Frases de 2023 (14)


Pedro Correia,

 

«Neste momento temos um governo absolutamente descredibilizado por ter tido ministros que sucessivamente mentem. (…) Assistimos a uma degradação contínua da vida política.»

Catarina Martins, esta noite

13 comentários em “Frases de 2023 (14)”

  1. Degradação não (isso era no tempo da gerigonça) estamos já em queda no abismo. Ou então é apenas o caso de estarmos perante mais um daqueles “excelentes” ministros tipo Cabrita e por aí fora (são muitos os nomes deles e delas ao nível da excelência).

  2. Li sobre a não-demissão de Galamba no Facebook e fiquei com a pulga atrás da orelha: o que aconteceria à CPI da TAP se a Assembleia da República fosse dissolvida? Terminaria?

    Costa, quando questionado sobre a hipotética dissolução do parlamento, respondeu que “esse é um poder exclusivo do senhor Presidente da República, e o Governo cá está para respeitar qualquer decisão”. Pergunto-me se Costa está a fazer tudo para ser demitido apostando que, na situação actual, das duas uma: ou Marcelo demite-o, Costa será reeleito e Marcelo fica definitivamente fragilizado; ou Marcelo não o faz e ficará igualmente fragilizado por cobardia.

    Claro que Costa também pode não ter aceite a demissão do Galamba apenas por, como dizia hoje o Camilo Lourenço, não conseguir encontrar ninguém – minimamente adulto – disposto a ir agora para o governo.

    1. Como é óbvio, António Costa decidiu hoje romper a relação institucional com o PR só com um objectivo: forçá-lo a dissolver sem demora a Assembleia da República e a convocar eleições antecipadas.
      Com a dissolução, cai a legislatura – o que implicaria o fim prematuro da comissão parlamentar de inquérito à TAP, de longe o maior pesadelo do PM – ao ponto de podermos hoje dizer que o maior “partido de oposição” ao poder absoluto do PS tem a sigla TAP.

      Se o inquérito parlamentar em curso chegar ao fim, os actuais sintomas de agonia do governo irão acentuar-se – como vêm alertando socialistas mais atentos, como Carlos César, Alexandra Leitão, Francisco Assis e Sérgio Sousa Pinto.
      Naturalmente, agora que a guerra entre Belém e São Bento deflagrou, Marcelo não fará a vontade a Costa: vai dissolver, sim, mas apenas quando entender e quando der menos jeito ao PM.
      Só depois de Costa engolir até à última gota as conclusões do inquérito parlamentar à TAP. Que causarão danos irreversíveis a esta maioria já em contagem decrescente.

  3. Ao que chegou o Pedro Correia, já precisa de avalistas da extrema-esquerda.
    Já estava à espera desta, até estranhei não ter havido um comentário aquele ajuntamento a estragar a relva da Alameda só para tramar a vida do Moedas.

      1. Só se o BE for uma organização frentista de marxistas-leninistas que acham o PCP “reformista” por não preconizar abertamente a revolução violenta e a ditadura do proletariado.

        Se não, não.

      2. “Catarina Martins é da extrema-esquerda?”
        Realmente com uma frase daquelas, tem razão Pedro Correia, a criticar assim o governo até parece uma nova aquisição do PSD.

  4. Esta Sra., se tivesse um mísero pingo de vergonha na cara, jamais abriria a boca para falar deste governo. Andou a “dormir” com ele (assim como o seu partido) durante anos, permitiu todas as decisões (ou ausência delas) que levaram ao catastrófico estado em que se encontram a saúde, a educação, a justiça, etc., etc. e agora aparece armada em rainha da boa moral e virgem ofendida!? Mentir? Mas o que tem esta sra. feito para além de encenações e de enfiar barretes aos portugueses? O que faz o seu partido para além de populismo de vão de escada e de demagogia pura e dura?

    Não consigo perceber como é que ainda há quem vote nesta coisa que dá pelo nome de Bloco de Esquerda, um partido cujas ideias não passam dum enorme chorrilho de disparates e alucinações, autênticas orgias de vómitos ideológicos e utópicos sem qualquer utilidade, um recital perfeito de como escaqueirar durante décadas uma economia e provocar o caos e fratura sociais. Com esta gentinha e, com um PS que vive bem com alianças com ela para se alapar ao poder, a cauda da Europa é inevitável sem a menor dúvida!

  5. Nunca subestimem Marcelo Rebelo de Sousa.
    António Costa ” nem eu nem o presidente iremos escrever memórias”.
    No meio disto tudo, onde anda o pedrocas?
    Estou curioso de ouvir o “ladrão” falar!

  6. Ouvi-as todas (menos as do Montenegro que, à Rio, achou por bem ficar na caminha) e as declarações mais serenas, claras e sensatas da noite foram do Ventura, que se transmutou, para esta ocasião, de hooligan em estadista. Se a malta lá de cima se esquece que ele era o cão do Vieira, ainda ganha as eleições. E a culpa, claro, será do adjunto.

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