Castanheira Barros, candidato a presidente do PSD, no congresso extraordinário
16 comentários em “Frases do ano (13)”
Mas concordo com ele numa coisa, João, desde que me conheço, exceptuando apenas aquela declaração pinhesca de que a crise tinha acabado, que não ouço falar noutra coisa: a crise. Se não é dos mercados é de outra coisa qualquer. Contas feitas já lá vão quatro décadas da dita. É a crise e o défice. São para mim um verdadeiro mistério, à maneira de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, desaparecem em vésperas de eleições e voltam mais maléficos que nunca logo após.
Tenho de concordar, Leonor. Vou mesmo mais longe, recuo até Vasco da Gama. – Mas… as outras nações usam grandes naus, fortes galeões… Como quer Vossa Majestade que estas caravelas…? – É a crise, Vasco. É a crise.
Quem não existe é este personagem. Que eu até conheço razovelmente bem. Meu conterrâneo, é um cromo que adora aparecer, mostrar-se. Nem que seja dizendo disparates. Louvo o sentido de humor do Prof. Barbosa de Melo que subscreveu a candidatura dele. Sem o apoiar, como deixou bem claro. Portugal precisa de se divertir porque andamos todos muito cinzentões. Tipos como este só têm algum interesse nesse particular. Como tanto gosta de dizer o Jorge Valdano, fazem-nos rir, rir, rir.
O homem diz que fala cinco línguas. E diz que o inglês é a que fala pior. Ora, pior do que fala o português, imagino o que seja… Diz que fala espanhol porque antigamente ia com a mãe a Vigo fazer compras… Será que ele fala cantonense? Mandarim?…
Ele devia estar a pensar em comida (língua de vaca, língua de porco, língua de bacalhau,…). Espanhol de caramelos até é capaz de falar. Quem é que não fala “portinhol” hoje em dia? Cantonense? Mandarim? Isso já não creio. Nem o “cantonim” que agora por aqui também se ouve. “Papiá baboseira”, com tão bem se expressam os nossos amigos macaenses, na “Doçi Papiaçam”, isso já será uma especialidade da criatura. Abraço
Mas concordo com ele numa coisa, João, desde que me conheço, exceptuando apenas aquela declaração pinhesca de que a crise tinha acabado, que não ouço falar noutra coisa: a crise. Se não é dos mercados é de outra coisa qualquer. Contas feitas já lá vão quatro décadas da dita. É a crise e o défice. São para mim um verdadeiro mistério, à maneira de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, desaparecem em vésperas de eleições e voltam mais maléficos que nunca logo após.
Tenho de concordar, Leonor. Vou mesmo mais longe, recuo até Vasco da Gama.
– Mas… as outras nações usam grandes naus, fortes galeões… Como quer Vossa Majestade que estas caravelas…?
– É a crise, Vasco. É a crise.
E que me diz, João Carvalho, dos sucessivos “anos atrás” do Passos Coelho?
Gosto mais dos discursos sobre os anos à frente. Mas endereço-o para o primeiro comentário ao ‘post’ «Ó Passos Coelho,» mais acima neste blogue.
Já vi. Sempre atento, João! Parabéns.
Todo o discurso foi uma anedota. Eu diria mesmo que o homem estava bem era na “stand up comedy”. Um êxito.
«Todo o discurso foi uma anedota», como muito bem dizes.
Castanheira, candidato a ovni do ano.
Ovni do ano? Bem caçada, essa, compadre.
Há sempre um iluminado! O tamanho das lâmpadas é que pode não ser o adequado!!
Era uma lâmpada de baixo consumo.
O Castanheira de Barros é o Tino de Rans do PSD.
Foi a primeira ideia que me ocorreu. Disseste bem.
Quem não existe é este personagem.
Que eu até conheço razovelmente bem.
Meu conterrâneo, é um cromo que adora aparecer, mostrar-se.
Nem que seja dizendo disparates.
Louvo o sentido de humor do Prof. Barbosa de Melo que subscreveu a candidatura dele.
Sem o apoiar, como deixou bem claro.
Portugal precisa de se divertir porque andamos todos muito cinzentões.
Tipos como este só têm algum interesse nesse particular.
Como tanto gosta de dizer o Jorge Valdano, fazem-nos rir, rir, rir.
O homem diz que fala cinco línguas. E diz que o inglês é a que fala pior. Ora, pior do que fala o português, imagino o que seja… Diz que fala espanhol porque antigamente ia com a mãe a Vigo fazer compras… Será que ele fala cantonense? Mandarim?…
Ele devia estar a pensar em comida (língua de vaca, língua de porco, língua de bacalhau,…).
Espanhol de caramelos até é capaz de falar.
Quem é que não fala “portinhol” hoje em dia?
Cantonense? Mandarim?
Isso já não creio.
Nem o “cantonim” que agora por aqui também se ouve.
“Papiá baboseira”, com tão bem se expressam os nossos amigos macaenses, na “Doçi Papiaçam”, isso já será uma especialidade da criatura.
Abraço