Adorei este filme. Vi-o numa sala lotada de cinema, em Hong Kong, entre uma assistência que parecia tão hipnotizada como eu com as imagens que iam desfilando no ecrã. No final, houve uma calorosa salva de palmas a que também me associei por efeito de contágio. Estava a testemunhar, naquele momento, os efeitos do cinema como linguagem universal, poderoso traço de união entre homens e culturas: um filme italiano com protagonista francês ovacionado por chineses no outro lado do mundo.
Este é daqueles filmes que vejo, revejo até saber as falas de cor. O decorar das frases deixa-o à porta da nossa vida. E a banda sonora, a banda sonora, Morricone no seu melhor.
Filme belíssimo. Frase bem escolhida.
Adorei este filme. Vi-o numa sala lotada de cinema, em Hong Kong, entre uma assistência que parecia tão hipnotizada como eu com as imagens que iam desfilando no ecrã. No final, houve uma calorosa salva de palmas a que também me associei por efeito de contágio. Estava a testemunhar, naquele momento, os efeitos do cinema como linguagem universal, poderoso traço de união entre homens e culturas: um filme italiano com protagonista francês ovacionado por chineses no outro lado do mundo.
Este é daqueles filmes que vejo, revejo até saber as falas de cor. O decorar das frases deixa-o à porta da nossa vida. E a banda sonora, a banda sonora, Morricone no seu melhor.
Um bom Domingo, Pedro.
Obrigado, Cristina. Igualmente.
Bom, a menos que o filme seja neo-realista… 😉