
«Estamos mais fortes, a vitória será nossa.»
Vladimir Putin, ontem, em Moscovo ao assinar os decretos de anexação de quatro regiões da Ucrânia em flagrante violação da Carta da ONU e do direito internacional

«Estamos mais fortes, a vitória será nossa.»
Vladimir Putin, ontem, em Moscovo ao assinar os decretos de anexação de quatro regiões da Ucrânia em flagrante violação da Carta da ONU e do direito internacional
Será verdade?. Ter que pagar, até 2030, o gaz!.
“…As if all of that was not serious enough, Germany is contractually obligated to purchase at least 40 billion cubic meters of Russian gas a year until 2030.
Just say no? They can’t: Gazprom is legally entitled to get paid even without shipping gas. That’s the spirit of a long-term contract. And it’s already happening: because of sanctions, Berlin does not get all the gas it needs but still needs to pay….”.
Passando por cima da merda dos textinhos em inglês: “A Alemanha está legalmente obrigada a…”.
Essa é facilmente desmontável. Um país que não cumpre nenhum acordo internacional não pode esperar que cumpram os acordos anteriores à sua auto-induzida marginalidade.
Não fosse o papel ligeiramente ambíguo que a Alemanha tem tido nisto tudo, era caso para dizer, “olha, sue us”.
Mas de facto há um ocidente que é mais ocidental do que os países ocidentais todos. Eu gosto de pensar que fazemos parte do Ocidente mais radical, mas temos um número significativo de comunas, prró-islamitas, traidores e outros parasitas a mais para isso se materializar numa cultura e numa maneira de ser. Em boa verdade, pelo destino a que nos condena a ignorância e a falta de cultura, estivémos do lado dos fascistas e das tiranias há 50 anos e as pessoas por cá continuam fracas, dóceis e pouco confiáveis desde que lhes acenem com 800 eurinhos. Uma qualquer gananciosa renda de casa nos arrabaldes sem qualidade nem transportes. É por isso que nem somos bem Europa como dizia o Pulido Valente.
‘agarrem-me ou cometo uma desgraça!’
Ele que se agarre à ogiva e se faça transportar com ela.
Bom dia.
Relativamente ao comentário sobre o contrato que obrigará a Alemanha a continuar a pagar gás russo independentemente de ser ou não fornecido, respeitosamente, tenho as maiores dúvidas que assim venha a acontecer. O contrato isso estipulará.
Mas, não pagando a Alemanha, o “democrata” Putin colocará a Alemanha em tribunal.
Certo, mas qual? Resultados?
Após a decisão de Putin para invadir a Ucrânia creio que estamos num mundo completamente diferente. Aguardemos. Bom fim de semana. Saúde
António Cabral
E aquele contrato de não invadir outros países?
Estou curioso para ver como isto vai acabar — se é que vai acabar.
Vai acabar com a desnazificação da Rússia.
Ou com a desintegração da Rússia, mais bomba menos bomba.
Está escrito nas estrelas, como dizia o outro.
O que não é necessariamente bom porque os muçulmanos irão invadir esses territórios com as suas guerras infindáveis. O islão é uma variação religiosa do comunismo, sempre imperialista e mentiroso.
Se “V.” não fosse burro, gostava de ser o quê?
Talvez um cavalo, não sei… São mais bonitos mas não cheiram lá muito bem.
“O islão é uma variação religiosa do comunismo, sempre imperialista e mentiroso”
O V. tem cada uma, que deixa o Qatar e Dubai a fazer contas à vida: será por as riquezas serem dos Emires (Estado) é considerado comunismo?
Não sei se a desintegração da Rússia será uma boa ideia, nem tão pouco se várias potências têm interesse nisso. Imaginemos que a Rússia se fragmentava em 10 Estados diferentes. O que aconteceria ao arsenal nuclear que ficava em cada 1 desses 10 Estados? Que garantias tinham vários países vizinhos (e não só) relevantes no panorama internacional, onde se incluem os países europeus e a China, que parte desse armamaneto não iria cair nas mãos dum kadyrov ou qualquer outro fundamentalista? Que interesse tem a Europa ou a China em ter ou sequer correr o risco de ter uma série de armas nucleares nas mãos de fundamentalistas bem ali coladinhos às suas fronteiras?
Espero que a Rússia perca esta guerra e que isso aconteça rapidamente mas a fragmentação da Rússia pode ser mais perigosa do que aquilo que parece.
A Alemanha esteve dividida em duas durante 40 anos como castigo pelo que fez na Segunda Guerra Mundial. Como tal, a Rússia também deverá ser dividida em duas até 2062.
Se for por aí não só a Rússia teria de ficar dividida em 2 como ainda ver alguns dos seus territórios integrados em estados vizinhos. Aliás a própria Rússia assambarcou para si kaliningrado, uma região Prussiana e, portanto, alemã.
Ao que parece esse erro crasso foi cometido pelos alemães, que sem pensar nas consequências, criaram um enclave russo no Báltico onde a Rússia não precisava de ter enclave nenhum.
Kalinigrado deveria passar para a Polónia.
Há que lançar uma operação militar especial para libertar esse enclave, organizar ali um plebiscito e no dia seguinte integrar essa “república” na Polónia
Não esquecer de 1o acusar o enclave de ser um bastião de nazis e de que os poloneses e/ou os seus descendentes estavam a ser alvo de cancelamento pelos russos. Acusar as autoridades de kaliningrado de fobia aos polacos e colocar armas nas mãos de separatistas para desestabilizar a região e arranjar um “causus belli” ainda que nitidamente forjado e forçado pela Polónia à imagem dos métodos da Federação Russa. Aí sim teríamos algo de equivalente ao que o sr putin fez na Ucrânia. Claro que tal nunca acontecerá pois a Polónia não tem arcaboiço nem por sombras para fazer uma coisa destas. Mas lá que, não fossem os milhares de civis e militares mortos que daí surgiriam, seria interessante ver putin morrer pelos mesmos ferros com que mata seria.
Putin só morre como o Hitler ou como o Mussolini.
Ele jamais morrerá a combater pelas causas em que diz acreditar.
Quem viu a cerimónia e atentou no olhar dos representantes das quatro regiões anexadas, deve ter sem dúvida notado que os seus ” espelhos da alma” transbordavam de uma exultante e triunfadora felicidade.
Rostos graniticos, impenetráveis, fazendo lembrar os da defunta clique soviética.
Chamaram “festa” àquela treta. Mais parecia um velório.
?Um povo tão grande como são os russos estarão tão obtusos, para não dizer outra coisa, que se deixam abençoar por um bispo cristão que lhes diz para irem combater na Ucrania se querem ir para o Céu?
Eles que eram tão comunistas e tão ateus.
Eram tão comunistas quanto o Figo é fã do Barcelona.
Transparece, no discurso de Putin, o personagem que os seus dados biográficos assinalam. Ali nada de novo, nem um anti-“americanismo” que toca as raias do patológico. Mas há que ir além de Putin.
A gigantesca Ucrania, e mesmo a Federação Russa, carecem de um rearranjo geopolítico. Mas não pela lei das armas!.
Gigantismos e centralizações políticas medram regimes de opressão e violência. Não só naquela região do globo, diga-se.
Tem toda a razão, o Texas há muito que devia ser independente.
O Putin que se deixe de mariquices e vá recuperar o Alasca. Isso é que é ser homem.
Dizer o que quer que seja põe-me na condição de pró-russo, o que nos tempos que correm é um pouco como ser acusado de pedófilo e certamente pior que ser condenado por ser ladrão.
O que lhe posso dizer é que acho um perigo a Europa ficar atrelada a uma potência em decadência como é o caso dos EUA. Acaba sempre mal, como na Alemanha imperial diziam da Áustria-Hungria. Nada há de pior que ficar atrelado a um morto.
Se os EUA são uma potência em decadência (apesar da ligeira recuperação desde que correram com Trump), a Rússia é o quê?
Está ligada à máquina, quase moribunda.
Obviamente que a Rússia é uma sombra do que foi a URSS. Tal não invalida que os EUA estejam em declínio. O mesmo, e mais acentuado que no caso americano, vale para a UE. A segunda (até ver) economia mundial é a China (e enquanto potência militar cresce dia a dia), a terceira (de há muito) é o Japão, e a Índia já ultrapassou a França e, creio, o Reino Unido. Se dúvidas houvesse de que o centro económico mundial está na Ásia…até para os russos, com Vladivostoque.
EUA em declínio?
Há dois dias ouvi o aiatolá Putin dizer isso, chamando satânica e pervertida à América.
Consulte um qualquer think tank americano. Pode ser o CFR. É central nas preocupações americanas.
Quanto ao aiatola Putin, ou lá como o chama para o associar ao regime iraniano, melhor seria olhar para a História russa, sobretudo a do século XIX e dos aiatolas Nicolau I e Alexandre III.
Você é dos que passam o tempo a invocar a História para fazer de conta que não percebe o que se passa hoje?