor-de-rosa de um mundo que todos nós vemos negro. Uma figura errática e completamente descredibilizada, segura por fios que o poder económico manipula como quer. Desautoriza os seus próprios ministros, exige sacrifícios sem dar o exemplo, safa-se de todas as acusações mas já não convence ninguém. É um espectáculo deprimente e revoltante, este a que nos obrigam a assistir na primeira fila.
É mesmo deprimente, Ana. Insustentável também.
E eu que nem falo alemão.
Não se preocupe, que por este andar, daqui a pouco ele vêm ensinar-nos a todos a saber falar alemão..
“Der Tod ist eine Blume” (Paul Celan)
Frase do ano, e várias são as razões…
Muito bem registado, Pedro.
Esta foi pelo menos uma das mais surpreendentes, Nicolina. Vinda de quem vem.
Justifica-se uma reflexão sobre essa frase de José Miguel Júdice.
O que ele diz é verdade, mas não passa de uma banalidade conhecida há uns tempos.
A novidade está no facto de a afirmação ter sido feita por JMJ, que até há bem pouco tempo cobria Sócrates de loas e de louvaminhações.
Isso significa que JMJ já chegou à conclusão de que a era de Sócrates acabou e antes de partir para outra está a preparar o terreno para um discreto afastamento de um Sócrates cada vez mais perdedor.
Em resumo, e descodificando a mensagem de Júdice: o navio está prestes a afundar-se.
Só falta agora vir o Emídio Rangel dizer o mesmo.
Percebo o reparo. “O verdadeiro primeiro-ministro de Portugal chama-se Merkel” está mal.
Deveria ter dito:
A verdadeira primeira-ministra de Portugal chama-se Merkel
A oposição alemã já disse a Merkel:
– Primeiro-ministro de Portugal é a tua tia, pá.
Ach so!
Falso como é óbvio, é só olhar para os números. Nada do que se diz que se vai fazer parará a bancarrota. A Dívida continua a crescer a números loucos. Merkel não se nota.
José Miguel Júdice é só mais um da elite que não pesca nada.
“Não pesca nada”, salvo seja.
Pesca – e não é pouco, da mama do Estado.
Olá se pesca.