Já passámos do século dos políticos medíocres, genericamente, para a mediocridade em exclusivo de Johnson, que hoje abandona o poder em Londres. Pena este exemplo não ser seguido pelos “geniais” políticos deste mesmo século que jamais chegaram ao poder por via democrática e recusam abandoná-lo até estarem com os pés para a cova (exemplos não faltam, desde o tirano da Guiné Equatorial, nosso país “hermano” na CPLP, até ao repugnante mordomo de Putin ainda presidente formal da Bielorrússia, passando pelo alucinado senhor absoluto da Coreia do Norte, imenso país-prisão).
Esses não são politicos, são “Líderes” quando os jornalistas gostam deles e “Ditadores” quando não gostam. O Assad da Síria tem um lugar particular, quando combate a oposição é “Ditador” quando combate Israel é “Líder”…
lucklucky, té qu’enfim ! Como é que passou pelo crivo essa dos gostos dos jornalistas?
Tenho a impressão que a frase é mais ” I’ll be back”, veremos…
Boris Johnson pode parecer um palhaço. Mas é um palhaço inteligente. O Boris tem apenas uma vaga ideia do que é o Reino Unido e preocupa-se pouco com a vida dos seus concidadãos, é um elitista e só pensa na sua tribo Não sei se com razão, ou sem ela, mas neste momento até admito que ele esteja a pensar: Atrás de mim virá quem de mim bom fará. Espero que ele esteja enganado.
Dá para imaginar a raiva do narcisista Boris, por não ser ele a enterrar a Rainha. Por uns dias, é-lhe negada a possibilidade de protagonizar um singular momento histórico.
Sim, o século XXI é o paraíso dos políticos medíocres.
Ah, claro, nos outros séculos só havia génios.
Peço desculpa ao século XXI e aos seus génios.
Boris Johnson é um político mentiroso, e isto é um facto. Para mim, medíocre.
Já passámos do século dos políticos medíocres, genericamente, para a mediocridade em exclusivo de Johnson, que hoje abandona o poder em Londres.
Pena este exemplo não ser seguido pelos “geniais” políticos deste mesmo século que jamais chegaram ao poder por via democrática e recusam abandoná-lo até estarem com os pés para a cova (exemplos não faltam, desde o tirano da Guiné Equatorial, nosso país “hermano” na CPLP, até ao repugnante mordomo de Putin ainda presidente formal da Bielorrússia, passando pelo alucinado senhor absoluto da Coreia do Norte, imenso país-prisão).
Esses não são politicos, são “Líderes” quando os jornalistas gostam deles e “Ditadores” quando não gostam.
O Assad da Síria tem um lugar particular, quando combate a oposição é “Ditador” quando combate Israel é “Líder”…
lucklucky, té qu’enfim !
Como é que passou pelo crivo essa dos gostos dos jornalistas?
Tenho a impressão que a frase é mais ” I’ll be back”, veremos…
Espero que nunca mais o vejamos.
Seria muito mais espectacular se aplicasse a si próprio esse vaticínio, mas um bronco (ainda por cima um bronco de esquerda) nunca sabe que é bronco.
Quanto é que Boris Johnson pagou a “V.” para fazer esse comentário?
Boris Johnson pode parecer um palhaço. Mas é um palhaço inteligente.
O Boris tem apenas uma vaga ideia do que é o Reino Unido e preocupa-se pouco com a vida dos seus concidadãos, é um elitista e só pensa na sua tribo
Não sei se com razão, ou sem ela, mas neste momento até admito que ele esteja a pensar: Atrás de mim virá quem de mim bom fará.
Espero que ele esteja enganado.
É sempre bom ver uma mulher no poder.
Em breve a Itália nos dará essa alegria.
O mesmo partido no poder há 12 anos e, escândalo após escândalo, mantém-se por lá… Já parece a Venezuela.
A Rainha vai morrer de desgosto…
Dá para imaginar a raiva do narcisista Boris, por não ser ele a enterrar a Rainha. Por uns dias, é-lhe negada a possibilidade de protagonizar um singular momento histórico.